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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

RX - Sr. Solitário

foto do autor
 

O convidado de hoje intitulou o seu blog de Sr. Solitário, mas nós aqui na blogosfera não o deixamos sentir-se sozinho!

Gosta de se recordar dos bons momentos da sua infância, daquela altura em não tinha as preocupações que se passa a ter quando nos tornamos adultos, e a vida era bem mais simples do que aquela que veio a descobrir mais tarde.

Ainda procura a sua metade da laranja, mas enquanto não a encontra, vai sonhando e deixando a imaginação tomar conta de si. Se os livros serão responsáveis por alguns desses sonhos, não sei, mas que ele gosta muito deles, lá isso é verdade. 

 

 
Aqui fica o Rx do Sr. Solitário:
 
 
 
Verão - Não gosto do verão, detesto o calor! O outono é a minha estação preferida e prefiro o inverno ao verão. Gosto do frio, da lareira acesa, da manta sobre as pernas enquanto leio, dos chinelos de quarto, dos pijamas, os lençóis.
 
Infância - A minha infância foi maravilhosa! Como já referi muitas vezes, eu trocava alguns anos da minha vida adulta por um só dia da minha infância. Tenho muitas saudades desses tempos.
 
Livros - Adoro ler, é o meu passatempo preferido. Gostava de ter uma estante em casa cheia de livros mas infelizmente não os posso comprar. Resta-me a biblioteca onde uso e abuso do prazer dos livros que posso requisitar.
 
Preconceito - É uma palavra muito forte e que, infelizmente, faz muito parte do meu dia a dia. Já sofri imenso de preconceito e de variadas formas por esta sociedade com mentalidades tão retrógradas.
 
Sonhos - Tenho muitos! E surgem sempre mais a cada dia que passa, considero-me mesmo inteiramente sonhador. Deixo sempre a minha imaginação tomar conta de mim e vivo num mundo paralelo na minha mente onde eu sou aquilo que quero.
 
Blog - Tem sido uma grande surpresa para mim. Quando o criei, não estava à espera de nada em concreto, apenas uma página onde pudesse desabafar os meus sentimentos e as minhas angústias. Porém, o blog começou a crescer, os comentários de ajuda também, as amizades surgiram e com elas novas oportunidades de crescimento enquanto blogger e enquanto pessoa. Fiz imensos amigos cá e tenho um novo projeto que espero desenvolver em breve e que tenha o mesmo número de leitores que o meu blog tem. É uma questão de ficarem atentos ;)
 
Solidão - O meu blog chama-se Sr. Solitário por isso mesmo, porque me sinto muito só. A solidão é um sentimento muito triste, que nos consome a alma aos poucos e nos rouba um pouco mais da nossa personalidade. O blog ajuda-me imenso nisso, pois sei que, mesmo que não publique nada, eu não estou sozinho e só tenho a agradecer a todos por isso.
 
Amor - Como diz uma grande poetisa que admiro muito "eu quero amar, amar perdidamente" mas ainda não encontrei a minha metade de laranja. Quanto ao amor da família e dos amigos tenho para dar e vender! E eu também os amo a todos à minha maneira.
 
Aldeia - É onde moro e sempre morei, numa aldeia, e não trocava este lugar por nenhuma cidade do mundo! Penso que só quem vive ou viveu numa aldeia sabe daquilo que estou a falar e sente aquilo que sinto quando falo com orgulho que vivo numa aldeia rural.
 
Responsabilidade - Considero-me uma pessoa bastante responsável, faço por isso. Tento sempre incutir isso também aos meus familiares mais próximos, principalmente à minha irmã mais nova, que de responsabilidade tem muito pouco. Então, posso dizer que tenho uma responsabilidade acrescida, pois sou responsável pelos meus atos e também tenho que olhar pela responsabilidade da minha irmã.
 
Muito obrigada, Sr. Solitário!

Vidas Roubadas - Mary Kubica

 

Acabei de ler este livro na semana passada e posso-vos dizer que me desapontou, sobretudo tendo em conta o livro de estreia desta autora "Não Digas Nada".

A história não deixa de ser boa, mas já tinha lido um outro livro com uma história semelhante "Até que Sejas Minha", da Samantha Hayes e, talvez por isso, este livro não me tenha surpreendido tanto.

Nesta trama, podemos encontrar a Heidi, casada com Chris e mãe de Zoe, a única filha que teve e poderá ter pelo resto da sua vida, devido a um tumor no útero que lhe destruiu por completo o sonho de ter vários filhos.

Para compensar, vai dirigir a sua atenção para Willow, uma sem abrigo que encontra na estação de comboios, com uma bebé, e que irá levar para sua casa, para ajudar.

Mas Willow não é quem diz ser, e esconde um passado que não quer que ninguém descubra. Será que Heidi e Chris irão conseguir desvendar este mistério?

No entanto, mais para o final, a dúvida que se irá colocar é quem deve temer quem? Quem representará maior perigo?

Será que alguma destas personagens será realmente má, ou são apenas vítimas de um passado sombrio, e das circunstâncias em que a vida as colocou?

Viver Depois de Ti

 

Ontem foi o dia!

O dia em que, ou as minhas expectativas eram concretizadas, superadas ou defraudadas.

E posso-vos dizer que foram superadas, sim senhor!

Penso que não poderiam ter feito melhor escolha relativamente aos actores principais, para interpretar a Lou e o Will.

A banda sonora também é excelente, e não admira que as lágrimas caiam com facilidade nos mais sensíveis.

Dizem que um amor verdadeiro é mais forte que tudo, mas poderá ele influenciar decisões há muito tomadas? Poderá ele mudar o rumo da história?

Ou deverá esse amor fazer-nos respeitar as decisões daqueles que amamos, ainda que não as compreendamos? E estar junto deles em todos os momentos, mesmo naqueles que nunca pensámos ou desejámos?

 

 

Não vos quero contar o filme, porque podem ainda não ter visto. Tinha tanto para vos falar sobre ele, mas nada melhor que verem com os vossos próprios olhos!

Enquanto isso, deixo-vos com esta música da banda sonora, que é linda, e algumas imagens do filme!

 

 

O que sente um escritor quando termina uma obra?

 

O que será que sente um escritor no momento em que acaba de escrever a sua história?

Alívio? Alegria? Uma sensação de missão cumprida, talvez.

Acredito que seja algo assim. Mas, e em relação à história, será que conseguem pegar nela, agora que está acabada, e voltar a lê-la do início ao fim?

Não faço ideia, mas poso-vos dizer que já experimentei, e não consegui!

Já li e reli tantas vezes a história que escrevi, nessa altura, por partes, que agora não consigo nem ouvir falar daquelas personagens, quanto mais estar a ler tudo!

Acho que vou ter que ler outros livros por enquanto, até me desligar daquela história, e só então pegar nela com outra disposição, e lê-la como se fosse a primeira vez.

 

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