Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

À Conversa com Marta Dias

 

 

 

Vinte anos depois do lançamento de Y.U.É., o primeiro disco de Marta Dias, a Farol Música editou, a 28 de abril, a compilação digital “ESSE MEU AMOR – BEST OF”, que reúne os temas mais emblemáticos da cantora.
De “YUÉ” a “QUANTAS TRIBOS”, Marta Dias iniciou e concluiu um ciclo de pesquisa da sua identidade e raízes, que a levou desde sempre a criar canções em nome próprio que interrogam precisamente essa identidade, feita de múltiplas origens (Portugal, São Tomé e Príncipe e Goa).
A compilação abre com uma canção inédita, “Esse Meu Amor”, que marca o regresso à escrita de canções por Marta Dias, e é uma parceria da cantora e letrista e do músico Carlos Barreto Xavier.
Para ficar a conhecer melhor a Marta, deixo-vos aqui a entrevista que a artista concedeu a este cantinho, e a quem desde já agradeço!
 
 
 
 
 

k15771734.jpg

 

 

Quem é a Marta Dias?

Uma cantora de origem afro-goesa, que afirmou o seu lugar na música com uma pesquisa constante dessas origens.

 

 

Como é que nasceu a sua paixão pela música?

A minha mãe foi actriz amadora e sempre incentivou nos filhos o gosto pelas artes. Desde pequena que gosto de cantar, e fui sempre apoiada nesse interesse.

 

 

A Marta é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Esta área conjuga-se, de alguma forma, com a música, influenciando a forma como compõe os seus temas e como transmite a mensagem de cada um deles?

É claro que as nossas vivências não são estanques, e, portanto, é provável que tenha influenciado, sim. Não tenho propriamente presente uma influência direta do meu curso na escrita de canções, uma vez que estudei Inglês e Alemão, mas acredito que, no trabalho com as línguas, tenha aperfeiçoado a minha escrita também.

 

 

Embora já tivesse participado em alguns projetos musicais, Y.U.É. foi o seu primeiro trabalho a solo, lançado em 1997. Como recorda, hoje, essa experiência?

Foi muito interessante, a vários níveis. Foi a primeira vez que escrevi letras para canções (“Gritar” foi a primeira), foi a primeira vez que participei no processo total de gravação e produção de um disco, e foi muito especial, porque foi o início de uma viagem que continua até hoje.

 

 

 

 

 

A 28 de abril deste ano, foi lançada a compilação digital “Esse Meu Amor – Best Of”, que reúne alguns dos seus temas mais emblemáticos. Que balanço faz destes 20 anos de carreira?

Achei curioso, porque, ao refletir sobre estes vinte anos e sobre os temas que integram esta compilação digital, apercebi-me de que procurei sempre colocar os resultados desta busca identitária em primeiro plano, busca que se conclui em “Quantas Tribos”, lançado no ano passado. Foi um ciclo interessante, em termos pessoais, que se cumpriu este ano com o lançamento desta compilação.

 

 

É possível, ao ouvirmos esta compilação, perceber a sua evolução a nível musical, nomeadamente, na pesquisa de identidade e raízes, nos géneros musicais que foi percorrendo, e no encontro de uma expressão própria?

Acho que sim. Desde as influências de trip-hop e acid jazz de “Yué” até às sonoridades afro-jazzísticas de “Quantas Tribos”, passando por abordagens ao fado em “Aqui”, creio que consolidei métodos e processos de composição, que se reflectem nas canções escolhidas para esta compilação. Algumas são mais marcadas pelo tempo do que outras, mas todas incluem essa pesquisa e esse interesse.

 

 

“Esse Meu Amor”, canção inédita que marca o seu regresso à escrita de canções, é uma parceria com o músico Carlos Barreto Xavier, que tem acompanhado o seu percurso desde o seu início. Como é trabalhar com este compositor, intérprete e produtor?

É extraordinário. O Carlos é um excelente compositor, que entende as minhas letras e as melodias que lhe trago com sensibilidade, mas com bom senso! Isto quer dizer que procura o melhor registo para a minha voz e para a canção, e compõe adaptando-se a esse mesmo registo.

 

 

Ao longo da sua carreira, a Marta teve ainda oportunidade de colaborar com músicos como Fernando Alvim, António Chainho ou Ney Matogrosso. No futuro, com que artista mais gostaria de colaborar?

Foi muito bom ter cantado com estes artistas todos, mas realço o Fernando Alvim, pela gentileza e pelo cavalheirismo, além da incrível sensibilidade musical. Não tenho propriamente artistas com quem gostaria de cantar, embora haja muitas pessoas que aprecie. O futuro dirá.

 

 

O objetivo do lançamento desta antologia é apenas fechar um ciclo, celebrando os 20 anos de carreira, e a forma como tudo começou, ou também dar início a um novo ciclo, onde haverá uma outra Marta Dias a descobrir, e novos trabalhos a conhecer?

