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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Férias

As férias este ano não me deixaram tempo para descansar!

A minha filha acordava cedo, e eu também não podia levantar muito mais tarde, para almoçarmos cedo e despachar tudo para passarmos as tardes na praia.

Depois, saíamos da praia, chegávamos a casa já à hora do jantar, e tinha novamente que despachar o dito, os banhos e arrumar tudo para no outro dia repetir a dose!

E escusado será dizer que, com crianças, nunca paramos quietos!

Mas valeu a pena! 

 

Done!

 

Que excelente ideia que o agrupamento de escolas e os professores tiveram, de entregar aos pais a lista de material escolar na reunião de fim de ano.

Assim, em vez de esperar pelo início das aulas e perder horas na fila da papelaria, já tenho tudo comprado e devidamente identificado, sem stress e correria!

Cheque Dentista

 

A minha filha foi, este ano, uma das contempladas com o já conhecido cheque dentista!

E até correu bem a experiência, tendo em conta que foi o primeiro contacto dela com dentistas.

Gostou muito da cadeira, que quase fazia de cama! Fez caretas com o líquido para bochechar! As perguntas sobre todos aqueles aparelhos e utensílios também não pararam. Fartou-se de estar de boca aberta tanto tempo, com o aspirador lá dentro.

Não tem cáries, por isso apenas aplicaram o selante nos primeiros molares e fizeram uma limpeza. Missão cumprida!

Há mar...e mar!

 

É incrível como o mar é capaz de mudar e se transformar tão rapidamente, de um extremo ao outro, quase como um ser humano passa de um estado de fúria, para outro de paz.

Por vezes, impõe respeito. Mete medo. Lá ao longe avistamos aquelas ondas que nos parecem enormes, a dirigirem-se para nós, cheias de força.

Quando tocam na areia, varrem tudo à sua passagem, desnorteadas.

Com a mesma força que nos empurram quando chegam, também nos puxam e arrastam com elas, quando partem.

Há alturas em que parecem mesmo não querer tréguas, surgindo umas atrás das outras, a ver quanto tempo aguentamos até sermos derrotados, à espera de uma oportunidade de nos enrolar com elas, de nos engolir…

Mas há momentos em que, pelo contrário, está calmo e sereno como se estivesse adormecido. As suas ondas embalam-nos. Mostram a bandeira da paz!

Vêm ao nosso encontro, tão pequenas e suaves, como se nos quisessem acariciar.

E que seria de mim sem esta bela e poderosa força da natureza…

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