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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sumo de laranja muito nutritivo!

 

Quem me conhece sabe que eu sou a mulher da fruta, e que quase todos os dias faço sumo de laranja natural para beber.

O meu marido, como foi passar uns dias a casa dos avós, trouxe-me de lá do pomar umas laranjas, que costumam ser boas, além de não srem tratadas com quaisquer químicos.

Ontem, como uma delas já estava a começar a estragar-se, cortei essa metade e, com mais uma, fiz sumo.

Assim que provo, fiz logo caretas. O sumo não sabia nada bem. Ponho-me a olhar para o copo, para o sumo lá dentro, e vejo umas lagartinhas brancas a boiar! Deitei logo o raio do sumo pelo cano abaixo, bebi água para disfarçar, mas parecia que ainda tinha as bichinhas a circular aqui na garganta. 

Já há muitos anos, por pouco não mastiguei uma lagarta verdinha que estava nas couves cozidas. E uma vez apareceu-me à frente um prato de arroz com formigas.

Será que estas coisas só me acontecem a mim?

 

Na Wook existem grandes coincidências!

 

No ano passado mandei vir 3 livros escolares pela Wook. Ao fim de um dia ou dois, estavam cá, sem qualquer problema.

Este ano, e porque me compensava mais mandar vir os livros da Wook (com desconto imediato e em plano poupança) do que comprá-los na livraria do costume, fiz a encomenda online.

A Wook avisa de imediato que, tratando-se de livros escolares, pode haver atrasos na encomenda. E, de facto, quando fui consultar o estado da mesma, verifiquei que tinham todos os livros reservados à excepção do livro de Ciências Naturais, que estava encomendado ao fornecedor.

Aguardei 3 semanas. Afinal, se tivesse encomendado na livraria, também tinha que esperar que eles viessem. Mas como não enviavam os restantes sem terem aquele, e porque já tinha passado tanto tempo, enviei um email a perguntar se tinham alguma previsão, e se seria melhor mandar vir a restante encomenda, e cancelar aquele artigo, para comprar noutro lado. 

Responderam-me aquilo que eu já sabia e tinha visto no site, ou seja, nada que me ajudasse!

Esperei mais uns dias até que, já farta de esperar, selecionei a opção "enviar já os artigos disponíveis". Fui avisada que isso implicaria alterações ao valor da encomenda, nomeadamente, nos portes de envio para o livro que ainda estava pendente, mas segui em frente.

No dia em que paguei o valor adicional, verifiquei no site que os livros apareciam enviados, mas a encomenda continuava em processamento. Talvez devido ao outro livro, que continuava encomendado ao fornecedor. 

Um dia depois de toda esta operação, recebo um email a dizer que a minha encomenda tinha sido enviada. Todos os livros! Incluindo aquele que antes estava encomendado ao fornecedor!

Ou seja, no dia em que peço para me enviarem os outros e pago o valor adicional dos portes, enviam-me a primeira encomenda. No dia seguinte, por pura e mera coincidência, o livro que até áquele momento estava encomendado, chegou miraculosamente, e é-me imediatamente enviado!

E ainda dizem que não há coincidências!

 

As princesas da vida real também vivem felizes para sempre?!

Charlene pôs o seu marido chorar de emoção na cerimónia comemorativa da subida de Alberto II ao trono do Mónaco com estas simples palavras: “És o príncipe do meu coração!”.

Depois de vários rumores sobre um casamento de conveniência, uma relação sem amor, traições por parte de Alberto e outros mais, eis que surgem em público bastante unidos e românticos.

Mas quanto do que passam cá para fora é real, ou puro teatro monárquico?

Serão estas princesas, na vida real, tão felizes como nos contos de fadas? Haverá para elas o famoso "viveram felizes para sempre"?

É que nem sempre estas futuras princesas são bem aceites pelos membros da família real, nem pelo seu povo, e têm de passar por provas nem sempre fáceis e abdicar de muita coisa, muitas vezes, até, da própria família.