Sem dúvida, dar início a um novo ciclo. Agora interessa-me aperfeiçoar a escrita de letras e canções, continuar e melhorar o processo de criação musical.

 

 

Para além das plataformas digitais, e das rádios, de que forma poderá o público ouvir a Marta Dias?

Planeamos alguns concertos para o final deste ano, e pretendemos dar a ouvir novidades muito em breve.

 

 

Muito obrigada!

 

Obrigada eu, Marta! 

Marta Dias

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e vídeo.

 

 

 

 

 

RX - OWAN

 owan promo sweet symphony.jpg

 

Depois do álbum “And Now You”, os OWAN regressam em 2017 com novo trabalho.

“The Colour of Dreams” é o single de apresentação do novo álbum "Sweet Symphony" editado a 5 de Maio em formato digital.

Fiquem a saber mais sobre este trabalho, e sobre os Owan, neste RX a que Danniel Boone, em representação da banda, se submeteu!

 

 

 

Resultado de imagem para rx

 

Pegando no novo álbum dos OWAN, e no título e temas que o compõem, de que forma completariam as seguintes expressões:

 

 

Resultado de imagem para owan sweet symphony album


“Sweet Symphony” - Para os OWAN, uma doce sinfonia é...
(Danniel Boone): Para os OWAN "Sweet Symphony" é mesmo este álbum... embora haja várias doces sinfonias nas nossas vidas...
Decidimos chamar o álbum de "Sweet Symphony", não só pelo facto de a banda regressar à formação origina,l mas também pelo facto de os temas serem mais alegres e com mais musicalidade, e por último mas não menos importante, o facto de continuar a ter temas escritos para os meus filhos... e há lá mais doce sinfonia que os nosso filhos.

 


“You Say (Hello)” – O contato com o público deve ir além de um simples “Olá”? Há alguma história engraçada que tenham acontecido numa interpelação por parte do público aos OWAN, e que queiram partilhar?
(Danniel Boone): Deve ir muito mais além, e é isso que tentamos fazer em cada concerto, porque temos a consciência que a maior parte das pessoas, que nos estão a ver ao vivo neste momento, fazem-no pela primeira vez. Infelizmente ainda não temos histórias engraçadas... O que tem sido engraçado é a nossa reação ao ver o público a cantar e a aplaudir os nosso temas.

 

 


“The Colour Of Dreams” - De que cor são os sonhos dos OWAN?
(Danniel Boone): Os sonhos dos OWAN são de muitas cores, muitos palcos, muitas canções. Mas também trabalhamos para isso... independentemente de ainda não estarmos no circuito "mainstream" ...
Vamos ver que cor nos está reservada para os nossos futuros sonhos com uma certeza: de fazermos aquilo que gostamos.

 

 

“Did You Call for Me” – Quem gostariam de “chamar” a partilhar o palco convosco?

(Danniel Boone): O "Did You Call For Me" foi escrito a pensar noutras vivências com pessoas que me são chegadas... não estava necessariamente a pensar em vivências em cima de um palco.
Os meus ídolos musicais infelizmente agora já não estão neste mundo e já que era a "sonhar" (esta seria mais uma cor de um sonho... (risos) gostaria de partilhar o palco com o Chris Cornell.

 


“To You My Son (Lullaby)” - A melhor mensagem a transmitir a um filho?
(Danniel Boone): Se é a melhor mensagem não sei... mas é certamente de coração...
Escrevi este tema quando o meu filho nasceu e sei que, mesmo depois de eu partir, ele poderá encontrar as palavras do pai nesta e noutras musicas... Será uma maneira de eu sempre poder comunicar e de me expressar com os meus filhos.

 


“On Your Own” – Em determinados momentos da vida, nomeadamente, no percurso musical, é importante e positivo ficar apenas por vossa conta, ou mais produtivo e enriquecedor trabalhar em equipa?
(Danniel Boone): Ora aqui está uma pergunta impertinente. Mas eu respondo (risos).
É assim mesmo que estamos ... por nossa conta. Mas somos uma boa equipa...
OWAN (Danniel Boone, Miguel Peixoto e Joel Maia), produtor Quico Serrano, lyrics advisor & voice coach Inês Vicente e o Alberto Almeida na imagem.
A questão é que assim ainda é metade de uma equipa... A outra metade é um agente, um manager e, claro, conseguires passar a tua música nas rádio nacionais... que tão impossível parece ser... Falta essa "metade" da equipa... e essa metade faz sempre muita diferença...mas nós chegamos lá! 

 

 

Este álbum caracteriza-se por uma maior maturidade, mais musicalidade, e mais “happy”. São essas as principais diferenças relativamente ao seu antecessor?
(Danniel Boone): É natural haver diferenças, mau seria se não houvessem... não vamos ter os álbuns todos iguais... gosto de diferenças... Muita coisa mudou desde o lançamento do "And Now You"...
Já lá vão 3 anos desde o primeiro álbum .... são mais 3 anos de vivências musicais, os quais pude ir trabalhando com o Quico, com o Miguel e o Joel. É natural chegarmos a outros resultados e explorarmos outros ambientes.

