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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Em Abril, a Inominável vale por mil!

 

 

(clicar na imagem)

 

É apenas uma, a número 7, curiosamente lançada a 7 de Abril, mas quase nos atrevemos a dizer que vale por mil!

Pelos conteúdos, pelo trabalho de todos os colaboradores e, claro, das Inomináveis Mor que tornam tudo isto possível!

Então e o que é que se pode descobrir nesta INOMINÁVEL de Abril?

 

Tudo isto:

Corações Inomináveis - rubrica dedicada aos animais e associações que os protegem

Agenda Inominável - com sugestões para os meses de Abril e Maio

Musicalizando - com entrevista a Paulo Sousa

Tendências de A a Z - a rubrica de moda a cargo da Sofia Silva

Receitas irresistíveis com chocolate

Viagens em tons de verde

 

E muito mais!

Vão lá espreitar!

 

Querem ser Inomináveis?!

Inominável.jpg

 

A Revista Inominável está a crescer e procura colaboradores.

 

A Inominável é um projecto consistente e com perspectivas de futuro. Tem um ano e meio de existência e quer continuar a desenvolver-se em todas as vertentes, tendo sempre em mente que é uma revista em formato digital e gratuita.

 

Quer crescer, sim, mas com qualidade, e por essa razão a Inominável lança agora um convite à colaboração de quem estiver interessado no projecto.

 

A Inominável precisa, sobretudo, de colaborações na área do design gráfico, ilustração, web design, marketing digital e SEO, relações públicas, e de uma maneira geral de quem goste de escrever (o tema não é o mais importante) e queira publicar o que escreve, obviamente, a título gratuito.

 

Se têm interesse contactem a revista através do email: inominavel.geral@gmail.com.

 

 

A Inominável está à vossa espera!

Os Shout! na Inominável

 

 

Os convidados da última edição da rubrica Musicalizando, da revista Inominável, foram os Shout!, um grupo que transmite, através da sua música, toda a energia, alegria e sonoridade do Gospel.

Fundada em 1995, esta banda surge para acompanhar a cantora Sara Tavares no seu primeiro trabalho tendo, desde então, colaborado com diversos artistas como Santos & Pecadores, Adelaide Ferreira ou Rui Veloso, entre outros.

Para celebrar os 20 anos de carreira, os Shout! preparam-se para lançar o quinto álbum da banda. “Make It Right” é o single de apresentação, de um trabalho que promete surpreender, e mostrar uma nova sonoridade, mais atual.

Aqui fica a entrevista:

 

 

 

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Como é que nasceram os Shout!?

Os Shout! nasceram em Março de 1995 com o objetivo de acompanhar a cantora Sara Tavares, após esta ter ganho o 1º Chuva de Estrelas e Festival da Canção. Por iniciativa da Ani Fonseca (manager da Sara) e do Dale Chappell (o então professor de canto da Sara e futuro diretor vocal dos Shout!) surge esta colaboração resultando no álbum “Escolhas”, o primeiro álbum português com uma sonoridade mais Gospel. A primeira formação era composta por 21 cantores, escolhidos por casting, que se identificassem com a mensagem e estilo musical. O nome Shout! foi escolhido “quase” por sorteio. Nas várias propostas apresentadas, este foi o que teve mais votação. E assim ficou Sara Tavares & Shout!.

 

 

Porque é que optaram pelo gospel?

Na sua maioria, os cantores de Shout!, à semelhança da Sara, tinham influência da Igreja Evangélica e, embora o Gospel não fosse um estilo de música muito ouvido ou consumido em Portugal, era muito promovido na Igreja. O teor da mensagem inspiradora, assim como a atitude com que era transmitida, era transversal a todos os cantores de Shout!. A influência dos coros Gospel vinda dos Estados Unidos e a possibilidade de “brincar” com tantas vozes foi um desafio.

 

 

Consideram que o gospel é um estilo ainda pouco ouvido e valorizado em Portugal?

