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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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RX - OWAN

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Depois do álbum “And Now You”, os OWAN regressam em 2017 com novo trabalho.

“The Colour of Dreams” é o single de apresentação do novo álbum "Sweet Symphony" editado a 5 de Maio em formato digital.

Fiquem a saber mais sobre este trabalho, e sobre os Owan, neste RX a que Danniel Boone, em representação da banda, se submeteu!

 

 

 

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Pegando no novo álbum dos OWAN, e no título e temas que o compõem, de que forma completariam as seguintes expressões:

 

 

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“Sweet Symphony” - Para os OWAN, uma doce sinfonia é...
(Danniel Boone): Para os OWAN "Sweet Symphony" é mesmo este álbum... embora haja várias doces sinfonias nas nossas vidas...
Decidimos chamar o álbum de "Sweet Symphony", não só pelo facto de a banda regressar à formação origina,l mas também pelo facto de os temas serem mais alegres e com mais musicalidade, e por último mas não menos importante, o facto de continuar a ter temas escritos para os meus filhos... e há lá mais doce sinfonia que os nosso filhos.

 


“You Say (Hello)” – O contato com o público deve ir além de um simples “Olá”? Há alguma história engraçada que tenham acontecido numa interpelação por parte do público aos OWAN, e que queiram partilhar?
(Danniel Boone): Deve ir muito mais além, e é isso que tentamos fazer em cada concerto, porque temos a consciência que a maior parte das pessoas, que nos estão a ver ao vivo neste momento, fazem-no pela primeira vez. Infelizmente ainda não temos histórias engraçadas... O que tem sido engraçado é a nossa reação ao ver o público a cantar e a aplaudir os nosso temas.

 

 


“The Colour Of Dreams” - De que cor são os sonhos dos OWAN?
(Danniel Boone): Os sonhos dos OWAN são de muitas cores, muitos palcos, muitas canções. Mas também trabalhamos para isso... independentemente de ainda não estarmos no circuito "mainstream" ...
Vamos ver que cor nos está reservada para os nossos futuros sonhos com uma certeza: de fazermos aquilo que gostamos.

 

 

“Did You Call for Me” – Quem gostariam de “chamar” a partilhar o palco convosco?

(Danniel Boone): O "Did You Call For Me" foi escrito a pensar noutras vivências com pessoas que me são chegadas... não estava necessariamente a pensar em vivências em cima de um palco.
Os meus ídolos musicais infelizmente agora já não estão neste mundo e já que era a "sonhar" (esta seria mais uma cor de um sonho... (risos) gostaria de partilhar o palco com o Chris Cornell.

 


“To You My Son (Lullaby)” - A melhor mensagem a transmitir a um filho?
(Danniel Boone): Se é a melhor mensagem não sei... mas é certamente de coração...
Escrevi este tema quando o meu filho nasceu e sei que, mesmo depois de eu partir, ele poderá encontrar as palavras do pai nesta e noutras musicas... Será uma maneira de eu sempre poder comunicar e de me expressar com os meus filhos.

 


“On Your Own” – Em determinados momentos da vida, nomeadamente, no percurso musical, é importante e positivo ficar apenas por vossa conta, ou mais produtivo e enriquecedor trabalhar em equipa?
(Danniel Boone): Ora aqui está uma pergunta impertinente. Mas eu respondo (risos).
É assim mesmo que estamos ... por nossa conta. Mas somos uma boa equipa...
OWAN (Danniel Boone, Miguel Peixoto e Joel Maia), produtor Quico Serrano, lyrics advisor & voice coach Inês Vicente e o Alberto Almeida na imagem.
A questão é que assim ainda é metade de uma equipa... A outra metade é um agente, um manager e, claro, conseguires passar a tua música nas rádio nacionais... que tão impossível parece ser... Falta essa "metade" da equipa... e essa metade faz sempre muita diferença...mas nós chegamos lá! 

 

 

Este álbum caracteriza-se por uma maior maturidade, mais musicalidade, e mais “happy”. São essas as principais diferenças relativamente ao seu antecessor?
(Danniel Boone): É natural haver diferenças, mau seria se não houvessem... não vamos ter os álbuns todos iguais... gosto de diferenças... Muita coisa mudou desde o lançamento do "And Now You"...
Já lá vão 3 anos desde o primeiro álbum .... são mais 3 anos de vivências musicais, os quais pude ir trabalhando com o Quico, com o Miguel e o Joel. É natural chegarmos a outros resultados e explorarmos outros ambientes.

