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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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À Conversa com os The Code

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Os The Code, banda oriunda de S. Miguel (Açores), e formada por Marisa Oliveira (voz), Félix Medeiros (guitarra), Amadeu Medeiros (bateria), Hugo Medeiros (teclados) e André Ferreira (baixo), apresentam hoje o seu primeiro trabalho de originais - o EP “Estrada”, em formato digital.
Percorrendo vários estilos, desde o funk ao pop, passando pelo rock e pelo jazz, os temas que compõem o EP não irão deixar ninguém indiferente.
Aqui fica a entrevista que os The Code concederam a este cantinho, e a quem desde já agradeço!
 

 

 

 

Como é que surgiram os The Code?

Já nos conhecíamos, pois tivemos um projecto musical em 2004 (“Anjos Negros”). Começámos muito novinhos nesta estrada. Por motivos pessoais, tivemos de nos separar. Os The Code surgiram mais tarde em 2012, como que por “brincadeira”. Reuníamo-nos no nosso estúdio, juntávamos ideias, criávamos músicas, gravávamos e … quis o destino encaminhar-nos de novo para esta ESTRADA da música.

 

 

Muitos artistas, tanto das ilhas dos Açores, como da Madeira, afirmam que não há muitas oportunidades para aí vingarem na música, procurando uma oportunidade no continente. Na vossa opinião, consideram que o facto de serem oriundos dos Açores representa, de alguma forma, um entrave ao vosso trabalho?

O mundo das artes, é, infelizmente, um mundo um quanto “ingrato”. Não sabemos bem porquê… Deveríamos estar mais integrados, ser mais valorizados e apoiados pela sociedade…

No entanto, temos muito orgulho em ser insulares. Vivemos no Paraíso!

Não acreditamos que a insularidade seja um entrave para sermos bem-sucedidos ou reconhecidos nacionalmente. Trabalho, dedicação e perseverança são as chaves do mérito e sucesso.

 

 

Como foi todo o processo de produção deste primeiro trabalho da banda?

Demos por nós e “plim”… Tinhamos o EP nas nossas mãos!

Foi fantástico e tão gratificante todo o tempo que passámos a criar, a ver e a rever pormenores, cada um com o seu contributo, cada um com a sua sensibilidade pessoal e musical. Desde a primeira ideia daquilo que se iria tentar criar até àquilo que hoje chega até vós, está aqui o nosso testemunho de dedicação, esforço e amor pelo nosso projecto e pela Música.

 

 

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“Estrada” é o nome do vosso EP de originais, a ser lançado hoje, em formato digital. Gostariam que 2017 fosse passado a percorrer as diversas estradas de Portugal, e não só, para dar a conhecer o vosso trabalho?

É verdade. Dia 10 de Março será um dia a recordar. É um marco nas nossas vidas!

Sem dúvida alguma. Temos a força e a vontade para percorrer as nossas estradas de lés a lés e mostrar o nosso trabalho ao Povo Português! Se as estradas forem estrangeiras… Estamos aqui para isso!

 

 

Entre os temas que compõem este EP, podemos encontrar “É o Amor”, cantado em português, e “Hope Song” ou “What’s Wrong With You”, em inglês. Em qual dos idiomas se sentem mais confortáveis a cantar?

Marisa – Na realidade, quando escrevi as letras que das músicas do EP não me apercebi que criar em inglês ou em português seria mais fácil ou mais difícil ou se seria mais confortável ou menos confortável. Pode parecer “cliché”, mas escrevi e escrevo o que me vai na alma em determinado momento. Escrever é mais minucioso. É para rimar? A métrica está adequada? Estou a passar a mensagem correta? Transmito o sentimento que quero transmitir?

Canto o que escrevo, logo a maior parte do “desconforto” já está feito. Mas, a Língua Portuguesa é tão nossa e tão delicada quando cantada que torna-se uma grande responsabilidade fazer-lhe jus.

 

 

Sobre o que nos falam as vossas músicas?

Tentamos passar a mensagem de “um mundo melhor”.

A mensagem é para todos sem excepção a começar por nós!

