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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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À Conversa com Cambraia

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O projeto Cambraia nasceu no início de 2007, pela mão de Ricardo Daniel e Tiago Barbosa, mas só agora estão a apresentar o seu primeiro trabalho “Concordar Com Gente Grande”, que ficou disponível para venda no passado dia 23 de outubro, e já pode ser ouvido em quase todas as plataformas digitais.

 

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Em Novembro, fizeram um ensaio/concerto na Sociedade Recreativa Sobredense (Sobreda da Caparica),com entrada livre. No entanto, a apresentação oficial está marcada para amanhã, na sala do Cine Incrível, em Almada.

Pode não ser ainda uma banda muito conhecida do público português mas, além da aposta da Vodafone, ao adquirir o tema-single de apresentação “Apenas Um Sorriso” e da MEO, através da venda do tema como waiting ring, também a Farol Música incluiu este mesmo single na compilação digital H1T2016.

São eles os convidados desta semana da rubrica “À Conversa com…” a quem, desde já, agradeço a disponibilidade.

 

 

 

Marta: Quem são os Cambraia? Que elementos compõem a banda?

Tiago: O projecto nasce em 2007 comigo (voz e piano) a compor a música e com o Ricardo (bateria) a escrever os poemas. A nós juntaram-se em estúdio e em palco o Luís Pinto (baixo), o António Soares (guitarra eléctrica), o Pedro Soares (guitarra acústica) e a Catarina Anacleto (violoncelo).

 

Marta: Como é que nasceu este projeto?

Tiago: Eu e o Ricardo partilhámos casa entre 2007 e 2009 num período particularmente difícil das nossas vidas e durante esse tempo encontrámos em Cambraia a cura para as nossas feridas emocionais e quando demos por nós tínhamos um conjunto de canções muito diferentes e interessantes nas mãos.

 

Marta: Como caracterizam a vossa música?

Tiago: Tudo começa com as palavras do Ricardo e com a nossa magnífica língua portuguesa. As palavras da nossa língua contêm em si uma musicalidade muito própria que, uma vez apuradas e respeitadas, levam-me com alguma facilidade e naturalidade às canções. É música para toda a gente ouvir. É universal.

 

Marta: O vosso primeiro disco intitula-se “Concordar Com Gente Grande”. Como é que chegaram a este nome?

Tiago: o Ricardo diz que chegou a esse título (que também o é de uma das canções do disco) quando pensava em vários significados possíveis em vários contextos sociais. Gente grande pode ser gente boa ou gente poderosa e influente e não tão boa. Fica sempre no ar um tom irónico e jocoso que caracteriza os Cambraia como proposta artística.

 

Marta: Cantar em português é uma escolha a manter em próximos trabalhos?

Tiago: Sim. Cambraia só nos faz sentido se for em português, até porque ambicionamos transmitir a nossa identidade como nação através das nossas canções. Esse é o nosso principal objectivo: a busca da portugalidade.

 

Marta: Como é que o público tem reagido à vossa música?

Tiago: Até agora temos tido reacções muito boas, calorosas, orgulhosas. Toda a gente reconhece já nos Cambraia uma identidade artística bem vincada, o que, para um primeiro disco, é para mim algo surpreendente.

 

Marta: Os Cambraia caracterizam-se pelo recurso ao acústico. Consideram que é uma forma de melhor transmitir aquilo que sentem e a mensagem que querem passar?

Tiago: eu diria que a base é toda acústica mas quisemos juntar uma espécie de uma nódoa (não em sentido prejorativo) através da guitarra eléctrica por vezes ambiental e até psicadélica do António. Não gostamos das coisas sempre muito bonitinhas e brilhantes. Mas uma vez que queremos fazer música moderna recorrendo também a sonoridades tradicionais de Portugal, isso leva-nos a preservar os instrumentos acústicos e assim ficarmos mais perto dessa portugalidade que desejamos transmitir cá dentro e lá fora.

