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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Avaliação do 2º Período

Dizia a minha filha para mim, horas antes da reunião sobre a avaliação escolar do 2º período:

"Mãe, traz-me boas notas!"

 

E eu respondi-lhe:

"Só te posso levar aquelas que tu tiveste!"

 

E as notícias que lhe levei foram boas: teve uma apreciação global de Bom (na casa dos 80's %), que com um bocadinho mais de esforço poderá facilmente subir para o Muito Bom.

 

A Matemática, teve uma recuperação surpreendente, depois do suficiente da última ficha do 1º período: em 5 fichas de avaliação que fez teve 3 Muito Bom, 1 Bom e 1 Excelente. A Língua Portuguesa, 1 Muito Bom e 1 Bom. A Estudo do Meio é que se manteve no Bom para as duas fichas.

 

 

Ela ficou contente!

 

 

 

 

E eu também! Valeu a pena o esforço e as horas perdidas a ajudá-la!

 

Sobre a trovoada...

Quando era nova, a minha mãe apanhou um valente susto com a trovoada e, a partir daí, até hoje, cada vez que ela marca presença, fica cheia de medo.

Já eu, sempre andei na rua a trovejar e nunca tive medo! A primeira vez que a trovoada me assustou, foi aí com os meus vinte e poucos anos, quando estava a ir de carro para casa, já de noite, e só via relâmpagos uns atrás dos outros durante todo o caminho. 

Mas há dois anos, por esta altura, o susto foi bem maior!

Estava a sair de casa, de manhã, para vir para o trabalho, e estava a chover e trovejar. Tinha andado meia dúzia de metros, quando de repente ficou tudo branco à minha volta, e quase simultaneamente, um estrondoso trovão pareceu deitar tudo abaixo.

Só me lembro de ter pensado que tinha morrido ali mesmo "Já fui"!

Fiquei em estado de choque! Desatei a chorar no meio da rua. Consegui ligar para o meu marido e ir falando com ele, enquanto caminhava até ao trabalho. Fui acalmando, embora algum tempo depois ainda tremesse!

A partir desse dia, fiquei como a minha mãe. Sempre que tenho que andar na rua com o tempo trovoada, começo a entrar em pânico. Cada relâmpago, cada salto! 

Já para não falar que, depois disso, caíram alguns relâmpagos aqui na zona, em prédios, casas ou edifícios. E, volta e meia, surgem notícias de estragos provocados pela trovoada, pessoas que morrem...

Para mim, trovoada, quero-a bem longe!

Março

"Em Março, chove cada dia um pedaço"

 

E que pedaço! Nunca o ditado assentou tão bem como este ano.

Chove, chove, chove...e não parece querer melhorar.

 

Se o Abril lhe seguir o exemplo, estamos feitos. Já estou farta deste tempo.

 

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