Cada um de nós pode fazer a diferença.

Nunca é tarde para mudar, para fazer o bem, para perdoar.

 

 

Nos vários temas, percorrem vários estilos musicais diferentes, como o funk, o pop, o rock ou até o jazz. Quais são as vossas principais referências a nível musical, e de que forma influenciaram esta fusão de estilos na vossa música?

As nossas referências musicais vão desde Bruno Mars a Pat Metheny. Isto para enfatizar o facto de que ouvimos de tudo um pouco: jazz, funk, rock, pop, soul, etc.

Quando compomos usamos um pouco de cada estilo, conscientemente, ou não! Podemos afirmar que o nosso “produto final” compõe-se por uma fusão musical muito diversificada, mas sempre muito nossa!

Costuma-se dizer que somos aquilo que pensamos… No nosso caso, em particular, somos aquilo que ouvimos!

E a nossa banda, tal como outras, é isto… Junção de várias ideias e ideais, dedicação, trabalho, perseverança e carinho para com esta arte.

  

 

A vossa primeira atuação ao vivo ocorreu há cerca de dois anos, na ilha de S. Miguel. Nesta nova etapa, em que palco mais gostariam de atuar?

Sim, o nosso primeiro concerto ao vivo foi em Dezembro de 2015 na Mitolândia, espaço onde já atuámos por várias vezes. Coincidência, ou não, foi em Novembro de 2016, neste mesmo bar, que fomos “descobertos”! Fomos encaminhados para a Farol Música e aqui estamos nós de mãos dadas a abraçar este projecto. Para nós todas as nossas atuações são únicas e especiais… Mas, claro que seria de outro mundo divulgar a nossa música em palcos como, por exemplo, o NOS Alive, o Rock in Rio, ou tantos outros grandes palcos que temos em Portugal.

Entretanto… vamos dando pequenos passos. Cada passo faz-nos ir um pouco mais longe do que estávamos antes!

  

 

Quais são os objectivos que a banda gostaria de ver concretizados num futuro próximo?

Por enquanto, estamos a lançar o nosso EP em formato digital e estamos tão gratos, orgulhosos e maravilhados com este feito. Mais à frente, seria óptimo poder lançar um primeiro álbum. Temos mais alguns temas “arrumados” nas nossas gavetas que, para nós, são tão especiais e bonitos quanto estes três.

O nosso objectivo é, principalmente, mover e tocar as pessoas com a nossa garra e mensagem. A música é universal. A música, tal como o amor, move multidões.

 

 

Partindo dos temas do EP, pergunto:

O que é, para vocês, o Amor?

O amor é tão difícil de descrever. Cada um sente e dá amor à sua maneira e do jeito que melhor sabe. Mas, amor é amor. Não se quantifica nem se qualifica. Tal como a música é algo muito pessoal. Faz-nos sentir vivos e cheios por dentro.

O amor, tal como o definimos no nosso tema “é dar e receber e receber e dar de volta”… É “perdoar os nossos erros e lutar”!

 

 

Qual é a vossa “Hope Song”, aquela que vos transmite esperança, confiança, força?

Poderíamos eleger muitas “Hope Songs”. Há inúmeros temas que nos transmitem esses sentimentos. Mas, vamos eleger a nossa “Hope Song”!

A música carrega uma mensagem muito positiva e uma “wake up call” para nós, que estamos tão “cegos” com o materialismo e outras coisas supérfluas. Citando e traduzindo a Hope Song, “nós podemos fazer a diferença, a nossa religião deveria ser o Amor”!

Faz-nos ter esperança no Amanhã.

 

Muito obrigada! 

 

Obrigado.

The CODE

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

À Conversa com os SQUEEZE THEEZE PLEEZE

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A banda convidada de hoje já anda no mundo da música há cerca de 14 anos, já participou em festivais, atuou com artistas internacionais bastante conhecidos, e viu algumas das suas músicas fazerem parte de telenovelas portuguesas.

Com 3 álbuns no seu percurso, e após uma pausa dedicada a outros projetos, 2016 marca o seu regresso com o EP “Mais Fácil”.
São os SQUEEZE THEEZE PLEEZE!
 