 

Marta: Utilizando alguns dos vossos temas, o que esperam vir a alcançar com este trabalho? “Apenas um Sorriso”, que seja “Bom de se Lembrar”, ou que o público passe a “Concordar Com Gente Grande” que os Cambraia são uma boa aposta, e não apenas “Fingir Só Que Sim”?

Tiago: Queremos descobrir o vosso “Terno Olhar” ao ouvirem a nossa música e que ela vos leve ao céu ou mesmo “Rente Ao Chão” numa viagem pela vida que tem sempre altos e baixos e só assim é interessante de se viver.

 

Marta: Parece que o Tiago entrou no espírito desta brincadeira com as palavras! Mais uma vez, obrigada por esta vossa participação!

Tiago: Nós é que agradecemos o teu interesse e saudamos efusivamente o teu trabalho de divulgação da arte em geral e da música em particular!

 

Aqui ficam os links para poderem seguir de perto os Cambraia:

https://www.facebook.com/bandacambraia/?fref=ts 

http://ricardoalexdaniel.wix.com/cambraia

 

E o single "Apenas um sorriso"

 

Esta conversa teve o apoio da Farol Música, que estabeleceu o contacto com os Cambraia e cedeu todas as imagens. 

 

 

 

À Conversa com Ricardo Morais

 

 

Ricardo Morais, também conhecido por RM, está, desde tenra idade, ligado à música, tendo começado a cantar aos 5 anos.

Para além do seu talento vocal para, Ricardo aprendeu também a tocar piano sozinho e, mais tarde, na escola, guitarra.

Graças à sua participação num concurso Europeu em Bruxelas do Jovem Consumidor, em 1996, deixou a sua escola nos quadros de finalistas.

Foi também com a sua banda, Euterpe, formada por colegas de escola que gravou um EP.

Sem nunca deixar o mundo da música, Ricardo começou então a fazer a sua produção musical, e a compor novas músicas.

Em 2006, Ricardo participou no regresso do Festival da Canção, com o tema "Nunca mais te digo adeus". 

Destes anos de experiência na música surge agora um novo trabalho, cujo single de estreia é o tema Dark Angel.

As últimas composições começaram a ser preparadas no início de 2015, e a 25 de Junho foi lançado o videoclip do single Dark Angel.

Quem já o ouviu sabe que Ricardo Morais é um daqueles artistas que passa as suas emoções e momentos de vida através da sua música.

O Ricardo é o convidado de hoje da rubrica “À Conversa com…”.

 

 

 

Marta: Para quem ainda não o conhece, quem é o Ricardo?

RM: Ricardo Morais é um jovem rapaz que não tem papas na língua, é teimoso, sincero, adora andar de bicicleta, jogar à bola, não se fica por um não, passa por cima das adversidades à sua maneira.

 

Marta: De onde surgiu o seu gosto pela música?

RM: O gosto pela musica surgiu aos meus 5 anos de idade, onde comecei a cantar fado, no entanto daí para a frente começei de forma mais detalhada a fazer as minhas escolhas musicais.

 

Marta: Em 2006, o Ricardo levou o tema “Nunca Mais Te Digo Adeus” ao Festival da Canção. Considera que ainda se faz boa música em Portugal para este tipo de concursos, ou estamos a perder qualidade relativamente a umas décadas atrás?

RM: Infelizmente estamos a perder qualidade. Não houve evolução e nos dias que correm para se fazer algo deste genero, temos de tirar a pala dos olhos.

 

Marta: Como define o seu estilo musical?

RM: Ao contrário do que a maioria costuma responder, eu não vou dizer que é rock ou pop, etc. na verdade são uns quantos estilos num só. Vou aproveitar para criar um estilo para responder a esta entrevista, vou chamar-lhe o estilo RM.

 

Marta: Para além de “Dark Angel”, o single de estreia, este seu trabalho conta com temas como “Burn It”, “Don’t Give Up”, ou “Show Them Your Blood” Porquê a escolha do inglês?

RM: Tal como em tudo o que faço, tenho de sentir o que faço e a questão de cantar em inglês é algo que me fascina, sonoridade, expressão e consigo contar as minhas histórias para mais pessoas cantando em inglês.

