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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Ligações Arriscadas, de Sandra Brown

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Mais um livro da Sandra Brown acabadinho de ler, para juntar à colecção!

 

Pontos positivos:

Continua a inovar e a reinventar-se a cada nova história com que nos presenteia, e a manter o suspense até ao final, sem sabermos bem quem é o mau da fita, e que segredos escondem as personagens, embora neste caso tenha desvendado cedo o autor, deixando apenas por descobrir o motivo.

 

Pontos negativos: 

Não me cativou logo nas primeiras páginas, ao contrário dos restantes;

Parece-me que detectei neste livro alguns erros de escrita  e, até mesmo, uma forma de escrever que nem parece a Sandra Brown como a conhecemos;

 

Crawford Hunt é um ranger texano, pai de uma menina que deixou, durante 4 anos, à guarda dos avós, por ter percebido que não estava em condições de cuidar dela naquela altura.

No entanto, após várias sessões com a psicóloga, e verificando-se as condições para ficar com a guarda da filha Georgia, ele assim fez, requerendo essa mesma guarda ao tribunal.

No dia em que a juíza Holly se iria pronunciar e proferir a sentença, ocorre um atentado na sala do tribunal, acabando Crawford por salvar a vida da juíza, e pondo em causa o seu objectivo de ficar definitivamente com a filha.

E se, num primeiro momento, Crawford é visto como um herói, no seguinte, torna-se no principal suspeito. À medida que a investigação avança, e que o ranger fornece aos investigadores as pistas que vai descobrindo, e que se inclinam numa direcção, estes têm uma leitura e perspectiva diferente, que os leva direitinhos a Crawford. E ele está cada vez mais próximo da juíza Holly...

Mas não será só este incidente a dificultar-lhe os planos. O sogro também não vai descansar enquanto não o vir longe de Georgia, de preferência, preso. E, diga-se de passagem, Crawford proporciona-lhe esse desejo quase de bandeja, devido à sua impulsividade.

 

Quem vencerá a batalha pela guarda de Georgia?

Estará a juíza Holly a unir-se ao seu potencial assassino, sem o saber?

Na vida, existem ligações arriscadas, que levam muitas vezes a um desfecho inesperado...

 

SINOPSE

"Crawford Hunt acabou de preparar o quarto novo da filha. Em tons de rosa, a cor preferida de Georgia. No dia seguinte, se tudo correr bem em tribunal, a sua menina voltará para casa depois de quatro anos de ausência.
Após a morte da mulher, Crawford - ranger de profissão - mergulhou numa profunda depressão. Mas desde então fez tudo ao seu alcance para dar a volta por cima. O seu destino encontra-se agora nas mãos da juíza Holly Spencer.

Porém, tudo aquilo que ele conseguiu com tanto esforço vai ser posto à prova na sala de audiências, quando um homem armado dispara contra Holly. Instintivamente, o ranger protege-a. Não podia saber que estava a pôr em causa o seu futuro com Georgia… pois, por um lado, acaba de mergulhar num mistério do qual dificilmente sairá ileso. Por outro, vai comprometer a própria Holly. A juíza faz tudo para reprimir os seus sentimentos, mas revela-se incapaz de negar a surpreendente - e altamente inapropriada - atração que sente pelo ranger.

Sob o peso de tamanha responsabilidade, Crawford sente o seu mundo descarrilar de novo. Não pode perder a filha… mas para poder recuperar a sua vida de outrora, precisa desesperadamente de pôr fim a uma situação impossível.

Um vertiginoso thriller sobre a importância dos laços de família e os segredos que estamos dispostos a guardar para os proteger…"

Águas Perigosas

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Para desanuviar um bocadinho das emoções do fim-de-semana, decidimos ver este filme que tínhamos gravado.

Quando li sobre o mesmo, fiquei com a ideia que a protagonista ficaria presa numa ilha, e que haveriam vários tubarões. Só depois percebi que não era bem assim.