 

 

 

Quem são os SQUEEZE THEEZE PLEEZE?

Os Squeeze são Pedro Assalino (voz) e Pedro Fonseca (guitarra), juntos musicalmente há quase 20 anos, com mais de 100 musicas escritas em conjunto, e que estarão para sempre ligados à música.

 

A vossa banda formou-se em 2002, há cerca de 14 anos. Como definiriam o vosso percurso na música, ao longo destes anos?

Com altos e baixos, com momentos bons e menos bons, mas por alguma razão ainda aqui estamos e essa razão é a tal paixão pela música, só quem cria música, boa ou má, que uns gostam e outros não, é que sabe do que falamos. Sensações únicas.

 

Já fizeram primeiras partes de concertos de artistas como Cranberries ou Alanis Morissete, entre outros. Como foi essa experiência?

Brutal, claro.

 

Depois do primeiro álbum “Open”, em 2002, “Flatline”, em 2005, e “One Life Is Not Enough”, em 2008, os SQUEEZE THEEZE PLEEZE regressam em 2016 com um novo trabalho. O que vos levou a esta pausa de 8 anos?

Na realidade nunca estivemos parados, juntos formámos outros projetos, gravámos outros discos, ou seja, nunca parámos verdadeiramente, chegou o momento de voltar aos squeeze.

 

 

 

 

“Mais Fácil” é o nome do EP e também do single de apresentação. Sobre o que nos fala este vosso novo trabalho e as músicas que o compõem?

Fala daquilo que poderíamos ser se não tivéssemos medo de arriscar, do potencial que cada um tem dentro de si, a maior parte das vezes nunca revelado.

 

O que há de diferente neste novo trabalho, relativamente aos anteriores?

Estamos diferentes, mais velhos, com uma visão diferente do mundo e de nós próprios, e isso reflete-se na música que fazemos.

 

Este tema é o único em português. É mais fácil, para vocês, cantar em inglês?

É mais fácil em inglês, mas temos mais temas em português na calha, é um processo de habituação.

 

Como definem o vosso estilo musical?

Pop/Rock? …risos

 

Tendo em conta o vosso longo percurso no mundo da música, consideram que é, atualmente, mais fácil para os novos artistas lançarem-se numa carreira musical, ou pelo contrário, é uma tarefa mais difícil que há uns anos atrás?

Mais fácil por um lado, todos podemos gravar um bom trabalho com pouco dinheiro, mais difícil porque a concorrência é feroz.

 

O vosso EP foi lançado em formato digital a 25 de novembro. Que feedback têm recebido por parte do público?

Até agora tem sido muito bom, mas ainda estamos no processo de “re-acordar”…a banda e os seus fãs. Tudo a seu tempo.

 

Se tivessem que escolher um artista/ banda da atualidade para fazer a primeira parte de um concerto vosso, quem seria?

Ahahahha adorariamos ter o Dave Grohl a abrir um concerto nosso…ahahha

 

Já têm concertos agendados para os próximos meses?

Já temos algumas atuações a serem agendadas, mas como o EP saiu há muito pouco tempo, para já o nosso foco é promover o mesmo J.

 

Muito obrigada, e votos de muito sucesso!

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 

À Conversa com WAZE

 

O convidado de hoje da rubrica "À Conversa com..." é o WAZE, que lançou em novembro o seu primeiro EP "Ilusão". Deixo-vos aqui a entrevista:

 

 

 

 

 

Quem é o WAZE?

O WAZE antes de tudo é o Bernardo Magno Rodrigues, um jovem de 17 anos que tal como todos os outros teve até á data muitas desilusões e muitas felicidades que fazem dele a pessoa que é hoje, e a sua personalidade transparece nas suas músicas visto que estas não são mais que um reflexo da sua pessoa.

 

Como é que a música surgiu na tua vida?

A música surgiu na minha vida numa fase em que eu sentia que precisava de desabafar o que estava dentro de mim e o que sentia, fui-me refugiando na música ouvindo outros artistas até que chegou o momento que achei que estava na hora de eu passar a minha mensagem.

