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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Tão querida...

Entre a Tica e eu há uma relação de reciprocidade: eu dou a mão ou o braço, ela dá as unhas e os dentes!

 

É também uma relação assente na solidariedade: "a minha dona teve uma má nota por causa da net, então agora retraço a factura que lhe mandaram"! E acreditem que a factura da Zon ficou em pior estado que a minha mão :)

 

Por outro lado, e como estamos em crise, a Tica aderiu à prática de bem poupar e quer levar o dono a seguir-lhe o exemplo. Por isso, depois de o dono ter feito a lista de compras para o próximo mês, a Tica apressou-se a rasgar uma parte dela! Tudo para que o dono não gaste muito no supermercado!

Autoridade não é autoritarismo

             

 

Hoje em dia, nesta nova geração de crianças, são muitas as que apresentam dificuldades em cumprir normas e regras básicas de convívio social, e em reconhecer fronteiras nas comunicações sociais, tanto entre iguais, como em relação aos adultos.

Para elas, há direitos, mas esquecem-se que também há deveres a serem cumpridos.

É importante que os pais, desde cedo, comecem a impor limites às crianças, fortalecendo comportamentos adequados, a sua adaptação ao meio social e o seu amadurecimento. Cabe aos pais a tarefa de definir regras e fomentar relações baseadas no respeito mútuo.

É certo que educar uma criança é um trabalho constante e, por vezes, complicado. Também é certo que não há um modelo de educação perfeito, e os pais são seres humanos que, como tal, podem cometer erros.

Ainda assim, devem ter competência para transformar os seus filhos, através de uma educação adequada, em adultos responsáveis, respeitadores e autónomos.

Mas o que significa, afinal, uma educação adequada?

Se, há uns anos atrás, reinava o autoritarismo, hoje pecamos, muitas vezes, pela excessiva permissividade que, como sabemos, não é o caminho a seguir.

Mais uma vez, digo – não podemos deixar as crianças fazerem tudo o que querem. Há que impor limites, estabelecer regras, exigir respeito, fazê-las compreender qual o papel de cada um de nós, e mostrar-lhes que quem manda em casa são os pais, tal como na escola mandam os professores.

Mas não confundamos autoridade com autoritarismo. Ao contrário do que algumas pessoas ainda pensam, o respeito, a obediência e o cumprimento de regras básicas, não devem ser impostos a qualquer custo.

A autoridade é uma atitude inteligente, porque dialoga e justifica, mas é firme nos seus princípios e limites, dando segurança e criando pessoas preparadas para a vida, participativas e socialmente responsáveis. 

 

Atitudes impulsivas, perda de controlo e gritos em forma de ameaça só contribuem para que a criança fique ansiosa, angustiada, com muito medo e perca a segurança que tem nos pais, ao mesmo tempo que mostram mais desequilíbrio que autoridade por parte destes, que tentam desesperadamente fazer-se obedecer.

A violência verbal é tão ou mais agressiva que a física, diminui a auto-estima da criança, prejudica a imagem que a criança tem de nós, e deve ser evitada.

Uma criança cujos pais impõem respeito aos gritos, vai ficar com a percepção que é essa a única forma correcta de agir, já que os pais são o seu modelo de referência.

Há um provérbio que diz: "Se educas o teu cavalo aos gritos, não esperes que te obedeça quando simplesmente lhe falas. Só te obedecerá quando lhe gritares.”.

Adultos equilibrados despertam confiança, enquanto adultos impulsivos criam crianças impulsivas. Auto controlo e tolerância às frustrações são aprendizagens fundamentais à criança, para viver em sociedade, e devem vir, em primeiro lugar, do exemplo da família.

O segredo está, então, em conjugar firmeza com flexibilidade, adoptando um estilo democrático em que os pais têm, por um lado, regras e limites bem definidos e explicados à criança, aplicados com justiça e coerência, e por outro, uma atitude afectuosa, dialogante e de proximidade.

Apesar de, algumas vezes, não termos a paciência necessária que a situação ou a criança nos exige, uma vez que dias difíceis nos provocam, por si só, cansaço ou irritação, convém construir uma relação de amizade e respeito mútuos. E isso consegue-se, acima de tudo, falando com a criança de forma firme, mas sem gritar, chamando-a à atenção de forma adequada à sua idade, sendo persistentes, explicando às crianças o que podem e devem ou não fazer e porquê, bem como as consequências que os seus actos podem ter.

