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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O Último Minuto

 

Até onde estamos dispostos a ir?

O que estamos dispostos a fazer para proteger ou salvar aqueles que amamos?

 

Sam Capra, que no livro anterior - Adrenalina - tudo fez para resgatar a sua mulher, em quem confiava plenamente, e o seu filho, das garras do "Nove Sóis", descobriu que a sua mulher era uma traidora, e que o seu filho tinha sido raptado (ou vendido) logo após o nascimento. Com a mulher que o arrastou para a conspiração e traiu a sua confiança, em coma, a sua única esperança e motivação para seguir em frente é encontrar o seu filho Daniel e destruir aqueles que lhe destruiram a vida.

Mas, para isso, vai ter de lutar, e cumprir a missão que lhe foi atribuída a troco da devolução do filho - matar o homem que tem o poder de desmascarar o grupo que mantém o seu filho prisioneiro.

E, nessa sua missão, vai contar com uma ajuda inesperada - uma mulher a quem supostamente roubaram a filha, com o objectivo de ajudar Sam a levar a bom porto a tarefa que lhe foi confiada. Tão simples como isto: Leonnie descobre onde está esse homem, Sam mata-o, e os filhos de ambos são devolvidos.

Claro que isto seria tudo demasiado simples!

Este livro vai revelar a história da moldava Mila, que no passado ajudou Sam e o trouxe para a Távola Redonda. E o porquê de a sua cabeça estar a prémio. August, amigo de Sam da época dos Projectos Especiais, também manter-se-á fiel à sua amizade. Vamos descobrir como tudo começou e quem criou os dois grupos.

Ao longo da trama são feitos vários avisos, em tom de ameaça, contra as crianças, se Sam e Leonnie falharem. Mas será que, depois de cumprida a missão, os bebés de ambos serão realmente devolvidos? Porquê fazê-lo quando os podem ter sempre na mão, não o fazendo?

E será que, como diz Mila, não podemos salvar e vingar ao mesmo tempo?

Qual será a escolha de Sam? Em quem poderá ele realmente confiar? O que acontecerá ao pequeno Daniel?

Leiam, e descubram todas as respostas! Para mim, conseguiu superar o Adrenalina!

Sobre a arrogância de uns...

 

...e a persuasão de outros!

 

Como já aqui disse, não tenho por hábito dar dinheiro a ninguém que me venha pedi-lo, seja para que causa for. A minha resposta é sempre "não estou interessada". Ou, quase sempre!

 

No outro dia veio cá uma senhora que começou por afirmar estar a fazer um serviço social na zona. O serviço social revelou-se uma angariação de fundos para uma instituição de crianças e jovens em risco. Nesse sentido, começou por me dar uma caixa para a mão, que eu pensei que fosse algum perfume mas que, afinal, era um relógio para homem, que estavam a vender por € 10,00, com oferta de outro igual. Respondi-lhe que não estava interessada. Mas, como se costuma dizer, mulher prevenida vale por duas e esta, já a pensar naqueles que provavelmente rejeitariam o relógio, trazia outra alternativa na "manga", que é como quem diz, na pasta - livros infantis!

Na compra de um, por € 5,00, oferta de outro. E assim me conseguiu convencer! Comprei um livro com jogos e receitas, e ofereceram o do Shrek 2. Ficou a minha filha a ganhar, e eu fiz a boa acção do dia, ao contribuir para uma instituição.

 

Uns dias mais tarde, apareceu um senhor, com um ar convencido, que logo me desagradou. Em primeiro lugar, parecia que a última coisa que lhe apetecia era estar a fazer esse "serviço". Depois, partiu do princípio que nós, só de olharmos, adivinhamos o que quer. Como isso não aconteceu, lá deu, com muito custo, uma explicação do que fazia - pedir dinheiro para ajudar uma instituição que acolhe "sem abrigo". Como lhe respondi que não estava interessada em ajudar, começou a reclamar, embora em tom irónico mas, ainda assim, a reclamar, como se fosse nossa obrigação ajudar todos aqueles que nos pedem.

 

Pois eu até posso ter muita vontade de ajudar, mas se vierem todos com a mesma atitude deste senhor, comigo não se safam! Porque a arrogância não é, sem dúvida, o melhor caminho para o conseguirem!

A revolta da natureza...

 

Está a chegar...

Eu sinto...todos nós sentimos...

Não sabemos quando mas está, sem dúvida, a caminho.

No chão, as folhas secas dançam em alegre rodopio! Levantam-se no ar, voltam a pousar, e correm em círculos, impulsionadas pelo vento.

Esse vento que sopra enraivecido, contra tudo, e contra todos.

No céu cinzento, nuvens escuras correm depressa, como se não houvesse tempo a perder. E, atrás destas, outras, e outras. Algumas, trazem a leve promessa de tréguas. Outras, mostram-nos que não nos devemos deixar enganar. Afinal, é só uma questão de tempo. 

Talvez agora, talvez mais logo, talvez amanhã...As primeiras gotas caem, e param. Ainda não chegou o momento...

Mas, por fim, pela noite fora, veio! E fez estragos.  

Hoje, parece que a natureza acalmou. E a sua sombria e assustadora revolta deu lugar a um magnífico céu azul!

Realidades inspiradoras (que não deveriam inspirar)

 

Hoje em dia, a ficção começa a perder o seu papel motivador de muitas das atrocidades cometidas por quem, supostamente, a ela está exposto e por ela se deixa influenciar.

Afinal, porquê tentar imitar algo que se leu num livro, ou viu num filme, quando existem cada vez mais casos reais que se podem recriar?

Não foi, precisamente, esse o caso do jovem que, tentando imitar os massacres ocorridos nos Estados Unidos (Columbine e Sandy Hook), tinha por objectivo matar, pelo menos, 60 pessoas?

Tinha um plano descrito em pormenor, onde constavam os materiais a utilizar, a estratégia e os objectivos, plano esse que terminava com fuga e suicídio.

Claro que, mais uma vez e apesar de, segundo consta, o seu comportamento até então indicar que algo que não estava bem, e tal poder ser interpretado como sinal de alerta, o agressor era alguém de quem a maioria das pessoas que o conheciam nunca iria suspeitar.

Temo que, infelizmente, muitos mais casos destes venham a acontecer, transformando-se numa praga viral que vai contagiando cada vez mais pessoas. Pessoas às quais são atribuídas perturbações mentais, ou algo do género para, de certa forma, justificar os seus actos.

Mas, que sofrem de perturbações mentais, disso não restam dúvidas, porque só alguém perturbado seria capaz de cometer crimes, seja de que espécie forem.

Resta saber se será esse o nosso futuro? Um mundo de alucinados que se matam uns aos outros para bater "recordes", por brincadeira ou, pior, sem nem saberem bem porquê... 

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