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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Opinar ou ficar calado

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Uma opinião é apenas uma opinião, um ponto de vista. Não é, de todo, uma certeza ou verdade absoluta.

Uma opinião vale o que vale. Para alguns, muito. Para outros, pouco. E para muitos, nada.

E para quê exprimir a opinião sobre determinado assunto, quando nem sequer foi pedida?

E, ainda que tenha sido pedida, para quê perdermos tempo a opinar, se sabemos que nada do que dissermos vai servir para alguma coisa, ou sequer ser tido em conta?

Para quê opinar, se isso pode trazer mais dissabores do que resultados práticos? 

 

Assim, na maior parte das vezes, é preferível mantermo-nos calados, e guardar a nossa opinião para nós mesmos. Cada um sabe de si. E nós temos é que nos preocupar connosco e com a nossa vida. Os outros que se preocupem com a deles.

 

No entanto, por muito que tente manter esta postura, quando dou por mim, lá está mais uma opinião a sair sem ter sido convidada a tal.

É que, perante determinadas situações, é difícil controlar aquilo que pensamos, e evitar que saia cá para fora aquilo que achamos que não está correcto. Mas, depois, lá me apercebo de que é tempo perdido, e energia gasta desnecessariamente, e calo-me.

Para tempos depois voltar a distrair-me, e soltar mais uma opinião! É mais forte que eu!

 

E por aí, também são mais de opinar, ou de calar?

 

 

Começou o 3º período e...

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...estamos a dois meses das férias grandes de verão!

 

 

Os estudantes estão na última etapa desta prova que começou lá atrás, em setembro de 2016. 

Nesta fase, embora tenham tido uma pausa para férias durante a Páscoa, já estão cansados. Os dias maiores e ensolarados, já os fazem mais querer passear, estar na rua, e não fechados dentro das salas de aula. Os professores terão mais dificuldades em captar a atenção dos alunos, que tendem a dispersar-se, talvez ainda mais que no resto do ano.

 

É o período mais pequeno do ano lectivo, em que se farão provavelmente, menos testes, e haverá menos meios alternativos para avaliação. Há quem diga que o segundo período é a oportunidade de subir as notas relativamente ao primeiro período, e o terceiro período a etapa de consolidação dessas mesmas notas. Há quem veja esta última etapa como pouco necessária, produtiva, útil.

 

Por outro lado, não é sempre nas últimas etapas que vamos buscar forças onde achamos que já não existiam? Não é nestas fases que ganhamos uma energia extra, e damos tudo por tudo para chegar ao fim com uma boa classificação?

Então, que os estudantes, neste terceiro período, consigam ganhar o alento necessário para recuperar de eventuais "acidentes de percurso", e mostrem que ainda é possível, com esforço, aproveitar da melhor forma estes dois meses de aulas, para que cheguem ao final do ano lectivo com a sensação de "missão cumprida", e possam ainda mais desfrutar das férias e do verão que vem a caminho!

 

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Se souberem, digam-me!

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Qual é o segredo de muitas mulheres para:

 

  • andar todos os dias com o cabelo perfeito, como se tivessem acabado de vir da cabeleireira
  • permanecer perfumadas como se tivessem acabado de começar o dia, sem ter levado com fumos, cheiro de fritos e afins
  • aguentar um dia inteiro em cima de saltos altos, como se estivessem de ténis ou sabrinas
  • andar com tão pouca roupa, de saia e camisa, pernas à mostra ou com casaquinho fino, mesmo naqueles dias em que está um frio insuportável
  • andar de sapatinhos, quando está a cair um temporal capaz de molhar os pés até a quem anda de botas
  • chegar ao fim de um dia de trabalho cheias de vitalidade e energia e, se for preciso, prontas para uma noitada

 

Alguém por aí sabe?

Centrar ou dispersar?

 

O que é que valerá mais a pena - centrarmos todas as nossas energias na concretização de um projeto de cada vez, ou dispersá-las por vários ao mesmo tempo, correndo o risco de não dar conta deles todos?

Não é mau ter vários objectivos a alcançar e concretizar, mas até que ponto estaremos inteiramente focados neles, e conseguiremos levá-los a bom porto?

Se conseguirmos fazê-lo, melhor! Mas seria bom pensar bem nas nossas prioridades, naquilo que realmente queremos, na necessidade de realizar tudo ao mesmo tempo, e no tempo que teremos para tudo isso, antes de tomar qualquer decisão precipitada.

Sobretudo, quando essas decisões definirão o nosso futuro.

Por muito que queiramos, não podemos fazer o tempo aumentar nem tão pouco andar com ele para a frente, e não devemos pôr a carroça à frente dos bois, porque pode dar mau resultado.

O problema de, muitas vezes, querermos agarrar tudo o que nos aparece pela frente é que, embora no início pareça fácil, com o tempo pode-se revelar uma tarefa mais complicada, pode começar a pesar, as nossas mãos podem ser insuficientes, e corremos o risco de deixar cair ao chão algumas dessas coisas que não quisémos antes deixar. Nesse caso, acabamos por perdê-las na mesma.

Subir vários degraus de cada vez é possível. Dedicarmo-nos a alguns projectos diferentes também. Mas pode dar muito mau resultado. Em vez de estarmos focados a 100% numa única meta, estaremos divididos em três ou quatro diferentes, e com a nossa atenção reduzida a pouco mais de 25% para cada uma delas, o que pode não ser suficiente para nenhuma.

A ambição, com conta peso e medida, é saudável. Em demasia, nem por isso. E, de tanto querermos tudo, podemos acabar por ficar sem nada!

 

Só cansaço, ou algo mais?

 

No outro dia, a propósito de uma cena da telenovela da noite, em que um jornalista sugeria a outro beber uma bebida energética, para se aguentar desperto e com energia, comentei eu com a minha filha que, também eu, andava a precisar de um Red Bull! Ou de umas vitaminas.

É que a minha energia anda mesmo muito reduzida, principalmente aos feriados e fins de semana :)

Se tiver que acordar cedo, durante a semana, ou mesmo ao fim-de-semana, e tiver várias coisas para fazer, até canso quem me vê a trabalhar, ou a andar de um lado para o outro.

Mas se me deixo dormir até mais tarde, parece que o meu botão de ignição não liga. E quando liga, o corpo anda a fazer tudo muito lentamente, em velocidade caracol!

Sabem aquela sensação de quererem que o corpo mexa, e ele não o faz? Aquela sensação de apagão total, em que os olhos ainda abriram e ponderaram assim ficar, mas logo se fecharam? Pois é assim que eu ando!

Ontem acordei, pela terceira vez nessa manhã, pouco depois das 11h. Levantei-me, para me ir deitar no sofá a ver televisão. Levantei-me do sofá para me ir sentar na cozinha a almoçar, e de lá voltei para o sofá, até às 17h. E só a essa hora é que me obriguei a fazer tudo o que tinha a fazer, e já com alguma energia.

Hoje, acordei cedo, mas sinto-me mais enérgica!

Será que vou ter que me levantar cedo todos os dias, daqui em diante, para não ser afectada pelo cansaço?

 

 

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