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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sugestões para o fim-de-semana

 

(clicar na imagem)

 

As sugestões do Fora de Casa desta semana já podem ser consultadas, e incluem:


- circo na Ericeira, com o Circo Circolândia
- o espectáculo "Juntos por Pedrógão", em Torres Vedras
- teatro com a Associação Meleca, na Ericeira
- o Super Bock Super Rock
- danças do Nilo, na Ericeira
- uma Feira Quinhentista, em Sintra

e muito mais!

Fomos visitar o Parque e o Palácio de Monserrate

Imagem relacionada

 

No passado domingo o meu marido quis ir passear até Sintra.

Não estava muito para aí virada, mas lá fomos. Estacionámos o carro a meio do percurso para os palácios, e fomos andando, à espera de visitar o mais próximo.

Calhou-nos o Parque e Palácio de Monserrate. Logo para começar, considerei as entradas um pouco caras, mas já se sabe que Sintra vive quase do turismo, e turismo em Portugal, infelizmente, não é para todos.

Começámos pelas cascatas, jardins, lagos, até que chegámos ao relvado com o Palácio ao fundo, no alto da colina.

Visto por fora, o Palácio de Monserrate fez-me lembrar um palácio indiano.

Entrámos, e ficámos encantados com a entrada e o corredor. E foi só. Tudo o resto foi uma total desilusão. Estava à espera de, à semelhança do Convento de Mafra, se vissem as diversas salas e aposentos adornados com as mobílias e acessórios da época. Mas, neste palácio, deparámo-nos com salas vazias, apenas com um painel a explicar o que havia antes naquelas divisões.

Na sala de música, apenas um piano, coberto. Numa outra sala, um espelho rachado e um vaso quebrado. Os quartos? Vazios. Algumas paredes e chão em mau estado de conservação.

A visita vale pelo exterior que, de facto, é magnífico. Mas tenho quase a certeza que muitas daquelas pessoas que ali foram visitar o Palácio ficaram com a mesma cara de desapontamento que nós.

 

Na hora de ir embora, ainda demos umas quantas voltas para tentar descobrir a saída, indo sempre parar ao palácio, até que demos com a cafetaria. E mais umas voltas, de novo, para encontrar a saída. Entre seguir uma senhora que por lá andava, e que não sabíamos se iria embora ou estaria a visitar o parque, e um carro que passou por nós, decidimo-nos pelo carro. No fim, percebemos que ambos os caminhos iam dar ao mesmo ponto - a saída!

 

O mais caricato de tudo isto é que, nem uma única vez, nos lembrámos de pegar no mapa que nos tinham dado, e que guardei na mala, para nos ajudar a sair dali!  

À Conversa com os Rua da Lua

 

Fazem parte da “Rua da Lua”, Carlos Lopes, Tiago Oliveira, Manú Teixeira, Rui Silva e Tatiana Pinto.

Entre estes “moradores”, desde logo se estabeleceu uma química que os uniu, e que lhes proporcionou a inspiração para começarem a elaborar as suas composições originais.

São quatro instrumentistas de Acordeão, Guitarra Clássica, Contrabaixo e Percussão, a que se juntou uma cantora algarvia, e todos eles têm diversas proveniências musicais, desde música clássica à mais tradicional, passando também pelo fado.

 

 

 

Dizem eles que, na Rua da Lua, “as histórias são terrenas, quotidianas, evocam memórias e futuro, fazem a leitura de modos de estar e sentir, que se materializam quando cantados e aplaudidos por quem ouve”.

 

 

 

O CD de estreia “Rua da Lua”, inclui nove temas originais e ainda duas versões de temas bem conhecidos da música portuguesa.

Os “Rua da Lua” aceitaram participar nesta rubrica, e vêm falar um pouco mais sobre o seu projeto e o primeiro CD da banda.

 
 
 
 
 

Quem são os Rua da Lua?

A Rua da Lua é composta por 5 elementos: Tatiana Carmo (voz), Rui Silva (contrabaixo), Manu Teixeira (percussão), Carlos Lopes (acordeon) e Tiago Oliveira (guitarra).

 

Como é que surgiu a ideia de formar esta banda?

A banda surgiu do encontro de músicos de várias áreas e influências (fado, jazz, música tradicional portuguesa, entre outras), procurando solidificar e afirmar uma sonoridade original e de cariz acústica e portuguesa. 

