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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Coisas boas que (ainda) não pagam imposto...

 

...um momento passado na praia - dar um mergulho no mar, deitar-me na areia, e sentir os raios de sol na pele!

...um banho relaxante (com água bem quentinha) depois de um dia de trabalho!

...ouvir boa música; ouvir os sons da natureza - a chuva a cair lá fora, o vento, os pássaros!

...um momento divertido com a minha filha!

...um momento aconchegante junto da família!

...um momento romântico com o meu namorado!  

 

 

...Escrever!

...Ler!

...Dormir!

...Dançar!

...Respirar!

...Observar!

...Apreciar!

...Rir!

...Sorrir!

...Brincar!

...Amar!

...Sonhar!

...Viver!

...Ser Feliz!

 

 

Como gerir o ordenado

 

Cada um saberá a melhor maneira de gerir o seu dinheiro, isto quando há tempo, e é possível geri-lo!

Porque algumas pessoas têm tão pouco, que mal lhes chega às mãos, logo desaparece, ainda antes de terem pensado numa eventual gestão.

E outras há que, simplesmente, não querem saber disso para nada, porque convivem melhor com a desorganização.

Mas, para aquelas que preferem as contas, e as notas, mais arrumadinhas, aqui ficam algumas dicas, que mais não são do que a minha própria experiência nessa matéria!

Então é assim que eu costumo fazer:

1 - Quando recebo o ordenado, mentalizo-me que recebo apenas uma parte (por exemplo - se receber € 700, penso que só recebi € 650, e os restantes € 50 é como se não existissem);

2 – Desse valor que eu considero ordenado recebido, desconto todas as despesas certas que tenho para pagar (por exemplo - renda de casa, mensalidades de carro, TV Cabo, Seguros);

3 - O restante, fica para as compras, e despesas que possam entretanto surgir;

4 – As contas de água, luz e gás, podem inserir no número 2 ou no 3, consoante o modo e a data de pagamento;

5 – Aconselho a anotarem todas as despesas mensais, de forma a terem uma ideia de quanto gastam normalmente;

6 – Revejam a vossa rotina, e verifiquem se têm vícios que, eventualmente, possam cortar;

7 - Na hora de irem às compras, é melhor fazerem, previamente, uma lista do que realmente precisam.

Claro que haverá pessoas que precisam do ordenado completo e, ainda assim, pode não ser suficiente.

Mas para quem tiver a possibilidade de poder utilizar este método, sabe que tem sempre ali um dinheiro extra (com o qual não fez conta), e que poderá utilizar em caso de necessidade. Os meses não são todos iguais, e é bom saber que aquele dinheirinho que não nos fez falta num mês, deu imenso jeito noutro em que os gastos foram maiores. Se não for preciso, é sempre uma poupança que têm, para recorrer em último caso! E, se depois de tudo pago, ainda vos sobrar dinheiro, podem juntá-lo a esta poupança.

Convém ainda lembrar que, apesar de todo este controlo, sempre partindo do que é realmente essencial, não nos devemos privar ou abdicar, se tivermos oportunidade, de um ou outro mimo. Não é por comprarmos aquela gulodice que nos apetece tanto, aquela camisola que vimos na loja, tomar uma refeição fora de casa, ou beber o nosso cafezinho a seguir ao almoço, que vamos ficar mais pobres!

Boas contas!

O Meu Canto está em destaque!

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Obrigada Pedro, e obrigada ao Sapo!
Fico muito feliz por ver "Marta - O meu canto" em destaque!
Foi um presente muito bem vindo nesta segunda-feira, que me mostra que vale a pena continuar a escrever, e que um dia chega a nossa vez!
  
 

Se soubesse que não iria falhar...

...casava-me!? (novamente)

 

Acho que qualquer pessoa, se soubesse à partida que não iria falhar, faria tudo aquilo que muitas vezes não faz ou hesita em arriscar, por não saber se irá dar certo ou não.

E, se é certo que, "estando deitados, não corremos o risco de cair, mas também não andamos para lado nenhum", que é o mesmo que dizer que, apesar de não haver certezas, mais vale arriscar e viver, do que ficarmos parados e quietinhos na nossa zona de conforto, também é certo que, por vezes, precisamos mais de segurança do que aventuras!

Se nos dá prazer viver cada momento sem saber o que dali poderá resultar, ou o que o futuro nos reserva, e ir descobrindo aos poucos, também seria bom se, uma vez por outra, nos levantassem uma pontinha do véu, se nos mostrassem uma pequena luz que nos iluminasse.

Se é verdade que é com os erros que aprendemos, e que precisamos de experimentar tudo na vida, porque só assim poderemos tirar partido desta nossa breve passagem, também é verdade que algumas vezes seria melhor saber como evitar certos acontecimentos, e seguir outro caminho.

Falhar é humano, e quase sempre vale mais tentar e falhar, do que nem sequer tentar. Digo quase sempre, porque acredito que há momentos em que é preferível fazer uma paragem. Cabe-nos a todos nós decidir! 

LORD OF THE DANCE

Vi este espectáculo no Pavilhão Atlântico e adorei!

São bailarinos fantásticos que, através da dança, contam uma história que poderia ser a de todos nós...

 
 

Lord of the Dance (Deus da Dança) é um dos mais famosos e aclamados espectáculos mundiais, de música e dança celta.

Criado, coreografado, estrelado e produzido por Michael Flatley - dançarino americano filho de irlandeses (que ganhou notoriedade no Riverdance), e cujo sonho era montar um espectáculo de dança capaz de ser exibido em arenas e estádios em vez de teatros tradicionais, e com música escrita por Ronan Hardiman, este espectáculo levou seis meses para se tornar realidade.

A história, baseada no personagem “Lord of the Dance” (Deus da Dança), na sua luta contra o senhor do mal "Don Dorcha" que queria conquistar “Planet Ireland” (Planeta Irlanda), e no tema "Amor contra Luxúria", traduz-se numa experiência única de movimentos, marcados pelo sincronismo e o rigor, em coreografias que exprimem a força da cultura tradicional irlandesa.

 

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