Sim! Por tradição Portugal não é um País consumidor “natural” do Gospel. É um estilo de música mais utilizada e conhecida no universo da Igreja Evangélica onde, aí sim, é mais familiar. No entanto, nestes últimos anos com o aparecimento de outros coros Gospel Portugueses e por outras influências externas musicais começa a ser um

pouco mais valorizado. Sinceramente, achamos que contribuímos muito para que isso acontecesse, o que muito nos agrada.

 

 

Paralelamente ao vosso trabalho a nível dos Shout!, têm colaborado com outros artistas portugueses na criação de arranjos para temas desses mesmos artistas. Conseguem destacar uma dessas colaborações que mais prazer vos tenha dado participar?

É impossível destacarmos apenas uma delas. Todos os artistas com quem temos colaborado são grandes nomes da música portuguesa e músicos que admiramos, tais como Boss Ac, Rui Veloso, Ala dos Namorados – cujo tema “Caçador de Sóis” foi nomeado para tema do ano 2015, João Gil, etc. Não podemos no entanto deixar de salientar a colaboração com a cantora Beninense Angélique Kidjo no Rock in Rio. Esse foi de facto um momento especial para nós!

 

 

 

 

Que balanço fazem destes 20 anos de carreira? O que é que ainda gostariam de concretizar?

Tem sido um processo de crescimento e aprendizagem constantes. Ao longo destes 20 anos fomos evoluindo como grupo e individualmente fazendo de Shout! aquilo que é hoje. O balanço é bastante positivo, mas claro que queremos muito mais. Talvez um concerto no Meo Arena, ver um dos nossos temas associados a uma grande marca portuguesa, ou ser reconhecidos internacionalmente... Acho que todos nós queremos sempre mais!

 

 

Vem aí o vosso quinto álbum. Como é caracterizam este novo trabalho? Que mudanças nos traz?

Este próximo disco dá continuidade a nossa evolução como artista. Tem sido um percurso natural e sentimos necessidade de voltar a gravar originais. As várias influências que temos e a nossa identidade como grupo acabaram por se ir revelando e resultou neste conjunto de músicas que estamos a gravar. É certamente um álbum diferente daquilo a que acostumámos o público e estamos ansiosos pelas reações.

 

 

Já têm alguma data prevista para o lançamento deste trabalho?

Queremos trabalhar estes novos temas com calma e sem a pressão de termos uma data para lançamento do disco. Mas será em 2017!

 

 

 

Podem saber mais sobre os Shout! em:

www.shoutportugal.com

https://www.facebook.com/shoutportugal/

 

 

Entrevista elaborada para a revista 

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À Conversa com João Couto

João Couto.jpg

 

 

O meu convidado de hoje vem de Vila Nova de Gaia, e tornou-se conhecido do público português devido à sua participação no programa “Ídolos”, no qual se sagrou vencedor!

Embora considerasse que a sua imagem talvez não encaixasse naquilo que se poderia esperar de um ídolo pop pensou, e bem, que as suas qualidades enquanto músico conseguiriam ultrapassar esse pormenor, e levá-lo à vitória, que acabou mesmo por conquistar.

O seu percurso no programa foi sempre muito constante, sem ter estado uma única vez em risco de ser eliminado.

O momento que mais me marcou foi quando ele interpretou a música “Nothing Really Mathers”, de Mr. Probz, em que se mostrou extremamente à vontade, a cantar, a sentir cada palavra, a pôr a emoção em cada gesto que fazia, como se estivesse e com a maior naturalidade e simplicidade, como se fizesse aquilo todos os dias.

João Couto considera-se um perfecionista, e diz que a sua principal qualidade é o espírito de sacrifício.

Tem, entre os seus ídolos, artistas portugueses como Rui Veloso, Miguel Araújo ou António Zambujo, tendo inclusive interpretado temas destes dois últimos em duas galas do Ídolos.

