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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Trabalho infantil

 

Falava eu, num post anterior, sobre a gratuitidade do ensino durante a escolaridade obrigatória. Ora, assim sendo, entendem os nossos governantes que os estudantes, nessas condições, não têm necessidade de trabalhar e por isso, ao abrigo da lei, estão proibidos de o fazer.

Todos aqueles que tenham mais de 16 anos e menos de 18 (partindo desta lógica serão apenas os jovens com 17 anos), só podem trabalhar se tiverem concluído a escolaridade obrigatória. Caso estejam a estudar, podem desempenhar tarefas leves, que não os prejudiquem a nível físico e mental.

Para todos os empregadores que não cumpram, as penas podem ir até 4 anos de cadeia. O objectivo, dizem eles, é “estimular o cumprimento da escolaridade obrigatória e combater o trabalho infantil”.

Assim sendo, só quando concluir o ensino secundário ou quando completar 18 anos, poderão aceder ao mercado de trabalho.

Então, e em relação a jovens pertencentes a outras faixas etárias, abaixo dos 18 anos, que lei se aplica?

E já agora, na actual situação em que estamos, em que o desemprego aumenta de dia para dia, em que todos os dias são despedidos trabalhadores, em que os jovens (e não só) vêem o seu futuro em risco, sem perspectivas de emprego, haverá trabalho para os estudantes?

Comer, brincar e dormir!

 

Parece que de vez em quando conversa mesmo connosco. Adora brincar com um cordel que lhe arranjámos, corre que nem uma doida, dá não sei quantos trambolhões e cambalhotas, gosta de se armar em trapezista e equilibrista nas cadeiras da cozinha, e tem queda para futebolista! Descobriu um balão quase vazio da minha filha e era vê-la como uma macaca a brincar com ele. Também simpatizou muito com as molas da roupa e com o ratito que o dono lhe comprou.
É muito traquina e atrevida: gosta de brincar com os cortinados e de saltar para a mesa da cozinha. Quando ralhamos com ela, esconde-se debaixo da cama!
É ciumenta e gosta de ter sempre companhia de volta dela para brincar. Gosta de me observar enquanto lhe limpo o caixote, e a seguir vai ajeitá-lo à maneira dela!
Não gosta muito de comer no prato dela, prefere tirar e comer no chão. É uma grande comilona mas, à hora das refeições, não toca na comida dela. Quer comer o mesmo que nós. De manhã, não descansa enquanto não lhe dou um bocadinho de Nestum. Alguma vez eu imaginei que um gato comesse Nestum!...

Também adora fiambre, peixe e carne. A ração dela come nos intervalos!  
Dorme na cama dela, mas utiliza-a mais como parque, para brincar. Gosta de dormir nas cadeiras da cozinha, e ao início, à noite, ia para as nossas camas. No outro dia, deitou-se em cima do meu pescoço! 

Tribunal de Júri

"A Comarca do Baixo Vouga acaba de anunciar os quatro jurados que participarão no julgamento de José Guedes, acusado de matar uma prostituta em Aveiro. O julgamento inicia-se a 15 de Outubro, no Tribunal de Aveiro.

A par dos três juízes, os quatro jurados efectivos decidirão não só quais os factos provados em julgamento, como o grau de eventual culpabilidade do arguido e o tipo de pena ou de medida de segurança a aplicar, em caso de condenação."

 

 

O Tribunal de Júri, embora não tão comum como noutros países, começa a ser cada vez mais utilizado em Portugal. E quase sempre por uma questão de estratégia, tanto pela acusação como pela defesa.

Pela defesa, de forma a atenuar a sentença. Pela acusação, em busca de uma pena severa.

Em ambos os casos, apela-se à razão, às emoções e ao coração do povo. E, assim sendo, a questão que se coloca é se serão estes julgamentos mais justos, ou se a injustiça permanece...

 

 

O novo membro da família!

 

Esta é a Tica - uma gatinha tigrada com 2 meses que levámos para casa. É o mais recente membro da família!

Apesar das minhas reservas quanto a termos um gato em casa a nosso cargo, a ideia seguiu adiante.

Como a Tica 1ª, agora rebaptizada de Boneca, só lá ia quando lhe apetecia, não podíamos sequer dizer que era nossa, já era grandinha para habituá-la a estar em casa e connosco, fomos buscar esta pequenina.

Claro que, agora, a Boneca ficou com ciúmes e até vai lá mais vezes, ou seja, entro em casa, tenho uma, saio de casa, tenho outra!

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