 


“Scream Your Name” – Para que o público possa “gritar” muito por vocês, e acompanhar-vos ao vivo, onde estarão os OWAN nos próximos meses?
(Danniel Boone): Já fizemos alguns concertos e claro já estamos a tocar o Sweet Symphony... Entre os quais estivemos na Semana Europeia da Juventude em Ermesinde, no Festival Fica na Cidade no Funchal e no Festival MaioÀbrir em Abgragão.
Agora a 17 de Junho estamos em Portimão pela Rádio Alvor FM e a 20 de Agosto estamos na Agrival em Penafiel e estamos a tratar de confirmar algumas datas que ainda estão pendentes.

 

Muito obrigada, Danniel!

 

 

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e vídeos.

À Conversa com os SQUEEZE THEEZE PLEEZE

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A banda convidada de hoje já anda no mundo da música há cerca de 14 anos, já participou em festivais, atuou com artistas internacionais bastante conhecidos, e viu algumas das suas músicas fazerem parte de telenovelas portuguesas.

Com 3 álbuns no seu percurso, e após uma pausa dedicada a outros projetos, 2016 marca o seu regresso com o EP “Mais Fácil”.
São os SQUEEZE THEEZE PLEEZE!
 

 

 

 

Quem são os SQUEEZE THEEZE PLEEZE?

Os Squeeze são Pedro Assalino (voz) e Pedro Fonseca (guitarra), juntos musicalmente há quase 20 anos, com mais de 100 musicas escritas em conjunto, e que estarão para sempre ligados à música.

 

A vossa banda formou-se em 2002, há cerca de 14 anos. Como definiriam o vosso percurso na música, ao longo destes anos?

Com altos e baixos, com momentos bons e menos bons, mas por alguma razão ainda aqui estamos e essa razão é a tal paixão pela música, só quem cria música, boa ou má, que uns gostam e outros não, é que sabe do que falamos. Sensações únicas.

 

Já fizeram primeiras partes de concertos de artistas como Cranberries ou Alanis Morissete, entre outros. Como foi essa experiência?

Brutal, claro.

 

Depois do primeiro álbum “Open”, em 2002, “Flatline”, em 2005, e “One Life Is Not Enough”, em 2008, os SQUEEZE THEEZE PLEEZE regressam em 2016 com um novo trabalho. O que vos levou a esta pausa de 8 anos?

Na realidade nunca estivemos parados, juntos formámos outros projetos, gravámos outros discos, ou seja, nunca parámos verdadeiramente, chegou o momento de voltar aos squeeze.

 

 

 

 

“Mais Fácil” é o nome do EP e também do single de apresentação. Sobre o que nos fala este vosso novo trabalho e as músicas que o compõem?

Fala daquilo que poderíamos ser se não tivéssemos medo de arriscar, do potencial que cada um tem dentro de si, a maior parte das vezes nunca revelado.

 

O que há de diferente neste novo trabalho, relativamente aos anteriores?

Estamos diferentes, mais velhos, com uma visão diferente do mundo e de nós próprios, e isso reflete-se na música que fazemos.

 

Este tema é o único em português. É mais fácil, para vocês, cantar em inglês?

É mais fácil em inglês, mas temos mais temas em português na calha, é um processo de habituação.

 

Como definem o vosso estilo musical?

Pop/Rock? …risos

 

Tendo em conta o vosso longo percurso no mundo da música, consideram que é, atualmente, mais fácil para os novos artistas lançarem-se numa carreira musical, ou pelo contrário, é uma tarefa mais difícil que há uns anos atrás?

Mais fácil por um lado, todos podemos gravar um bom trabalho com pouco dinheiro, mais difícil porque a concorrência é feroz.

 

O vosso EP foi lançado em formato digital a 25 de novembro. Que feedback têm recebido por parte do público?

Até agora tem sido muito bom, mas ainda estamos no processo de “re-acordar”…a banda e os seus fãs. Tudo a seu tempo.

 

Se tivessem que escolher um artista/ banda da atualidade para fazer a primeira parte de um concerto vosso, quem seria?

Ahahahha adorariamos ter o Dave Grohl a abrir um concerto nosso…ahahha

 

Já têm concertos agendados para os próximos meses?

Já temos algumas atuações a serem agendadas, mas como o EP saiu há muito pouco tempo, para já o nosso foco é promover o mesmo J.

 

Muito obrigada, e votos de muito sucesso!

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 

Primeira Vez - Deolinda Kinzimba

 

Depois de termos ouvido em primeira mão o single de estreia da Deolinda Kinzimba, vencedora da anterior edição do The Voice Portugal, no domingo passado, aqui fica o videoclip de "Primeira Vez".

Com letra e música de Guilherme Alface, dos Átoa, e produção a cargo de Diogo Piçarra, foi a própria Deolinda a protagonista deste video.

O que acham?

O que fizeram à Deolinda?

 

Relativamente à gala de ontem, e ainda antes de falar dos concorrentes, tenho que falar primeiro da surpresa da noite.