 

 

 

Tendo sido eleito pelos portugueses como “Ídolo de Portugal”, João Couto ganhou, para além do prémio monetário e um automóvel, um contrato discográfico com a Universal Music Portugal.

E o seu primeiro single, escrito e composto por Diogo Piçarra, e apresentado pela primeira vez na gala final do Ídolos, já não deixa ninguém indiferente.

“Chama Por Mim” é o tema de lançamento de João Couto, que faz atualmente parte da banda sonora da telenovela Coração d’Ouro.

João, quero desde já agradecer-te por teres aceitado este convite.

 

 

 

 

 

Começo por perguntar: o que te levou a participar no Ídolos?

Em primeiro lugar muito obrigado pelo convite para esta entrevista.

O que me levou a participar no Ídolos foi a vontade de colocar um desafio a mim próprio. Eu seguia o programa com atenção quando era mais novo e tinha uma relação especial com ele, mas com o passar dos anos perdi o interesse nesses formatos em geral e virei a minha atenção a outras lides musicais. No entanto quando anunciaram o regresso do programa por curiosidade arrisquei, e como na altura andava a trabalhar em canções minhas e a tentar marcar atuações achei que era uma maneira de deixar o meu nome a circular. Inscrevi-me sem pensar muito no que poderia acontecer e fui só mesmo com o intuito de me anunciar ao público e nada mais. Fui às pré-audições (e as audições também) com zero expectativas.

Ao confrontar me com a enorme pressão que o programa implicava hesitei bastante mas motivei me pela vontade de querer trazer música e atitudes diferentes que os espetadores estavam habituados naquele contexto, e isso motivou-me. Passou duma brincadeira a uma missão, de certa forma.

 

A uma determinada altura, comentaste que não sabias se terias a imagem que talvez se esperasse de um ídolo. Enquanto concorrente, sentiste que esse era um aspeto que poderia prejudicar a tua participação ou condicionar o teu percurso?

A minha imagem foi o meu “tendão de Aquiles” nos primeiros castings. Conhecendo o formato calculava que ia ser um aspeto que iriam apontar mas resolvi encarar essa suposta “fraqueza” como um “elemento diferenciador”, e  levei tudo com a maior das naturalidades, sem peso na consciência. 

Nunca considerei mudar a minha forma de ser por causa da competição porque sabia que ia ficar postiço e o público é implacável a reparar nessas coisas.

Admiti-a logo desde início. Nunca senti que me fosse prejudicar.  Sabia que alguém se haveria de identificar com a minha forma de ser. Agora a questão era quantos se iriam rever na minha participação... Era arriscado mas ainda bem que tome esse risco.

 

Um dos momentos menos desejados no programa é aquele em que se é nomeado e está em risco de sair, o que nunca aconteceu contigo. Como é que vivias as nomeações e expulsões dos teus colegas?

Em primeiro lugar tenho que salientar que nunca ter ido aos menos votados é das coisas que mais orgulho me dá. É absolutamente esmagador quando penso bem nisso. Ser nomeado era muito provável e por vezes a mínima falha podia ser fatal e reconheço que não fui de todo infalível, e devo dizer que ter chegado ao fim sem ter estado em risco de expulsão é de um orgulho indiscritível e tenho uma gratidão imensurável ao público por isso. 

Mas apesar de tudo o momento das expulsões era sistematicamente o mais difícil de ultrapassar na emissão, não só pelo suspende que construíam à volta dele mas também pelo quão imprevisíveis eram os resultados. Naturalmente houve pessoas que pela amizade enorme que criei me afetava particularmente vê-las nomeadas ou expulsas, e claro, mesmo como espetador do próprio programa ficava destroçado quando assistia a uma saída mais injusta. Mas tinha que levantar a cabeça, semana após semana porque essa era a natureza da competição.

Engraçado que achava sempre que nunca me iria emocionar em momentos de expulsão mas, em mais que uma ocasião, isso aconteceu.

