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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Praxei duas aranhas!

 

Deixei uma caixa, com a comida que a Tica não já não queria, no degrau do lado de fora, à porta de casa. Quando  fui buscá-la, a comida tinha desaparecido, mas estavam lá duas aranhas castanhas bem gordas!

Para início de praxe, pu-las a andar de carrocel: dei uns pontapés na caixa que a fizeram rodopiar.

A maior saltou para fora e foi esmagada por uma bota. A outra divertiu-se mais uns segundos, até que um looping a atirou ao chão, tendo o mesmo fim que a amiga.

Aqui em casa sou eu o "dux" e esta foi a forma de as integrar no meu meio!

 

P.S.: A cena vista ao vivo era mesmo para rir. Se eu fosse uma mulher destemida, tinha pegado na caixa, sacudido as aranhas e ido à minha vida. Mas como tenho pavor de aranhas, chegar perto da caixa estava fora de questão. Assim, andei aos chutos na caixa pelo quintal fora, à espera que se virasse e as aranhas saisse, para as matar, não fossem elas querer entrar lá em casa!

Onde falha a ponte entre o ensino e o mercado de trabalho

 

É sabido que o ensino paga-se, e bem! Por isso mesmo, quem não tem condições financeiras para custear os seus estudos, fica de fora.

Actualmente, 4 em cada 10 jovens não estuda porque não tem dinheiro. E os que tentam consegui-lo a trabalhar, acabam por não ter tempo para dedicar aos estudos e, por isso, desistem. Mas não é esse o único motivo para o abandono. A descrença no sistema de ensino também tem dado o seu contributo.

De acordo com um estudo efectuado, apenas 47% dos jovens acreditam que os seus estudos universitários melhoram as perspectivas de emprego. Já os empregadores, afirmam não encontrar nos jovens as qualificações que precisam, nem preencher vagas por não haver candidatos com as competências adequadas.

Onde falha, então, a ponte entre o ensino e o mercado de trabalho?

Segundo o relatório Mckenzie, não só em Portugal como em toda a Europa, há um "desfazamento  entre aquilo que os sistemas de educação oferecem e as necessidades dos empregadores". Esse desfazamento leva à escassez de competências, prejudicando as aspirações da juventude e a prosperidade futura. Estaremos perante países onde a população jovem não irá estudar, nem trabalhar.

Nesse sentido, seria importante que políticos, educadores e empresários unissem esforços, analisassem com novos olhos a realidade, compartilhassem ideias e opiniões, e colaborassem mais entre si, para restabelecer a ponte fundamental ao crescimento e sucesso, que um dia se quebrou.

 

 

O "fenómeno" Violetta!

 

No outro dia, fui à papelaria comprar a revista das Winx para a minha filha, e a senhora que me atendeu perguntou-me se eu não queria levar também a revista da Violetta. Disse-lhe que não. Não fazia a mínima ideia de quem era. Mas, segundo a dita senhora, era o que estava agora na moda.

Uns dias mais tarde, ouço a minha filha falar da Violetta. Associei, então, uma coisa à outra!

Daí em diante, nunca mais ouvi falar de outra coisa. O tempo livre da minha filha é passado a ver a série da Violetta, a ouvir as músicas da Violetta, a falar das personagens da Violetta. Nas papelarias, já se vê imenso merchandising da Violetta. Na escola, passam o cd da Violetta e conversa-se sobre isso.

Parece que o mundo à minha volta se rendeu e está viciado na Violetta. A minha filha também!

O que pode ser pior que isso? Pior que isso, é que eu própria fui atingida pelo vírus Violetta! E é ver-me ficar parada a ver uns bocadinhos dos episódios, e cantar com a minha filha em espanhol!

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