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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

The Voice Portugal - 2ª Prova Cega

Foto de The Voice Portugal.

 

Num programa como este, embora cada concorrente encare a prova e lide com os nervos e a pressão de forma diferente, é cada vez menos aceitável a "desculpa" dos nervos, para justificar o facto de a prova não ter corrido tão bem, e alguns erros e desafinações.

Sim, acontece isso, mas acontece a todos. E aqui, safa-se quem conseguir disfarçar melhor, e ter melhor prestação. 

 

Também o factor cantar bem começa a ser, por si só, insuficiente para fazer virar cadeiras. O que sobressai são os timbres diferentes, uma forma muito própria de interpretar as músicas, a naturalidade, a diferença...São outras características que se aliam ao cantar bem, e que complementam.

Porque se apareceram 3 ou 4 concorrentes que apenas cantem bem, mas que soem iguais a tantos outros, sem nada que os diferencie, acabam por ficar pelo caminho.

 

Assim, para mim, nesta prova cega, o mérito vai para:

 

Foto de The Voice Portugal.

A Inês que, embora seja novinha, parece uma mulher já com os seus 30/ 40 anos a cantar (no bom sentido, claro)! Adoro a voz dela, e a prova foi uma das melhores da noite.

 

Foto de The Voice Portugal.

O Salvador: bela voz, à vontade em palco, a tocar e cantar.

 

 

Exagerado:

 

Foto de The Voice Portugal.

A Filipa entrou cheia de garra, e foi garra que mostrou do início ao fim. No entanto, pareceu-me exagerada em tudo: na expressão corporal, na gritaria e, sobretudo, na atitude de "pita" apaixonada pelo Mickael!

Espero que, nas próximas fases, se acalme e controle mais.

 

 

Negativo:

 

Foto de The Voice Portugal.

Não é que o Luís tenha cantado mal, mas foi o que ele disse no vídeo antes da actuação que achei desnecessário. Parecia quase que estava a tentar o "factor cunha", ao afirmar que o seu melhor amigo era o Miguel Cristovinho, dos D.A.M.A. Não lhe serviu de muito, porque ninguém virou a cadeira, embora se note a influência dessa banda, porque estava a ouvi-lo, e parecia estar a ouvir os D.A.M.A. Qualquer coisa, e ele pode substituir o amigo nos concertos! 

 

 

O momento por que todos esperavam, e que me fez sentir extraterrestre:

 

Foto de The Voice Portugal.

 

Ao longo de toda a semana fui lendo comentários sobre uma das concorrentes do The Voice Portugal, que já teve carreira na música, e que era uma grande voz, apontada até como possível vencedora desta edição - a Diana Lucas.

Ao que parece, a Diana já lançou 3 álbuns, já participou em musicais, e teve várias músicas suas em novelas, e na série Morangos com Açúcar. Antes disso, já tinha participado em programas musicais, ganhando alguns prémios.

Mas eu confesso que, para mim, a Diana continua a ser uma ilustre desconhecida!

E sim, cantou bem, em português e com sentimento, mas não me arrebatou, nem me fez considerá-la já uma possível vencedora (acho que isso só me aconteceu com a Deolinda).

Serei a única a ter-me sentido extraterrestre, e a contrariar a maioria das opiniões sobre esta concorrente?

 

Imagens The Voice Portugal

 

 

Mais uma aventura hilariante!

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Acabámos de colocar as compras no carro, entrámos, e o meu marido começa a andar, ao mesmo tempo que abre os dois vidros. 

Íamos na boa mas, quando nos aproximamos da saída do parque, com mais claridade, olho para a janela, e deparo-me com "ela", a caminhar lentamente em direcção a mim.

 

Nos segundos seguintes, só me lembro de gritar e dizer ao meu marido, que ia a conduzir "mata-me isto", completamente histérica!

No início, o meu marido ainda pensou que era algum animal ferido ou outra coisa qualquer, só depois de eu falar é que ele percebeu tudo. Ao subir o vidro, "ela" recuou, permanecendo do lado de fora.

Fiquei a olhar para "ela" o tempo todo, até chegarmos a casa, e só dizia ao meu marido "não abras o vidro".

 

Quando, finalmente, estacionámos à porta de casa, o meu marido saiu primeiro, foi até ao meu lado e deu-lhe uma cacetada. Não morreu à primeira, nem à segunda, nem à terceira. Só à quarta é que ficou despedaçada, e foi nessa altura que me atrevi a sair do carro!

 

Alguém adivinha quem era "ela"?!

Sugestões para o fim-de-semana

(clicar na imagem)

 

Querem ficar a conhecer melhor os Hábitos do rei D. João V? É já no domingo que serão desvendados!
Mas se preferme ouvir um belo fado, então não percam o Tasting Fado, em Lisboa.
Música é algo que não faltará neste fim-de-semana, com os festivais Viana Bate Forte, Belém Art Fest e Coimbra em Blues.
Para aqueles que gostam de ritmo, o Fora de Casa sugere a Corrida das Nações e, embalados pela mesma, porque não rumar até ao Dancing World, na Figueira da Foz?