Assim que falaram em regresso desejado ao palco do The Voice, meti na cabeça que era a Deolinda. Até comentei com a minha filha e o meu marido que ela iria apresentar o seu próprio tema. Não fazia a mínima ideia, mas por acaso até foi mesmo isso!

Ouvi a música. Gostei. Da letra e da música. Mas não reconheci a Deolinda! Aquela Deolinda que chegou na edição passada e virou as cadeiras. A Deolinda detentora daquele vozeirão, que achámos logo que podia ser a potencial vencedora. A Deolinda que elevou, de tal forma, as expectactivas, que ainda não tínhamos conseguido encontrar igual nesta edição.

Ontem, ouvi a Deolinda e, se não soubesse quem era, e estivesse no lugar dos mentores, talvez nem tivesse virado a cadeira. Esta não é a Deolinda que todos conhecemos. Esta é uma nova Deolinda, que cantou mas não encantou.

Prometo ouvir hoje novamente, até porque ontem posso ter-me deixado distrair pelo sono e não ter estado com a máxima atenção, mas foi com este sentimento que fiquei depois de a ouvir - de desilusão, de desapontamento. Talvez seja por ser cantado em português, algo que só ouvimos uma vez na voz dela. Ou porque a música não se presta a grandes rasgos de voz. Ou, simplesmente, os meus ouvidos estão a pregar-me uma partida, já que li imensos comentários a elogiar a sua prestação.

Há por aí mais alguém que sofra do mesmo mal que eu e não tenha reconhecido a voz da Deolinda?

 

 

Quanto aos concorrentes, os que mais gostei de ouvir foram:

 

A Sónia - apesar de não ser apreciadora de fado, gostei muito da forma como ela cantou.

 

O Francisco - pode não ter um vozeirão mas brinca com a música como poucos! E o que me ri com aquelas expressões físicas dele enquanto cantava. Muito talentoso e genuíno!

 

A Inês - voz bonita e melodiosa, a juntar a uma postura calma. Adorei ouvi-la, mas não sei como se sairá noutros estilos musicais.

 

A Tamara - tem estilo, tem power, tem voz, tem atitude. Vamos ver até onde chega.

 

E ainda a Inês, obstetra.

 

 

Os que não gostei tanto de ouvir:

Joana - disse ela que tinha mestrado em musicoterapia. É verdade que a música é uma boa terapia, mas houve ali partes em que ela assassinou a música, desafinou, arranhou. Espero que o trabalho corra melhor.

Nádia, a cantar Celine Dion - senti que lhe faltou um pouco mais de garra

Francisco - estava muito "preso", contraído, e não sei se a guitarra não o terá atrapalhado. Gostei mais de o ouvir a cantar o seu tema, muito ao estilo dos DAMA, por sinal

Juliana - não é que não tenha talento, mas penso que a música não a favoreceu

 

Todos os restantes tiveram partes em que estiveram bem, mas outras em que as coisas correram menos bem, e nenhuma voz se destacou.

 

Caras conhecidas:

Tiago - Assim que o vi, disse para a minha filha "este não fazia parte dos Opera Buffa, que participaram no Got Talent?". E é mesmo ele!

 

Achei curioso o facto de o Anselmo ter virado várias vezes a cadeira, quando mais minguém parecia com vontade de o fazer, e ter aproveitado esta última prova cega para dar oportunidade a alguns concorrentes, quando mais ninguém se dispôs a isso.

 

As equipas:

Parece-me que, à primeira vista, as equipas do Mickael e da Marisa têm mais concorrentes de peso. Mas a Aurea e o Anselmo têm um ou dois trunfos que podem ser o suficiente para vencer.

 

 

 

 

Fechadas as equipas, já nos começamos a preparar para as batalhas que aí vêm no domingo, e que são uma das fases mais injustas do programa. Se colocarem um concorrente forte com um fraco, é injusto. Se colocarem dois concorrentes fortes, sabem que um deles vai perder, e perdem um dos trunfos, o que também é injusto.

Vamos ver como correm as batalhas da próxima semana!

Para já, temos novos looks para os mentores, mas devo dizer que o Mickael, com aquele rabicho, fica horrível!

 

 

Imagens The Voice Portugal

 

In My Feelings, de Nelson Freitas

 

Depois de anunciar o concerto de 22 de Outubro em Lisboa, Nelson Freitas acaba de estrear o vídeo de “In My Feelings”, música que conta com a colaboração de Mikkel Solnado.

 

Este é mais um êxito a retirar do disco “Four”, sucedendo a “Break of Dawn”, com Richie Campbell (que já tem mais de 12 milhões de visualizações no YouTube) e a “Miúda Linda” (com mais de 24 milhões). Com um vídeo gravado na Ilha do Pessegueiro, “In My Feelings” traz o som ideal para esta temporada.

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