E desanuviar é só uma maneira de dizer, porque na verdade uma pessoa está sempre tensa a ver o filme, à espera do ataque, à espera que tudo dê certo, à espera que não haja mais incidentes.

 

 

 

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A ilha não é bem uma ilha, como nós imaginamos, mas apenas umas rochas no meio do mar que, a determinada altura, com a subida da maré, irão ficar submersas. E haverámais inimigos a enfrentar, além dos previsíveis.

Por outro lado, nem num filme destes uma pessoa deixa de se emocionar com os animais! E não falo do tubarão, mas de uma baleia que por ali anda, ferida e a servir de refeição.

E, sobretudo, de uma gaivota! Uma gaivota que será a grande companhia de Nancy, e que não pode voar porque tem a asa ferida. Nancy consegue tratar dela, e colocá-la no caminho de volta à praia, mas só no final saberemos se foi bem sucedida, ou apanhada pelo tubarão.

 

À semelhança de um outro filme que vi, em que a Sandra Bullock foi a única personagem na maior parte da duração do filme, também neste Blake Lively teve seu cargo essa missão. E a verdade é que não faz ali falta mais ninguém para nos manter presos ao ecrã.

 

Era suposto ser uma ida à praia. Não uma praia qualquer, mas uma especial, escondida, desconhecida da maior parte das pessoas. E uma tarde de surf, tal como tinha acontecido há muitos anos atrás. Só isso.

Mas o que torna esta praia tão especial e misteriosa, é também uma desvantagem, que pode fazer a diferença entre a vida e a morte de quem lá vai.

 

Houve cenas que me fizeram imensa confusão, e não recomendo para quem é sensível a ver sangue, ou a alimentação alternativa, mas adorei o filme!

Quando o Ódio Matar

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Três mulheres, três histórias, três segredos...

E uma personagem misteriosa, com uma história paralela, que nos vai sendo narrada e que, só no final, o leitor saberá a qual destas três mulheres pertence.
É, sem dúvida, um livro que prende logo na primeira página, e nos faz querer chegar depressa ao final, para ver se o ódio irá mesmo matar a personagem mais desprezível que encontramos na trama.
E tudo isto, enquanto é investigado o assassinato de uma quarta mulher cujo crime, quem sabe, não ajudará alguém a planear, com maior precisão, o crime perfeito.

Anna Eiler é a agente de polícia encarregada do caso da mulher assassinada encontrada no lago.

Julia Almliden e Ing-Marie são jornalistas, colegas de trabalho que pouco falam entre si, mas vão trabalhar em conjunto para resolverem este crime.

Na maioria da vezes, conseguem as melhores pistas muito antes da própria polícia. Com sorte, serão elas a entregar o criminoso de bandeja às autoridades, que parecem andar a brincar, sem avançar no caso, e com um chefe que, a meio da trama, se torna ele próprio um suspeito.

Anna, Julia ou Ing-Marie - qual destas mulheres está a planear matar o seu próprio pai, e que motivos a terão levado a fazê-lo?

Ao longo do livro vão sendo expostos esses motivos, e o episódio em concreto, que a levou a tomar essa decisão. 

A partir daí, ela irá anotar tudo o que deve fazer, e o que deve evitar, num alegre e colorido bloco de notas com uma capa de madalenas. Vai ver filmes sobre crimes perfeitos, assistir a exposições sobre métodos de tortura, pesquisar sobre drogas para anestesiar, e tudo o mais que seja necessáriopara concretizar a sua missão.

Mas será que, chegando ao momento, ela terá mesmo coragem de o fazer? Será que tudo vai correr mesmo, como ela tinha planeado?

Terão que ler, para descobrir! Eu recomendo!

Ler um livro de 400 páginas em poucas horas é possível?

 

Sim, é possível!

