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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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O que viram as flores, de Julia Heaberlin

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Tessa foi encontrada num campo, junto a um cadáver e algumas ossadas, sem saber como nem porque foi ali parar. Era uma adolescente na altura. Ficou com lapsos de memória, e cegueira temporária. Teve que receber apoio psicológico, até mesmo porque era necessária a preparação para o julgamento do homem que todos consideravam culpado pela morte das restantes jovens, sendo Tessa a única sobrevivente.

 

Vinte anos se passaram e, na actualidade, Tessa tem uma filha pouco mais nova do que ela era na altura em que tudo aconteceu. O homem condenado como homicida está no corredor da morte, em contagem decrescente para a execução.

E Tessa começa a acreditar que talvez o verdadeiro culpado não seja aquele homem,mas alguém que ainda anda por aí, e que poderá vir atrás da sua filha. Para isso contribuem todas as "mensagens" deixadas por alguém que só pode ser o criminoso.

 

O livro apresenta-se dividido entre o passado e o presente. Entre a forma como Tessa viveu e superou tudo na altura, e os acontecimentos que se desenrolam no presente, e que a fazem embarcar numa espécie de "regresso ao passado".

A história está muito boa, e a forma como nos encaminha para quem cometeu aqueles crimes faz-nos não querer parar de ler. No entanto, a autora focou-se tanto no mistério à volta das susanas-de-olhos-negros, e do autor dos crimes, que me passou um pouco ao lado o porquê de tudo aquilo.

Fazia falta uma explicação para tudo o que se passou.

Mas, no fundo, existe, alguma vez, uma explicação plausível ou válida para um serial killer cometer os seus crimes?

 

 

Sinopse
"Sou estrela de cabeçalhos de jornal e de histórias assustadoras à roda da fogueira. Sou uma das quatro raparigas das susanas-de-olhos negros. A que teve sorte. Aos 16 anos, Tessa foi encontrada num campo do Texas, quase morta e só com alguns fragmentos de memória em relação à sua chegada ali. A imprensa chama-lhe a única «rapariga das susanas-de-olhos negros» que sobreviveu a um serial killer. O testemunho de Tessa mandou um homem para o corredor da morte.

Passados 20 anos, Tessa é artista e mãe solteira. Num dia de fevereiro, abre a janela do seu quarto e depara com um magnífico canteiro de susanas-de-olhos-negros diante de si, embora se trate de flores de verão. Será que o homem que espera a morte é inocente? E andará o serial killer atrás dela? Ou, pior ainda, da sua filha?"

 

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