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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Qual o melhor dia da semana para trabalhar?

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Segunda-feira - ainda com sono e cansados, a tentar entrar novamente no ritmo, com muita calma, depois de um fim de semana a acordar mais tarde e cheio de actividades, não é um bom dia para trabalhar!

 

Terça-feira - o dia em que pensamos que ainda falta tanto tempo para o fim de semana, em que desmoralizamos e nos andamos a arrastar, na esperança que, pelo menos, vejamos o meio da semana chegar

 

Quarta-feira - estamos a meio da semana, já enfrentámos dois dias de trabalho, precisamos de uma pausa para enfrentar o resto da semana

 

Quinta-feira - já está quase a semana a terminar, custa-nos cada vez mais acordar cedo, o cansaço vai-se acumulando, já só queremos que o fim de semana chegue depressa

 

Sexta-feira - estamos já em modo fim de semana, a trabalhar o mínimo, à espera que o tempo passe e o relógio indique a hora de saída! 

 

Posto isto, na vossa opinião e experiência pessoal, qual o melhor dia da semana para trabalhar, e que acaba por ser mais produtivo? Ou não existe um dia específico para isso?

Comprar livros nas livrarias online - umas perdem, outras ganham

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90% dos livros que tenho são comprados na Wook online. Aproveito promoções, poupança de portes de envio e outras ofertas para poder poupar alguma coisa. 

Fiz uma encomenda há pouco tempo, da qual fazia parte um livro que tinha sido uma recomendação deles, recebida por email. Uns tempos depois informam-me que o dito livro está esgotado, pelo que vão devolver o valor pago, uma vez que não poderão satisfazer a encomenda.

 

"Com o intuito de o manter atualizado sobre o estado da sua encomenda, vimos por este meio informá-lo que o título encomendado "Encontras-me no Fim do Mundo", se encontra indisponível no fornecedor e sem previsão de fornecimento. Gostaríamos ainda de referir que efetuamos todos os esforços no sentido de satisfazer o seu pedido, contactando fornecedores e canais de distribuição alternativos, mas os nossos esforços revelaram-se infrutíferos."

 

Teimosa como sou, fui verificar se realmente o livro estava esgotado ou não, e confirmei que tanto na Bertrand como na Fnac era essa a menção. No entanto, encontrei o livro à venda do site da Leya. Para não me iludir, enviei um email para a Leya, que me disse que tinha o livro para envio imediato.

Ora, não sei o que a Wook quis dizer com contactar canais de distribuição e fornecedores alternativos, mas era evidente que ainda havia uma hipótese não explorada, e foi isso mesmo que lhes comuniquei, na esperança de que fossem eles a recorrer à Leya, pedir-lhes o livro e enviar-me.

 

Respondem-me assim:

"Em resposta ao solicitado, verificamos que o artigo Encontras-me no Fim do Mundo encontra-se esgotado na nossa plataforma Wook, se pretender estar informado da disponibilidade do artigo na nossa plataforma, poderá ir ao seguinte link ...e selecionar o ícone esgotado ou não disponível para ser posteriormente ser notificado da disponibilidade do mesmo."

 

Uau! A sério?!

"Que está esgotado na vossa plataforma eu já percebi. 
Mas como disseram que tinham efetuado todos os esforços no sentido de satisfazer o meu pedido, contactando fornecedores e canais de distribuição alternativos, revelando-se os vossos esforços infrutíferos, pensei que, indicando-vos eu onde o livro se encontra disponível, poderiam agilizar os meios para satisfazer o meu pedido, usando esta alternativa.
Sendo assim, vou encomendar directamente à Leya." - respondi eu.
 
 
 
 
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Foi o que fiz! Não naquele dia, mas hoje, aproveitando a promoção de 40% de desconto em romances com mais de 18 meses. Com o dinheiro que a Wook me devolveu, deu para pagar este, e ainda sobrou uns cêntimos.
 
E é assim que, enquanto uns perdem dinheiro, outros ganham, e eu consigo o livro que queria.
Pelo menos, assim espero. E espero que valha a pena todo o trabalho que me deu para o conseguir. 
 

 

 

Em Abril, a Inominável vale por mil!

 

 

(clicar na imagem)

 

É apenas uma, a número 7, curiosamente lançada a 7 de Abril, mas quase nos atrevemos a dizer que vale por mil!

Pelos conteúdos, pelo trabalho de todos os colaboradores e, claro, das Inomináveis Mor que tornam tudo isto possível!

Então e o que é que se pode descobrir nesta INOMINÁVEL de Abril?

 

Tudo isto:

Corações Inomináveis - rubrica dedicada aos animais e associações que os protegem

Agenda Inominável - com sugestões para os meses de Abril e Maio

Musicalizando - com entrevista a Paulo Sousa

Tendências de A a Z - a rubrica de moda a cargo da Sofia Silva

Receitas irresistíveis com chocolate

Viagens em tons de verde

 

E muito mais!

Vão lá espreitar!

 

Deve ser por isso que o meu cérebro não está a funcionar

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Estou cheia de frio. 

Não é que esteja muito mais frio que nos dias anteriores. E eu até estou bem agasalhada: três camisolas, casaco e, para ajudar, o ar condicionado ligado.

Mas continuo cheia de frio. E o frio não me deixa pensar, não me deixa relaxar, não me deixa trabalhar como queria.

"É psicológico!", dizem as pessoas, do frio.

Deve ser por isso que o meu cérebro está a demorar mais tempo a engrenar - o frio afectou o meu psicológico todo!

Como lidar com os(as) ex no trabalho?

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No outro dia, a Sic colocou cara-a-cara, no mesmo programa de televisão, em que uma delas é apresentadora, e a outra era convidada, a ex-mulher e a actual namorada de Pedro Teixeira - Cláudia Vieira e Sara Matos.

É certo que, a haver culpa, a mesma não se deverá somente à Sara Matos. Mas confesso que, nesta "batalha" que não é minha, nem nossa, eu pendo em larga escala para o lado da Cláudia Vieira.

Todos sabemos que a amizade delas terminou, e que as duas não se falam e evitam, sempre que possível, estarem nos mesmos locais ou, pelo menos, cruzarem-se.

 

 

Mas, e quando o trabalho assim o exige?

Como será ter que lidar com os(as) ex daqueles que são os nossos actuais parceiros, e como lidar com aqueles(as) a quem atribuímos a culpa pelo fim das nossas relações?

Até que ponto é possível ser-se profissional, quando está em causa todo o lado emocional?

 

 

Posso-vos dizer que é possível, porque eu própria já passei por isso. Por acaso, correu bem. 

Também relativamente a à Cláudia e à Sara, a coisa correu com a normalidade possível, segundo consta.

Mas será que é sempre assim? Ou, por vezes, as emoções falam mais alto que o profissionalismo?

 

 

 

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