 

Qual foi a interpretação em que sentiste que te conseguiste entregar totalmente, e mostrar aquilo que poderíamos esperar de ti no futuro?

A minha última atuação, o “Something” dos The Beatles. É aquela que cada vez que revejo me emociono sempre, não só porque a própria música em si é maravilhosa mas porque é a atuação em que vejo que estou mais feliz. É a única que quando revejo não estou o tempo todo a apontar falhas porque foi tão emocional e significou tanto para mim que descarto isso. Cada momento dessa atuação lembra me o porque é que eu tenho de fazer música para o resto da vida. Nada me liberta daquela maneira e me faz encarar as pessoas com aquela determinação. E sem duvida que será na linha daquele género musical que quero construir a minha carreira.

 

Qual foi o teu melhor e o teu pior momento enquanto concorrente do Ídolos?

Melhor momento? É difícil porque há muitos que me são especiais. A resposta fácil seria a vitória, mas esse momento em específico foi de tal maneira surreal que é difícil descrevê-lo aqui condignamente. Mas há um momento que tenho de apontar aqui que é bastante especial: a quarta gala em que cantei o “Reader’s Digest” do Miguel Araújo. Além de ter sido dedicada aos meus pais (e lembrar me muito vivamente da reação positiva deles no estúdio) que já por si torna o momento memorável, acho que foi o momento-chave no meu percurso como concorrente. A partir dali ninguém que via o programa tinha dúvidas de quem eu era.

Naquela atuação deixei definitivamente claro quem eu era como concorrente, como pessoa e como músico.

A partir daí notei que o público, a imprensa e a crítica já me via doutra forma. Nunca antes tinha visto tanta gente reagir a uma atuação minha. A partir daí apercebi me da “alhada” em que me meti (risos) e tinha de pegar na oportunidade de ouro que tinha e aproveita-la da melhor maneira, e fiz por comunicar com o publico através a música.

Os piores momentos não aconteceram em palco mas sim nos bastidores e foi lidar com as críticas negativas dos cibernautas. Não que não estivesse à espera delas porque estamos todos sujeitos a isso, mas é sempre difícil absorvê-las principalmente no momento de pressão que eu estava a viver. Confortei me no apoio de quem estava comigo desde o primeiro dia, e sem eles talvez nunca teria ultrapassado isso tudo.

 

Grande parte das tuas atuações contou somente com a tua voz e uma guitarra, num registo por vezes muito semelhante, ao contrário de alguns colegas teus, que tiveram direito a coreografias elaboradas e mostraram a sua habilidade não só para o canto, como também para a dança, e em diferentes estilos musicais. Consideras que poderias ter mostrado mais a tua versatilidade enquanto artista e potencial “Ídolo de Portugal”?

Se estamos a falar de versatilidade musical acho que consegui prová-la em parte no “Ídolos”. Fui de Arctic Monkeys a George Michael, a Miguel Araújo a Robin Thicke, de Michael Jackson a Tracy Chapman, de Virgem Suta a Alanis Morissette, entre outros, e isto tudo no espaço duma semana entre elas ou por vezes no espaço de horas. Há sempre parte de mim que sente que podia ter feito mais mas no geral fiquei muito satisfeito com a quantidade de vertentes, minhas, que pude mostrar.

Depois há que ter em conta que a minha participação foi com o intuito de colocar em frente o “músico”, acima de tudo. Para mim era isso que estava a faltar um pouco ao formato. Ir na linha da típica estrela pop americana era uma hipótese e podia a ter seguido se quisesse mas não me parecia realista à luz do panorama musical que hoje testemunhamos em Portugal, e da música que eu próprio oiço. Tocar guitarra enquanto canto, por exemplo, é das maneiras em que melhor consigo expressar essa ideia, porque apesar de não me considerar um guitarrista brilhante (nem de perto nem de longe) sou muito rítmico e o que faço em palco com a guitarra é muito intuitivo e imediato. Fico mais ativo na canção, sinto segurança e controlo. Posso dizer que ter colaborado e aprendido o que aprendi com a banda residente do programa foi dos motivos pelo qual o meu percurso correu como correu. A guitarra não era um escudo, era uma arma.

