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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Perguntas parvas...ou talvez não #2

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Colocar objectos nos lugares de estacionamento, para impedir que os carros lá estacionem, é legal?

 

Várias vezes vejo lugares de estacionamento ocupados com os mais diversos objectos, desde baldes, latas, madeira, caixas e por aí fora, para impedir que lá estacionem, por motivos que só quem lá colocou saberá.

Há pouco tempo, foi no estacionamento ao pé de casa que isso aconteceu. Neste caso, percebi que era porque uns vizinhos estavam a lavar o exterior da casa com uma mangueira, e era para evitar molhar e sujar os carros.

 

Ainda assim, pergunto-me: será legal?

 

Se o estacionamento é de todos, sem qualquer lugar reservado, pode um morador, ou proprietário de estabelecimento, fazer isso?

Mesmo que os seus fundamentos sejam válidos, o que na maioria das vezes não é, não deveria ser preciso uma autorização ou licença específica para impedir o estacionamento, que ficasse à vista de todos, como fazem com as obras?

 

É que dá vontade de tirar de lá os ditos objectos, e estacionar ali mesmo, para não se armarem em espertos!

 

A Caixa Geral de Depósitos no seu melhor!

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Antigamente, quando a caderneta da CGD chegava ao fim, a própria máquina dava uma caderneta nova.

Agora, temos que ir ao balcão e esperar uma eternidade para sermos atendidos.

 

Ao perguntar a um dos funcionários, o mesmo disse-me para tirar uma senha para Caixas e uma para Outros Serviços, e ver qual chamavam primeiro. 

Como fui chamada para Outros Serviços, aproveitei para perguntar como estava a situação da conta que eu nem sabia que ainda estava aberta, em meu nome e do meu ex marido.

A funcionária verificou que ainda estava aberta. Expliquei-lhe que eu tinha ido lá assinar em Agosto, e a colega depois enviara para a Malveira, onde o meu ex marido assinou há cerca de 2 semanas, e que depois seria devolvido a Mafra para cancelar.

Aqui em Mafra tinham cópia do envio para a Malveira, mas não sabiam de mais nada: nem se o documento estava ainda na Malveira, se vinha pelo caminho, ou se já tinha chegado cá.

"Ah e tal, se o seu ex marido lhe souber dizer com quem é que falou, para eu perguntar a essa colega. É que assim é difícil, tinha que perguntar a todos."

E ainda sugeriu, imaginem, assinar um novo documento!

 

"Desculpe lá, mas isso não tem cabimento nenhum. Assinámos os documentos há 8 anos, para cancelar a conta, e não o fizeram. Assinámos agora outro, e não sabem onde anda. Não andamos aqui a brincar."

 

Na Malveira não sabiam de nada.

Perguntei, só por curiosidade, o que acontecia se a conta continuasse aberta, e como procediam caso não conseguissem de todo contactar um dos titulares.

 

"Ah e tal, fica sempre aberta. Por vezes há campanhas em que a CGD vê que a conta não é movimentada, e encerra automaticamente. Neste caso, não nos responsabilizamos. Enviámos o documento para a Malveira."

 

Fiquei de falar com o meu ex marido, para ver se ele se lembrava da pessoa que o tinha atendido. Liguei à funcionária a dar as indicações.

Hoje, ligou-me ela, a dizer que o tal documento andava extraviado, mas já tinha aparecido e a conta foi, finalmente, cancelada! 

Se eu não perguntasse, e deixasse andar, daqui a uns anos estariam novamente a dizer-me que a conta ainda continuava aberta.

Pelo sim, pelo não, vou lá ao almoço buscar o comprovativo do encerramento, não vá o diabo tecê-las!

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