Devemos fazê-las entender como as pessoas se sentem quando não age correctamente, e explicar-lhes que não gostamos desse tipo de comportamento, apesar de as amarmos.

Nem sempre é fácil pôr tudo isto em prática quando estamos perante filhos rebeldes que nos testam a todos os instantes. Por vezes, temos mesmo que falar mais alto com eles, aplicar alguns castigos e pode acontecer perdermos o controlo, mas convém que não se torne uma forma constante de nos fazermos respeitar e às regras que impusemos. Uma coisa é perdermos a cabeça pontualmente, outra é educar sistematicamente aos gritos.

Por último, convém ter em conta que cada criança é diferente das demais, e a educação deve ser personalizada a cada uma delas.

A Depressão


"É verdade que, actualmente, houve uma vulgarização ou generalização, no sentido de muitas vezes não se diferenciar entre um estado de tristeza considerado normal perante determinadas situações, e um estado continuado de tristeza e apatia, anormal, associado a outros indicadores que, aí sim, podem evidenciar um quadro de depressão."

 

Aqui fica o artigo do mês de novembro, que podem ler na íntegra no blog do Consultaclick, em  

 

http://consultaclick.pt/blog/2012/11/27/depressao/

O acolhimento

 

No que respeita às respostas de acolhimento extra-familiar, verificamos que existem diferentes soluções e diferentes serviços, tendo em conta o tipo de situação e as necessidades e características das crianças/ jovens.

A diversificação constitui uma tendência evolutiva, verificando-se a diferenciação em termos temporais, em termos de dimensão e estilo de liderança, bem como em função das crianças/ jovens atendidos e tratamento proporcionado, e ainda quanto ao número de crianças, regimes e modelos de funcionamento.

Existem, igualmente, diferenças entre as instituições públicas e privadas.

No entanto, apesar desta diversificação, há critérios que todos os estabelecimentos residenciais devem ter em consideração, e pelos quais se devem reger, para um aconselhável e correcto acolhimento destas crianças/ jovens. 

Domingo azarento

 

Ontem não foi sexta-feira 13, mas bem podia ter sido! Não houve nada que corresse bem :(

A Tica atirou com a árvore de Natal duas vezes, tentou destrui-la mais umas tantas, e as luzes avariaram.

O ferro de engomar lembrou-se de deitar água para a roupa acabadinha de secar na máquina, e tive que a pôr a secar novamente. Já para não falar que o quadro é tão fraquinho que, com apenas o ferro e a máquina ligados, disparou.

Mas pior mesmo, foi a treta (para não dizer outra coisa) da Internet que, sabe-se lá porquê, lembrou-se de ficar lenta. Mais lenta que um caracol parado! E precisamente no momento em que eu estava a fazer o exame final do curso!

Experimentei no computador da minha filha, nem sequer abria a plataforma. Bloqueava. Experimentei no do meu marido, consegui aceder ao exame. E pensei - ainda bem. Agora é concentrar-me e despachar-me para responder às 42 perguntas em 30 minutos. 

O exame era facílimo, apenas teria errado duas ou questões, o que teria dado uma nota final muito boa. E o tempo era mais que suficiente.

Mas a internet não colaborou, e pôs em causa a nota e um mês de curso. Todas as respostas dadas têm que ser por nós verificadas. Se não estiverem validadas, são consideradas não respondidas. Eu respondi a todas as perguntas. Mas no momento de verificá-las, demorei à volta de 2 minutos para cada uma. Resultado - só foram validadas 28, o que me deu uma nota final de 13 :(

Passei-me completamente - uma coisa é ter uma nota destas por ter errado as questões. Outra é ter uma nota da treta por problemas técnicos. E é ainda mais frustrante porque, muito embora todos os participantes façam os mini-testes em cada sessão, o que, juntamente com o exame final, dá uma média da disciplina, a nota que constará do certificado é, unica e exclusivamente, a do exame final. É muito injusto poder ter 17 ou 18 valores com base no que realmente sabia, e ter um básico 13.

Pior ainda, ficou o meu marido que, vendo-me naquele estado e tentando ser solidário, foi também fazer o exame. Só que apenas conseguiu validar umas 15 respostas, o que lhe deu 6 valores, e apenas terá direito a um mero certificado de frequência.

O que é feito da internet rápida quando precisamos dela?...

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