 

Marta: Quais são as expectativas para este primeiro álbum que está a ser preparado?

RM: Não crio expectativas, criar expectativas é um erro! Crio um trabalho em que acredito e deixo que a energia que se forma à volta do mesmo me dê algumas cordenadas para eu poder navegar e me organizar de forma a obter o sucesso do mesmo.

 

Marta: Quais são os seus planos para 2016?

RM: Ter um ano pouco sossegado, com alguns concertos mas especialmente preparar bem as coisas para 2017, pois 2017 vai ser o ano de uma surpresa agradável.

 

E nós vamos, certamente, ficar à espera dessa surpresa!

 

Aproveito para vos dizer que o Ricardo Morais vai estar hoje à noite, a partir das 23.30h, no Bruxa Bar, em Lisboa, para uma noite de música descontraída e num ambiente intimista. Vão até lá ouvi-lo!

Podem também segui-lo nas redes sociais, onde Ricardo tem por hábito publicar algum material feito ao vivo em estúdio e, como o próprio afirmou, "ao estilo de concerto especial para os que gostam de me ouvir e me pedem sempre por mais".

 

Enquanto isso, deixo-vos aqui o single Dark Angel:

 

 

E os links onde poderão acompanhar Ricardo Morais.

https://www.facebook.com/RicardoMoraisOfficial/?fref=ts

http://www.ricardomorais.pt

 

 

Esta conversa foi proporcionada pela On Tour Eventos, que cedeu também a imagem e o vídeo.

A culpa é da máquina!

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Não satisfeita com o golpe no dedo, agora lesiono o joelho.

A minha máquina de secar é de exaustão e, por isso mesmo, tenho que a ter perto da janela, para que o vapor saia pelo tubo, para a rua. Ora, como o tubo está muito curto, o espaço entre a máquina e a janela é mínimo.

Mas eu esqueci-me desse pormenor quando tive que passar pela máquina para ir à dispensa e, quando dei por isso, ao levantar a perna para passar por cima do tubo, já tinha dado uma valente joelhada no bico do tampo desta.

Na altura doeu-me, mas continuei na minha vidinha. Só à noite é que vi que, para além de uma nódoa bem negra, também tinha feito ferida!

 

 

As casas Ronald McDonald

 

“Naquela noite, ninguém poderia imaginar o que estaria para acontecer. Era só mais uma consulta, após a da semana anterior, para saber ao certo o que se passava com a sua filha, cujos sintomas, ao invés de melhorar, agravaram. A médica examinou-a, e disse para a mãe “pois, é o que eu suspeitava, vai cá ficar internada”.

Foi uma semana, dividida entre casa e hospital, a almoçar e jantar no refeitório, e a dormir naquele desconfortável sofá azul, da sala onde a menina estava internada. Felizmente, apesar de invulgar, a doença não era grave, e a menina acabou por ter alta uma semana depois.”

 

Agora, imaginem casos mais complicados, crianças com doenças graves ou prolongadas, que têm que se deslocar constantemente a hospitais, que muitas vezes ficam longe das suas casas, para receberem tratamentos, ou que se encontram hospitalizadas. Podem ali permanecer dias, meses e até anos.

Imaginem o impacto que uma situação dessas pode causar na vida familiar dessas crianças, e o estado psicológico dos familiares que passam a “viver” no hospital, a observar todo o tipo de situações que ali decorrem, muitas vezes dormindo em cadeiras, mal se alimentando, só para ficarem perto dos filhos.

Nem sempre esses pais têm condições financeiras que lhes permitam suportar os custos de um alojamento que, muitas vezes, se localiza longe do hospital.

Foi com o intuito de ajudar estas pessoas que surgiu o conceito de “casa longe de casa”.

Existem actualmente algumas instituições que o aplicam e criaram instalações para esse fim, tanto em Portugal como no resto do mundo. Uma dessas instituições é a Fundação Infantil Ronald McDonald.

Para saberem mais sobre estas casas, leiam o artigo completo na edição deste mês da BLOGAZINE (págs. 6 e 7).

 

 

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