Agora se devia ter dançado, representado ou interagido mais vezes com o público? Talvez, quem sabe. Mas queria deixar algo mais pessoal em jogo.

 

Na gala final, e após a tua consagração como vencedor, apresentaste o teu primeiro single “Chama Por Mim”, escrito por Diogo Piçarra, que podemos ouvir atualmente na telenovela Coração d’Ouro. Que feedback tens recebido do público relativamente a este tema?

O feedback do público tem sido brutal. A canção chegou aos tops logo após o lançamento e já tocou e toca em algumas rádios. Esteve nas tabelas do iTunes e do Shazam, etc... É um testemunho do talento do Diogo Piçarra como compositor e da empatia que o público tem com a música dele e é muito bom ver pessoas a criar um relação com um tema que ouviram na minha voz. Vejo pessoas a procurar a canção e ouvi-la diariamente mesmo sem me conhecerem ou o meu percurso no programa e ficarem cativados com o que ouvem e isso é muito especial. Sempre que a canto ao vivo a reação do público é instantânea, e é arrepiante quando oiço a plateia cantar ou a sussurrar as palavras na plateia.

 

Um dos prémios como “Ídolo de Portugal” foi um contrato com a editora Universal Music Portugal. Vamos poder ouvir, em breve, os “frutos” dessa parceria?

Sim, não há data definitiva mas posso dizer que estou na fase de escrita do álbum de estreia. Vai tomar o seu tempo, porque além de eu estar a terminar a licenciatura, quero ser muito cuidadoso na composição e seleção dos temas.

 

O que podemos esperar do primeiro álbum do João Couto? Podes desvendar algo sobre ele?

Não posso desvendar muito. Posso garantir que quando chegar vai ser algo muito especial. Estou a procurar a sonoridade certa e vou ter em atenção as minhas influências. Terá uma grande sensibilidade pop, vai ser completamente em português e vai ter um som muito orgânico e uma instrumentação muito cuidada, porque apesar das grande mudanças na industria musical e do publico consumidor de música eu sou apologista do “álbum” e por isso sinto me na obrigação de honrar essa minha visão e trabalhar intensamente para criar os melhor 40 e tal minutos de música que conseguir produzir.

 

Os temas serão inteiramente compostos por ti?

Sim. Poderão aparecer temas compostos a dois eventualmente mas vou intervir sempre na letra ou música duma maneira ou outra.

 

Queres deixar algum conselho a quem, como tu, quer fazer da música a sua vida?

Ter a certeza absoluta que é aquilo que querem fazer, porque quanto mais intensa for a melomania mais fácil tudo se torna. Oiçam imensa música (muita mesmo) antes de mais nada, de todos os gêneros e épocas para aprenderem o máximo possível com o leque enorme de grandes artistas que trabalham hoje ou que fizeram marcas no passado. Ouvir os clássicos é importante. Quanto maior for o vosso conhecimento musical e menos óbvio for o vosso gosto mais primam pela diferença. 
Preparem-se, estudem música, aprendam instrumentos, pratiquem a voz, toquem com outras pessoas, façam bandas de garagem, gravem vídeos para o youtube, façam de tudo. E acima disso sejam profissionais e justos com quem vos rodeia, não queiram ser o centro das atenções por outro motivo que não o vosso talento e trabalho. Não sintam necessidade de superar os outros mas sim vocês próprios.

 

Mais informações sobre João Couto em: 

https://www.facebook.com/joao.couto.oficial/

 

Esta conversa teve o apoio da Universal Music Portugal que estabeleceu a ponte entre o Diogo Piçarra e este cantinho.

 

Também podem lê-la na INOMINÁVEL de Abril!

 

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