Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

À Conversa com Draft Park

Composta por Laura Oliveira (voz), Luís Branco (piano/synth), Miguel Fernandes  

(bateria), Paulo Gaspar (baixo), André Seixas (guitarra/synth) e Ricardo Rocha (guitarra), esta banda minhota aposta em músicas em português e em inglês, para o seu primeiro álbum.  

 

Draft Park foi o nome escolhido para a banda, e é também o título do seu primeiro trabalho.  

Para nos dar a conhecer melhor este projeto, convidei os Draft Park para estarem connosco na rubrica “À Conversa com…”, e aproveito para agradecer a disponibilidade que demonstraram em participar.  

  

 

Porquê Draft Park para nome da banda?  

O projecto nasceu a partir da curiosidade de experimentar sons, ambientes e instrumentais. O propósito era fazer música de uma forma desprovida de género ou língua. Dado este processo, draft park simboliza um espaço de liberdade criativa para os “rascunhos” necessários até chegar ao resultado final.  

 

Como é que surgiu este projeto musical? Já se conheciam ou os elementos foram sendo integrados à medida que o projeto ganhava asas?   

Inicialmente houve somente a vontade de fazer música, só depois a de criar o projeto. Os temas foram ganhando forma e personalidade, ao ponto de fazer sentido que fossem materializados num álbum e apresentados ao vivo por uma banda. Todos nos conhecíamos à vários anos e já nos tínhamos cruzamos noutras formações como músicos freelancer. O convite para integrar o projeto foi aceite por todos e assim nasceram os “draft park”.  

 

Como é que caracterizam este vosso primeiro álbum?  

É um álbum que pretende servir a mensagem das canções, tentando passá­la de uma forma positiva. Nos concertos ao vivo temos como principal objetivo que as pessoas saiam da sala ou recinto, um bocadinho mais felizes ou motivadas do que quando entraram. Se isso acontecer é sinal de que a mensagem passou, o que nos deixa com sentido de dever cumprido.  

 

Como é que definem o vosso estilo musical?  

Como o processo criativo não foi vedado a um estilo específico, o resultado final traduz­se provavelmente numa fusão entre o pop, o rock e o jazz. De qualquer forma nunca foi um tema central durante a fase de composição.  

 

Onde é que os vossos fãs podem adquirir o álbum de estreia dos Draft Park?  

O álbum está disponível fisicamente nas FNAC e em formato digital nas principais plataformas de venda como iTunes ou Bandcamp. Também está disponível em vários serviços de streaming como Spotify, MEO Music, entre outros.  

 

Neste primeiro trabalho têm composições tanto em português, como a música “Saber de Ti”, como em inglês, como é o caso de “The Way Around” ou “Burns and Bruises”, por exemplo. Em que língua gostam mais de cantar?  

Cada uma tem o seu encanto. Em português sentimos uma responsabilidade acrescida nas composições. Talvez tenhamos mais cuidado com as várias interpretações possíveis do poema o que leva a uma escolha mais criteriosa das palavras utilizadas. Quando apresentamos o álbum em concerto penso que não haja uma preferência pela língua de cada tema.  

 

Qual tem sido o feedback do público relativamente ao vosso trabalho?  

Tem sido muito positivo. Gostamos de ouvir todas as críticas, sejam boas ou más, e aprendemos imenso com a perceção dos outros. De qualquer forma, em todos os concertos sentimos uma energia muito positiva durante e após a performance. As pessoas fazem questão de levar um disco para casa, coisa que não é muito habitual nos dias de hoje, o que nos deixa realizados. O recente videoclip da “Burns and Bruises” também foi muito acarinhado pelo público.  

 

Quais são os vossos planos para este novo ano?  

Estamos a preparar uma tour em trio por bares e espaços mais pequenos, a começar já no próximo mês de fevereiro. Simultâneamente, vamos recomeçar o processo criativo no “parque” do costume. :)  

 

Onde é que vamos poder ouvir os Draft Park ao longo deste ano? Já têm algumas atuações agendadas?  

A próxima data é dia 27 de fevereiro na Casa da Cultura, em Ponte da Barca. Podem seguir todas as novidades da banda assim como a agenda em draftpark.com ou na nossa página de facebook facebook.com/draftpark .  

  

Mais uma vez, obrigada por terem aceitado este convite!  

Nós é que agradecemos, muito obrigado pela preferência.  

  

Para mais informações e novidades sobre os Draft Park podem consultar o seu site oficial http://www.draftpark.com/  

ou a sua página do Facebook ­ ​https://www.facebook.com/draftpark/

 

Deixo-vos aqui o vídeo de Burns and Bruises:

 

  • Blogs Portugal

  • BP

  • 7 comentários

    Comentar post