Foi também importante uma série de concertos que fizemos em 2009\10, em que suportavamos musicalmente uma companhia de bailado contemporâneo, permitindo apurar o conceito instrumentistico e a presente linguagem do grupo.

 

Porquê Rua da Lua para nome da banda?

A rua porque é um local de passagem, de influências várias, de muitas músicas. A lua porque é sinal de sonho, de inspiração, de magnetismo e misticismo. Tudo isso e mais faz a Rua da Lua. E também porque existe uma rua em Sintra com esse nome, no fundo também representa de onde somos, da região de Sintra, da região saloia!

 

Como caracterizam o vosso estilo musical?

É sobretudo acústico, com alguma carga dramática e mística, típica do povo português. Mas isso depois o público é que decidirá onde nos enquadrar.

 

Rua da Lua é também o nome do vosso primeiro trabalho. Sobre o que nos fala?

Fala-nos de diversas histórias e vivências comuns; amores e desamores, encontros e desencontros, mas sempre com a preocupação pela língua portuguesa e pelo gosto pelas boas canções. De realçar o excelente trabalho da letrista que também deu rumo e poemas ao grupo, a Eugênia Ávila Ramos.

 

Consideram que há espaço no panorama musical português para projetos como o vosso, ou ainda faltam oportunidades?

Há espaço sim, mas temos sempre de ser capazes de nos superar e também criar as nossas oportunidades. O mercado, a música e a indústria musical em Portugal mudaram muito nos últimos 15 anos. Hoje há muita oferta, muitos discos e por vezes isso facilita a promoção e divulgação dos grupos e da arte. Contudo, também tem as suas desvantagens, às vezes o excesso de informação torna difuso e difícil o caminho de um grupo. 

Teremos de ser capazes de ir criando o nosso espaço em Portugal mas também além fronteiras.

 

Que feedback têm recebido por parte do público?

O feedback tem sido excelente! As pessoas têm gostado dos concertos e do disco. Acham interessante a mistura de influências, os arranjos e a envolvência que procuramos criar nos concertos.

 

Quais são os vossos planos para este ano? Que objectivo gostariam de ver concretizado?

Os objectivos passam por promover e dar a conhecer o disco e o grupo ao maior número de pessoas possível. Também a realização de concertos e eventos ao vivo são importantes para dar a conhecer o grupo.

Outro objectivo importante e que já estamos a trabalhar nele, é a pré produção de um novo disco. Mesmo com este disco acabado de ser editado, é sempre bom pensar o futuro e ir trabalhando em novas ideias!

 

Muito obrigada!

 

Podem ficar a saber mais em:


www.ruadalua.com

https://www.facebook.com/rua.dalua

https://www.youtube.com/channel/UCYKIZolh7L5E9KhmCg0wa_g

O mais belo castelo da Europa é português...

 ...e foi o Palácio da Pena o eleito pelo European Best Destinations, site que elege os melhores destinos da Europa!

No site, surge descrito como o “expoente máximo do romantismo do século XIX em Portugal”, com “claras influências arquitetónicas manuelinas e mouriscas”. O Palácio destaca-se pela sua posição privilegiada, construído de modo a “ser visível de qualquer ponto” do parque em que se insere — o Parque Nacional da Pena. Para além disso, o site refere ainda os “jardins e a floresta luxuriante”, composta por mais de 500 espécies de árvores, originárias dos quatro cantos do planeta.

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Aqui fica a lista dos eleitos:

1. Palácio da Pena (Portugal)
2. Alcázar de Segóvia (Espanha)
3. Castelo de Neuschwanstein (Alemanha)
4. Castelo de Hohenzollern (Alemanha)
5. Castelo de Walzin (Bélgica)
6. Castelo de Eltz (Alemanha)
7. Castelo de Chambord (França)
8. Castelo de Culzean (Escócia)
9. Castelo de Eilean Donan (Escócia)
10. Palácio de Windsor (Inglaterra)
11. Castelo de Corvin (Roménia)
12. Castelo de Trevarez (França)
13. Castelo de Hohenwerfen (Áustria)
14. Castelo de Bran (Roménia)
15. Castelo de Schwerin (Alemanha)

 

 

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