 

Quem são as tuas maiores inspirações a nível musical?

Neste momento a minha maior inspiração a nível musical são os artistas G-son e Zara-G membros pertencentes ao grupo WET BED GANG, visto que eles conseguem fazer com que eu sinta as músicas em vez de apenas ouvi-las, o que a meu ver é fundamental.

 

 

 

 

“Ilusão” é o teu primeiro EP, lançado a 18 de novembro. Que expectativas tens relativamente a este trabalho?

Sinceramente não gosto de depositar muitas expectativas nos meus projetos, prefiro ser surpreendido como tem vindo a acontecer até à data, mas estou bastante satisfeito com o resultado deste projeto até agora.

 

“Crazy”, o single de apresentação, e “Abstrato” são alguns dos novos temas que se juntam aos já conhecidos temas “Cuida de Mim”, “Ninguém como Tu” e “Primeiro Dia”, todos eles em português. Cantar em português foi sempre um dos teus objetivos?

Sim, porque eu acho que se não cantasse em Português nunca iria conseguir passar a minha mensagem da mesma forma, acho que no meu caso, a essência da minha música incide principalmente nas letras e na fácil compreensão das mesmas, por isso não acho que fizesse sentido cantar em outra língua que não a minha.

 

Os temas deste EP falam de amor e de relações. As letras são da tua autoria?

Sim. Todas as minhas letras são escritas por mim e todas elas relatam experiências que vivi, o que permite que as minhas músicas, como já referi, sejam um reflexo da minha pessoa.

 

Quais são aqueles que consideras os teus pontos mais fortes a nível musical?

Penso que os meus pontos mais fortes são a capacidade de escrever letras simples, em que os jovens se identificam, e também a capacidade de fundir o Rap com o RNB de uma forma bastante natural.

 

No tema “Primeiro Dia” tiveste a colaboração do Pedro Gonçalves. Como foi essa experiência?

Foi uma experiência incrível, porque eu sempre apreciei a carga emocional que ele transmitia ao cantar, e já o acompanhava desde o programa “The Voice”, portanto acho que ambos aprendemos muito um com o outro na realização deste tema.

 

O teu EP foi lançado há relativamente pouco tempo. Ainda assim, que feedback tens tido por parte do público?

O feedback tem sido incrível porque as pessoas têm-se identificado bastante com os temas, e encontram nas músicas um abrigo do resto dos problemas, um momento onde podem esquecer tudo e “viajar”. Provocar tais sensações sempre foi um dos meus objetivos enquanto artista.

 

A música a algo a que te pretendes dedicar a tempo inteiro?

Sim, tenho o objetivo de fazer da música a minha vida, e acho que com o tempo e muito trabalho, mais tarde ou mais cedo isso acabará por acontecer.

 

Que objetivos gostarias de ver concretizados num futuro próximo?

Gostaria de alcançar a marca dos 2 milhões de views totais nos vídeos do EP, visto que já estamos perto dessa marca e é uma das metas que pessoalmente me daria prazer alcançar.

 

Onde é que o público poderá ouvir-te nos próximos meses?

Neste momento estamos a tratar da promoção e divulgação deste EP, mas seguindo-me nas redes socias ficam a par de todas as minhas datas futuras.

 

Muito obrigada, Waze! Votos de muito sucesso!

 

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

RX - Ricardo de Sá

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Depois do álbum “Histórias”, Ricardo de Sá apresenta agora um novo trabalho musical - o EP “EPIFANIA”, onde o público poderá encontrar cinco temas, caracterizados por uma nova atitude e irreverência, entre os quais, “Pessoa Errada”, “Não Te Quero Mais” ou “Histórias”.

Os videoclips das músicas foram igualmente lançados, em simultâneo com o EP, no passado dia 25 de Novembro.

Nestes temas, as palavras e os sons ganham mais força e permitem ter uma experiência próxima de um concerto. É a forma de encerrar esta história e começar a contar uma nova.

Para nos falar um pouco mais sobre este EP e da sua carreira musical, aqui fica o RX a Ricardo de Sá!