 


“Scream Your Name” – Para que o público possa “gritar” muito por vocês, e acompanhar-vos ao vivo, onde estarão os OWAN nos próximos meses?
(Danniel Boone): Já fizemos alguns concertos e claro já estamos a tocar o Sweet Symphony... Entre os quais estivemos na Semana Europeia da Juventude em Ermesinde, no Festival Fica na Cidade no Funchal e no Festival MaioÀbrir em Abgragão.
Agora a 17 de Junho estamos em Portimão pela Rádio Alvor FM e a 20 de Agosto estamos na Agrival em Penafiel e estamos a tratar de confirmar algumas datas que ainda estão pendentes.

 

Muito obrigada, Danniel!

 

 

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e vídeos.

Quando estamos habituados às pessoas

Resultado de imagem para desenhos de médico veterinário

 

É tão bom quando precisamos de algum serviço, e somos bem atendidos;

Quando quem nos atende é atencioso, prestável, e nos explica tudo de forma a compreendermos bem as coisas;

Quando esses profissionais se mostram atentos e preocupados, mas também felizes quando tudo corre bem;

É tão bom ter um desses profissionais que conheça bem a história, e siga todo o percurso ao longo das várias etapas;

 

Quando assim é, ficamos habituados e não queremos outra coisa! Neste caso, e sempre que possível, era sempre para este veterinário - Dr. Daniel - que marcávamos as consultas das nossas meninas. A última vez que falámos com ele, foi para lhe dar a notícia de que a Amora tinha melhorado da incontinência.

 

Agora que tínhamos as vacinas para marcar, liguei para o hospital e, quando me perguntaram se tinha preferência por algum médico, pedi para marcarem para esse médico.

E foi com supresa que, do outro lado, me informam que este médico veterinário tirou uma licença sem vencimento e, como tal, sem previsão de quando, ou se, voltará a trabalhar no hospital.

Habituarmo-nos às pessoas tem destas coisas. Não é que não haja outros bons profissionais no hospital, que os há. Aliás, poucos foram os médicos que não trataram, em alguma ocasião, as nossas bichanas. Mas como toda a gente, também nós tínhamos uma preferência.

 

Assim, tivemos que marcar para outro médico, um novo que está a substituir o Dr. Daniel. E, apesar de tudo, tivemos sorte porque nos pareceu também um excelente médico, com uma forma de lidar com os animais e com os donos muito semelhante ao seu antecessor.

Sendo assim, embora espere não precisar tão cedo, a haver necessidade, está eleito o próximo "doutor" da Becas e da Amora!

 

 

 

 

Era uma vez um episódio de infância...

 

...que contei à MISS UNICORN, e que ela partilhou com todos na sua rubrica, só para que vejam que eu, em tempos, fui amiga dos animais, nomeadamente dos peixinhos!

 

(Claro que omiti a parte em que matei um peixe de aquário por excesso de comida, e que me entretinha muitas vezes a observar o sofrimento das formigas a morrerem afogadas, depois de as colocar dentro de água!)

 

Vão lá espreitar!

 

 

Regras estranhas do facebook

Resultado de imagem para facebook

 

No passado domingo, a minha filha teve uma apresentação de dança na Casa do Povo de Mafra, no âmbito da celebração do aniversário desta.

O meu marido gravou o vídeo da apresentação, claro!

A turma é composta por várias crianças, entre os 6 e os 12 anos, que se inscreveram nas aulas do Criactiv Dance.

Na apresentação, foram utilizadas diversas músicas, de artistas como Diogo Piçarra, Calvin Harris e Rihanna, Anselmo Ralph e Bruno Mars.

 

No momento em que vamos publicar o vídeo no facebook, recebemos uma mensagem de alerta, de que o vídeo não tinha sido publicado, porque um único e simples motivo. Conseguem adivinhar?

 

 

a) O vídeo tem menores que podem não querer ser identificados, ou não devem ser identificados sem autorização dos pais

 

b) O vídeo contém uma coreografia, propriedade de um estúdio de dança, que não deve ser reproduzida

 

c) O vídeo contém uma música "24K Magic" de Bruno Mars da qual não detém os direitos de autor

 

 

O que é que vos parece mais lógico?

 

 

Pois foi mesmo a última opção! 

Ou seja, nenhuma das outras músicas nem artistas detém, ao que parece, direitos de autor. O único entrave era a música do Bruno Mars. Logo daquele que até já foi, ele próprio, acusado de plágio.

 

Mas, mais grave que isso, é não ter sido sequer um alerta para preservação dos menores que participaram no vídeo.

Realmente, o facebook tem regras um pouco estranhas no que respeita ao que permite ou não que se publique na sua rede.

Estivessem quem de direito mais atento a tudo o que lá se publica, e todos ganharíamos mais com isso.

  • Blogs Portugal

  • BP