 

Descubram tudo na edição desta semana!

Dúvida existencial sobre política!

Resultado de imagem para fardos de palha

 

Ontem, ao passar por um largo que fica a caminho do meu trabalho, reparei que estavam a montar qualquer coisa para uma festa.

Tinha um palco, muitas bandeiras do PS, cadeiras para a plateia, e fardos de palha dispostos pelo recinto.

 

À tarde, quando venho para casa, já estava um grupo, de música tipo rancho, a cantar, e algumas pessoas sentadas a assistir.

 

Mas a minha dúvida vai mesmo para os fardos de palha! Estariam os políticos do PS a querer chamar-nos alguma coisa?!

 

 

 Já agora, que tal guardar alguns deles para quando cá vier a Mafra o Pedro Passos Coelho?

À Conversa com os Banho Maria

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"Casa do Castelo" é o trabalho de estreia dos Banho Maria, banda que cruza estilos que vão do pop-rock ao tradicional e ao fado, numa base acústica, onde as canções são reflexo das vivências protagonizadas pelos seus seis elementos: Tomané (António Lopes), João Alexandre e Moleiro (Paulo Reis), Cláudia Ferreira, Tiago Silva e Miguel Marcelino.

Os Banho Maria são os convidados desta semana, da rubrica "À Conversa Com...".

Espero que gostem da entrevista!

 

 

 

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Como é que nasceram os Banho Maria?

- Os Banho Maria nasceram de uma tertúlia de amigos na adega do largo em Atouguia - Ourém, numa primeira fase e que depois passou por encontrar uma voz feminina que se adequasse a um cruzamento de influências dos seus elementos que passam entre outras por alguma da música portuguesa das últimas décadas.

 

Porque escolheram este nome para a banda?

- Este nome surgiu como um acaso numa conversa de família da vocalista Cláudia Ferreira e assim que foi sugerido aos restantes elementos da banda o consenso foi imediato. Para além do projeto ter sido idealizado durante alguns anos, como temos uma cara feminina como vocalista, achamos que faria todo o sentido.

 

“Casa do Castelo” é o vosso primeiro álbum, lançado no dia 1 de setembro nas plataformas digitais. Diriam que foi um álbum “cozinhado em banho-maria”, ou foi um processo de produção relativamente rápido?

- Sem dúvida que foi um álbum bastante pensado, queríamos que estivesse mesmo ao gosto de todos nós, e para isso é preciso algum tempo e dedicação, também.

 

Como caracterizam o vosso estilo musical?

- Os Banho Maria caracterizam-se por ter um estilo que tem como influência vários estilos musicais, que vão desde música tradicional ao fado e à pop.

 

O que pode o público encontrar nesta vossa “casa do castelo”?

- Pode encontrar temas onde nos dedicamos por inteiro, algo que pretendemos que seja único. Encontra-se certamente um pedacinho de todos nós em cada música e cremos nós que canções intemporais com escrita tocante.

 

O single de apresentação deste trabalho intitula-se “Não Há Amor Como o Primeiro”. A música foi um dos vossos primeiros amores?

- Quando estávamos a decidir qual o single para apresentar ao público a escolha foi consensual, como é uma música cheia de ditados populares maioritariamente conhecidos pelo público, e com um ritmo de marchinha quase dançante, achamos que se enquadrava como postal de visita à nossa ‘Casa do Castelo’.

 

Embora a edição digital tenha ocorrido este mês, já tinham apresentado este álbum ao vivo. Que feedback têm recebido por parte do público e seguidores?

- Tem sido bastante positivo, as pessoas que nos tem abordado comentam que gostaram muito da apresentação e muitas perguntam para quando os próximos espetáculos.

 

 

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“Casa do Castelo” foi apresentado a 22 de Julho, no Castelo de Ourém, tendo sido o vosso concerto de estreia. Como foi essa experiência?

- Algum nervosismo, como não poderia deixar de ser, mas assim que entramos no palco, tudo passou e desfrutamos de cada momento valorizado pelo local idílico que é o Castelo de Ourém e pelo público que encheu o recinto e nos recebeu de forma calorosa.

 

Que outros “castelos” querem conquistar num futuro próximo? Já têm novos concertos agendados?

- Temos espetáculos intimistas programados para a região de Ourém e Leiria, e por enquanto, fazer a promoção do disco o mais possível nos media, para assim chegarmos ao maior número de pessoas e lhes poder despertar a atenção.

 

Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo?

- Dar a conhecer a nossa música ao maior número de pessoas, fazer espetáculos ao vivo pois a nossa música ganha com essa faceta, continuar a fazer música porque isso nos realiza e a gravar discos por acreditarmos que existe espaço para os Banho Maria no contexto nacional e quem sabe, “lá fora”.

 

Muito obrigada pela disponilidade!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

 

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