 

 

 
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Epifania – Uma ideia luminosa!
 
 
Música – Todas as artes vão dar à música.
 
 
Experiência – Torna-se uma ferramenta de trabalho. 
 
 
Fantasia – Uma bela música!
 
 
Ao vivo – Ao vivo e a cores!
 
 
Atitude – Uma boa atitude faz toda a diferença.
 
 
Irreverência – Com a dose certa marca a diferença. 
 
 
Começo – Todas as ideias têm um começo.
 
 
És Tu – Sou eu!
 
 
Videoclips – Onde o áudio e o vídeo são um só! 
 
 
 
Muito obrigada, Ricardo!
 
 
 

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e vídeos.

RX - Belarmino

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Já aqui esteve como convidado, na rubrica À Conversa Com, por ocasião do lançamento do seu single Diva.
 
 

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Agora, depois do lançamento do seu EP Guetto Zouk nas plataformas digitais, na passada sexta-feira, Belarmino regressa novamente a este cantinho, para se submeter a si, e ao seu EP, ao já vosso conhecido RX!
Louco Maluco é um dos singles deste álbum, com colaboração de LG Afro. Para saberem mais, confiram tudo aqui:

 

 

 

 

Guetto Zouk -  Trata-se de uma um estilo que aos poucos vai se autonomizando mas na sua base está a fusão entre o kizomba angolano, o zouk cabo verdiano e fragmentos do R&B e Hip-Hop. Emergiu nos anos 2000 com o grupo cabo-verdiano Os Quatro.

 

LG Afro - Leonel Grinaldo, meu puto, meu tropa, alguém que aceitou o meu convite de partir para uma aventura em estilos musicais que ele sempre achou não ser capaz de fazer. Um louco maluco que promove a pura drena, uma pessoa a quem desejo tudo de bom nesta caminhada que não é fácil mas que, com persistência e trabalho rompem-se barreiras.

 

Singles - Um, editado pela Farol, e outros que não chegaram a ser editados mas que ajudaram-me a dar alguns passos, através dos quais conheci uma pessoa especial que tem impulsionado a criação de uma estrutura na minha vida artística.

 

Influências - Tenho influências familiares muito fortes, mãe, pai e irmã. Mas estilo Hip-Hop acabou por ser a maior influência, isto porque vivi não só o estilo mas a cultura em si e foram alguns dos grandes nomes do Hip-Hop e do Rap que me serviram também de influência.

 

Escrita - Uma paixão! adoro a liberdade de escrever, sinto-me bastaste feliz só por ter a liberdade de poder fazê-lo sem entraves.

  

Ritmo - Até a nossa vida é comandada por ritmos, o próprio batimento do nosso coração é um ritmo, sendo um elemento essencial da música e a música faz parte da vida de qualquer ser humano, independentemente do estado em que nos encontramos e das circunstancias, o ritmo é vida.

  

Versatilidade - Venho de um país onde as pessoas ouvem e dançam tudo, desde que mereça créditos pra tal. Manterei uma base e respeitando sempre as minhas limitações, porém, tenho também de valorizar tudo o que fez e faz parte de mim em termos de vivênciaS, daí a versatilidade. Hoje em dia, entendo eu, existem mais razões para se ser versátil afinal de contas estamos num mundo onde ouvimos a mesma música ao mesmo tempo, se não ouvimos porque gostamos ouvimos pela força da promoção aliada aos meios de difusão massiva.

 

Actuações - Estávamos a espera da divulgação do EP para começarmos a levar o trabalho ao público, já temos datas marcadas posso já adiantar a do dia 31 de julho, estarei no festival urbano de Viseu com os HMB.

 

Fãs - Acho ser uma palavra muito pesada, não sei se tenho mesmo fãs, os poucos que já apareceram a dizer que eram meus fãs eu agradeci mas lembrei que podiam simplesmente considerar-me um amigo e agradeço ainda pelo facto de gostarem do meu trabalho.

 

Desejo - Desejo sempre saúde e felicidade para mim, para os que acompanham as minhas cenas e para todo o ser humano!

 

Muito obrigada, Belarmino! 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

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