Charlene era uma nadadora olímpica que se apaixonou pelo príncipe Alberto, e ficaram noivos. Para se tornar princesa, teve que se tornar membro da Igreja Católica (foi criada como protestante), receber catequismo nessa igreja, aprender o dialecto monegasco, o protocolo da corte europeia, e a língua francesa. 

 

 

Já Grace Kelly, uma estrela de Hollywood norte americana, que abandonou a sua vida artística para casar com o príncipe Rainier, só com muito esforço se tornou a princesa adorada e influente de que todos têm memória. O povo teve, no início, alguma dificuldade em aceitar esta mulher.

 

 

Letizia Ortiz também teve a sua dose de não aceitação, desta feita por parte dos próprios sogros que não viram com bons olhos a união do príncipe Felipe com uma jornalista, divorciada, de classe média.

Aparentemente, o amor falou mais alto e mantém-se. 

 

 

Para os lados de Inglaterra, temos uma princesa que pouco tem dado que falar pela negativa. Foi, aparentemente bem aceite pela família real, sobretudo pela matriarca Isabel II. Há quem a compare à princesa Diana, falecida mãe do seu marido.

No entanto, foi recentemente, criticada por uma professora da Oxford, que a acusou de somente procriar para assegurar o futuro da dinastia, e de não ter cultura nem inteligência.

 

 

Diana, que sonhava em constituir uma família e viver um casamento feliz, esteve longe de concretizar os seus desejos. As supostas traições de Carlos, bem a forma como era tratada tanto pelo marido como pela sogra, são alguns dos motivos apontados para o casamento ter ido por água abaixo.

 

O meu problema com a comédia...

 

É que ela, raramente, me faz rir!

Sou um "bicho" raro e diferente dos restantes humanos que conheço, mas ponham-me a ver um filme ou algo banal que pelo meio até tem umas cenas engraçadas, e sou capaz de rir com gosto.

Ponham-me filmes de comédias à frente, ou artistas de stand up comedy e afins, e é ver-me ouvir e olhar para eles e pensar "onde é que está a piada?".

E não pensem que sou uma pessoa deprimida e triste com a vida, porque já me tenho rido muito com as coisas mais estapafúrdias, e isso faz-me imensamente feliz. Mas não gosto de ter que rir porque é suposto, principalmente, quando tudo parece exagerado e forçado.

Tive mais um exemplo disso quando assisti, no fim de semana, ao Money Drop, com o Eduardo Madeira e o António Raminhos. Conseguiram um feito maior que os antecessores, ao me arrancarem um ou dois sorrisos. Mas, enquanto toda a plateia ria a bandeiras despregadas, ao não conseguia perceber porque é que cada palavra ou gesto deles conseguia ter esse efeito nas pessoas, porque a mim não me dava vontade de rir. Só os conseguia achar ainda mais tolinhos, quem sabe a representar um papel pré definido (mas não muito bem desempenhado), e imaginava alguém com uma placa virada para a plateia o tempo todo com a palavra de ordem "RIR"!

 

Desafio das cores

 

A Inês do blog omundodaines propôs-me este desafio das cores!

E é simples - basta responder a primeira coisa que associamos ou nos vem à cabeça quando pensamos numa determinada cor.

 

1. No que penso quando imagino a cor vermelha?

    Em sangue.

 

2. No que penso quando imagino a cor verde?

    Em relva.

 

3. No que penso quando imagino a cor azul?

    No mar e no céu.

 

4. No que penso quando imagino a cor amarela?

    No sol.

 

5. No que penso quando imagino a cor violeta?

    Em alfazema.

 

6. No que penso quando imagino a cor rosa?

    Em meninas.

 

7. No que penso quando imagino a cor laranja?

    No fogo.

 

Quem quiser pode pegar no desafio, responder e acrescentar as cores que quiser!

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