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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Opinar ou ficar calado

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Uma opinião é apenas uma opinião, um ponto de vista. Não é, de todo, uma certeza ou verdade absoluta.

Uma opinião vale o que vale. Para alguns, muito. Para outros, pouco. E para muitos, nada.

E para quê exprimir a opinião sobre determinado assunto, quando nem sequer foi pedida?

E, ainda que tenha sido pedida, para quê perdermos tempo a opinar, se sabemos que nada do que dissermos vai servir para alguma coisa, ou sequer ser tido em conta?

Para quê opinar, se isso pode trazer mais dissabores do que resultados práticos? 

 

Assim, na maior parte das vezes, é preferível mantermo-nos calados, e guardar a nossa opinião para nós mesmos. Cada um sabe de si. E nós temos é que nos preocupar connosco e com a nossa vida. Os outros que se preocupem com a deles.

 

No entanto, por muito que tente manter esta postura, quando dou por mim, lá está mais uma opinião a sair sem ter sido convidada a tal.

É que, perante determinadas situações, é difícil controlar aquilo que pensamos, e evitar que saia cá para fora aquilo que achamos que não está correcto. Mas, depois, lá me apercebo de que é tempo perdido, e energia gasta desnecessariamente, e calo-me.

Para tempos depois voltar a distrair-me, e soltar mais uma opinião! É mais forte que eu!

 

E por aí, também são mais de opinar, ou de calar?

 

 

A nova edição do The Voice Portugal

 

De uma forma geral, gosto dos vários concursos de talentos que os diferentes canais de TV costumam exibir.

No entanto, tal como a Áurea refere, o The Voice acaba por ser o mais justo! Pelo menos na selecção dos concorrentes durante as provas cegas.

Porque o que se está a avaliar ali é a voz, não o aspecto físico. E, infelizmente, ainda julgamos muito as pessoas pela forma como se apresentam, mesmo antes de abrirem a boca. Até eu, ontem, o fiz!

E depois, quando começam a cantar e a mostrar porque ali foram, ficamos de boca aberta, tal como o júri, e a pensar "Wow, que vozeirão! Quem diria!".

De entre os jurados, gostei muito da postura da estreante Áurea, no que respeita aos comentários aos concorrentes. Avalia a prestação, diz o que tem a dizer, se a quiserem escolher para mentora, melhor, se não, não há problema.

Não tenho paciência para os joguinhos e disputas, ainda que na brincadeira e propositados, do Anselmo e do Mickael.

Já a Marisa, tem uma postura, aparentemente, mais séria e responsável. Está ali para trabalhar com as melhores vozes, e que sabe que podem ir além. Penso que foi por isso mesmo que vários concorrentes a escolheram para mentora. Porque vêem nela a oportunidade de trabalhar a sério, aprender e chegar longe. Não que não o consigam com qualquer outro dos mentores.

Nesta primeira prova cega, houve muito talento, alguma irreverência e umas boas risadas. Um serão de domingo bem passado, sem dúvida!

Imagens - http://media.rtp.pt/thevoiceportugal

Confiança

 

Confiança, não é acreditar na pessoa amada e no seu carácter, quando não existe a mínima possibilidade de ela nos trair e magoar, nem quando não existem condições favoráveis para tal...

Confiança, é continuar a acreditar nessa mesma pessoa, e continuar a ter plena consciência do seu carácter e maneira de ser, ainda que se lhe apresentem à frente as mais variadas possibilidades e condições propícias...

Confiança, não é acreditar que um homem rodeado de homens não nos vai trair (a não ser que seja gay), mas sim que um homem rodeado de mulheres, manterá a mesma postura!

Confiança, não é pensar que uma mulher, ao falar só com outras mulheres, não fará nada de errado, mas pensar que, ainda que fale com homens, continuará a não fazer nada que não seja certo.

Porque se temos confiança em alguém, é porque essa pessoa a merece e a conquistou. E se isso aconteceu, foi pelos seus gestos e atitudes, pela sua postura, pelo seu carácter. 

Então, não temos que descredibilizar essa confiança considerando, automaticamente, qualquer elemento do sexo oposto uma ameaça à nossa existência.

Ao fazermos isso, estamos a diminuir o nosso valor relativamente aos nossos supostos "rivais" e a considerar que a pessoa que está connosco e os seus sentimentos são tão fracos, que bastará surgir qualquer outra pessoa para a "levar no bico".  

Se estamos com alguém, é porque gostamos dessa pessoa e é ao lado dela que queremos estar. Foi uma escolha que fizemos, e se estamos bem na relação e convictos dos nossos sentimentos, nada nem ninguém a irá alterar!

 

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