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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sugestões para o fim-de-semana

 

(clicar na imagem)

 

 

O fim de semana está à porta e, com ele, novas sugestões do Fantastic, na rubrica Fora de Casa:

Amanhã, a campanha da associação Adoromimos - Associação de Defesa e Protecção Animal, para adoção de alguns animais, em Mafra;


Em Silves, para refrescar, o Beer Fest dedicado, como o próprio nome indica, à cerveja;


Se querem passar um serão romântico, há concerto da artista brasileira Ana Carolina, no Porto;


Dança em Montargil, Arraial em Benfica, um novo espetáculo de Filipe La Feria, e exposições são outros programas que poderão escolher. Espreitem já!

Sugestões para o fim-de-semana

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Todas as semanas, o Fantastic apresenta algumas sugestões culturais, com concertos, peças de teatro, espetáculos ou outros eventos que poderão visitar. Nesta edição do Fora de Casa, conheçam algumas das propostas para a semana de 27 de abril a 3 de maio, entre as quais:

 

  • A Ovibeja;
  • A comédia Agregado Nada Familiar
  • O espetáculo Os Maias
  • O Sines Tall Ships Festival
  • Hip Hop Internacional Portugal

 

e muito mais! 

 

 

Sugestões para o fim-de-semana

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Já estão disponíveis as sugestões culturais do Fantastic, para a semana de 9 a 15 de março, entre as quais poderá encontrar um workshop de dança criativa na Associação Meleca, a Festa do Queijo Serra da Estrela, os concertos dos Cock Robin e das artistas Diana Martinez e Via, uma exposição dedicada ao cinema de animação e um evento único no Palácio Nacional de Mafra!

Espreitem, e escolham o vosso programa de fim-de-semana!

A primeira reunião escolar de 2016

 

Ontem foi dia de reunião e, infelizmente, o tema que dominou não foi nada bom. 

Depois das informações da praxe e entrega das pautas de avaliação, o professor perguntou se algum dos pais tinha algo a dizer, que dissesse respeito à turma em geral.

Uma mãe, aproveitou essa ocasião para "largar a bomba" e informar todos os presentes que o seu filho está a ser vítima de bullying por parte dos rapazes da turma, por causa de um problema que ele tem, e que chegou a um ponto em que já está farto, e nem sequer quer continuar a ir à escola. Sai da escola cheio de nervos e dores de cabeça, e chora, mas tem aguentado tudo porque "tem medo de ser rejeitado pelos colegas" e, por isso, prefere deixar eles fazerem o que bem entendem só para que não o excluam.

Uma situação complicada que acho bem a mãe ter denunciado, mas não sei se terá escolhido o melhor momento, local e ocasião para o fazer.

Em primeiro lugar, porque o deveria ter feito primeiro junto do director de turma, logo que teve conhecimento da situação. Como muitos pais referiram, este tipo de situações tem que ser resolvido o quanto antes, e os pais devem agir de imediato, não deixando arrastar a situação.

Ah e tal, quis esperar pela reunião para estarem todos os pais presentes, não tinha o contacto de nenhum dos pais, não tinha o contacto do representante dos encarregados de educação. Mas nada disso justifica que a terrível situação que o filho vive seja adiada. Claro que se põe a questão de a criança não falar por medo de piorar a situação, por medo de represálias, por receio de não ser aceite. Mas será que calar ou fugir resolvem a situação? 

Em segundo lugar, porque acusou os rapazes da turma, com os respectivos pais presentes, mas sem nomear nomes, pelo que só deixou os pais em alerta e sem saber se o seu filho é um dos envolvidos ou não. Acho que era desnecessário. Se ela sabe quem são, e pelos vistos, sabe, porque ficou de enviar um email com os nomes para o director de turma quando chegasse a casa, o lógico seria pedir ao director de turma para chamar os pais desses alunos, e resolver a questão com eles, e eles com os filhos. Mesmo que a turma tomasse depois conhecimento, poderia expôr os factos, sem mencionar nomes, e frisar que o assunto estava a ser resolvido com os respectivos pais.

Ainda assim, foi bom ela ter denunciado esta situação, porque ficámos a saber que não é um caso único, apesar de esses outros, aparentemente, terem sido resolvidos com sucesso.  

Para além do choque da denúncia, o que mais me irritou foi um pai que se sentou ao meu lado e que, à semelhança da última reunião, passou o tempo todo no telemóvel ou lá o que era, mostrando uma enorme falta de respeito pelo que ali se estava a falar. E, no final, ainda me pediu emprestada uma caneta para assinar a pauta porque não tinha nenhuma.

Outra coisa que me irritou foi a passividade do professor perante a denúncia. Parece-me que é mesmo a sua maneira de ser, mas ficou ali calado a ouvir a mãe, depois vários pais começaram a falar e a debater o assunto, e o professor pouco intervinha. É certo que o professor disse que ia tratar do assunto, agora que ficou a saber, mas esperava vê-lo de imediato a dizer à mãe, e a todos nós, exactamente o que ia ser feito e de que forma iam ajudar o filho, até mesmo para futuros casos com outras crianças.

Em vez disso, pediu à mãe se podia ficar para o fim, para falarem sobre isso, e falou apenas um pouco sobre o bullying em geral. Ou seja, falou de forma básica do que era importante, mas queria tê-lo visto mais activo.

E, depois de umas quantas tentativas falhadas de prosseguir com a reunião para outros assuntos, porque não se impunha e alguns pais intervinham novamente para voltar ao tema anterior, lá deu por finda a reunião, pedindo apenas aos pais dos alunos com planos de intervenção para permanecerem na sala. 

Perguntas inocentes que podem pôr o seu filho em risco

 

Já todos sabemos os perigos que se escondem na internet, e os riscos que as crianças correm ao utilizá-la, se não forem devidamente monitorizados ou controlados mas, ultimamente, tenho-me deparado com publicações, aparentemente, inocentes que, no entanto, podem fornecer informações importantíssimas.

Essas publicações surgem, normalmente, no facebook, através de grupos de raparigas ou rapazes, que provavelmente andam a estudar, na forma de perguntas que são normais, mas podem ocultar segundas intenções.

Algumas dessas perguntas que vi foram, por exemplo:

 

Qual é o teu tipo de cabelo?

Colocam uma imagem com diferentes formatos para eles escolherem o que lhes corresponde e dizerem nos comentários.

 

Qual é o formato do teu corpo?

Colocam uma imagem com várias formas diferentes, também para comentarem a que lhes corresponde.

 

O teu nome é o único da turma?

Também uma pergunta tão normal, mas nunca fiando. Informações sobre a turma e a escola podem chegar a mãos (olhos) erradas.

 

Que número de soutien vestes?

Novamente uma imagem com as mamas em diversas fases de crescimento, para as crianças escolherem.

 

E estas foram apenas algumas das publicações que apanhei. Decerto haverão mais, deste género ou semelhantes.

Uma coisa é os nossos filhos falarem destas coisas com os amigos/ amigas. Outra, é estarem a expôr-se desta forma na internet.

Acho aconselhável avisar as crianças para não comentarem nenhuma destas publicações. Por muito inocentes que possam ser (e talvez sejam mesmo só isso), podem vir a pôr os nossos filhos em risco!

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