Não é fácil um livro tão grande conseguir segurar e motivar o leitor em cada página que lê, mas a Sandra Brown tem esse efeito sobre mim.

Ninguém consegue ter aquela capacidade de manter o suspense, e fazer-me querer ler mais e mais e mais, porque a cada novo capítulo há uma surpresa guardade para mim. Deve ser por isso que não perco nenhum dos livros da Sandra Brown, e estou sempre à espera do próximo!

Sim, as histórias podem partir todas da mesma premissa: uma mulher que será a possível vítima, um homem que nos dá todos os motivos para acreditar que é ele o criminoso, mas que acabamos por descobrir que não, e alguém que nunca desconfiámos acaba por ser o verdadeiro culpado. O salvador, quase sempre não se pode, ou não se quer, envolver com a mulher que tenta proteger, mas acaba por fazê-lo. A mulher, apesar de todas as aparentes evidências, ainda assim acredita neles e sente-se mais segura ao seu lado. Quase sempre, este homem desaparece por uns tempos, deixando o romance em supenso, mas volta nas linhas finais para ficar com a mulher.

Mas, ainda assim, gosto de ler Sandra Brown, e deliciar-me com as voltas e reviravoltas que ela dá às suas histórias, e que nos prendem a cada uma das páginas, até ao desfecho.   

No Teu Olhar

 

Valeu a pena esperar tanto tempo por um novo livro do Nicholas Sparks porque este é, sem dúvida, um dos melhores livros que já escreveu! Para quem gosta do género, claro.

Logo no início, assistimos a uma pessoa incógnita que parece andar a seguir os passos de alguém, e saber muito sobre a sua família e hábitos. Essa pessoa tem um único desejo - vingança! A vítima? Maria Sanchez.

Mas quem é Maria Sanchez?

É isso que nos vai contar a história, narrada em capítulos intercalados entre as duas personagens principais - Colin e Maria.

Os dois não poderiam ser mais diferentes: ela, uma advogada bem sucedida, vinda de uma numerosa e unida família; ele, um homem com um passado turbulento, e dado a violência, que está agora a tentar dar um novo rumo à sua vida, e sonha ser professor. 

Têm ambos 28 anos, planos específicos para a sua vida e, apenas por mero acaso, ou talvez não, cruzam-se numa noite tempestuosa, ela com um pneu furado à beira da estrada, e ele com a cara negra, acabado de vir de uma luta. E se aquela noite prometia ter ficado no passado, o destino (e uma irmã muito intrometida mas com a melhor das intenções) troca-lhes as voltas, e acabam mesmo por se apaixonar e começar uma relação.

Acreditando que Colin é, neste momento, uma pessoa totalmente diferente daquela que ele descreve quando se refere ao passado, Maria acha que ele é a pessoa certa para si neste momento complicado, em que está a ser vítima de assédio sexual por parte de um dos sócios da empresa para a qual trabalha, em que o tipo e volume de trabalho que exerce já não a cativam, e em que se vê ainda perseguida por alguém que anda a tentar aterrorizá-la com bilhetes estranhos e gestos de deixar qualquer um à beira de um ataque de nervos.

Mas conseguirá Colin, perante a ameaça à vida da sua amada, controlar a sua raiva e a sua agressividade, ou irá violar o acordo que lhe deu a liberdade condicional, e voltar para a prisão? A verdade é que um determinado agente está apenas à espera de uma pequena falha para o colocar lá dentro, e anda a ficar aborrecido por Colin ter escapado, das últimas vezes, graças à preciosa ajuda dos seus amigos Evan e Lily.

Por outro lado, a pergunta que se coloca é quem se quer vingar de Maria, e porquê? Será Ken, o sócio que a anda a assediar, ao descobrir que Maria tem namorado? Será algum cliente insatisfeito? Ou será alguém do passado, que volta agora para cumprir aquilo que prometeu?

Curiosos? Terão que ler o livro para descobrir! E não se irão arrepender!

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