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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Arte com ovos

Nestas peças que aqui vêem, segundo o artista, foram dispendidas muitas horas de trabalho.

E quem dá valor, paga uma pequena fortuna por elas.

 

Esculpir ovos não deve ser,por certo, uma tarefa fácil. 

 

Domingos Amaro, nascido em Moçambique em 1961, é apaixonado pela natureza e pela arte. Estudou Belas Artes mas, ainda assim, considera-se um autodidacta. É para as peças que transpõe, de alma e coração, toda a sua criatividade.

Ao longo dos anos participou em várias exposições, individuais e colectivas, tanto com trabalhos de escultura, como também de pintura.
 
 

 

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

 

Alguém imagina que ovos são estes?!

 

Imagens Ovarte

Para verem todas as obras, espreitem a página do artista: https://www.facebook.com/ninoovarte/

 

Todos precisamos uns dos outros!

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No outro dia, conversava com o meu marido sobre o sentimento de superioridade de boa parte dos licenciados, que se acham mais que os outros só porque andaram numa universidade a estudar não sei quantos anos, e têm agora o título de Dr.

Mas, o que lhes dá esse direito de acharem que, por esse motivo, são mais que os outros? O que são eles a mais que eu, ou que o "zé da esquina"?

Todos precisamos uns dos outros, todos temos a nossa missão, e todos contribuímos com aquilo que melhor sabemos.

E até os "doutores" precisam do homem do lixo, da empregada do supermercado, do eletricista, do canalizador, e por aí fora. Porque sem estas pessoas, e muitas outras, de nada lhes serviria ser "doutor".

O pior, é que esta mania da superioridade está a alastra-se até mesmo àqueles que ainda nem o curso terminaram, ou nem sequer começaram! E a muitos funcionários que, não sendo licenciados, mas tendo cargos administrativos, acham que são mais importantes que o porteiro, a cozinheira, a mulher da limpeza ou o segurança da empresa.

Se querem tirar uma licenciatura, mestrado ou doutoramento, façam-no porque é algo que realmente gostam, e porque sentem que será útil para essas pessoas e para a sociedade. Não pelo simples facto de isso equivaler a um título, e por acharem que isso significa ter direito a tratamento especial.

A sociedade precisa menos de "doutores" e afins que se gabem daquilo que estudaram, daquilo que ganham, dos títulos que adquiriram, e mais de profissionalismo, atitude, ou seja, menos conversa e mais acção.

Porque o melhor profissional, seja em que área for, não é aquele que apenas fala e se gaba, esperando o reconhecimento de todos à sua volta, é aquele que age de imediato, sem esperar nada em troca!

Opinar ou ficar calado

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Uma opinião é apenas uma opinião, um ponto de vista. Não é, de todo, uma certeza ou verdade absoluta.

Uma opinião vale o que vale. Para alguns, muito. Para outros, pouco. E para muitos, nada.

E para quê exprimir a opinião sobre determinado assunto, quando nem sequer foi pedida?

E, ainda que tenha sido pedida, para quê perdermos tempo a opinar, se sabemos que nada do que dissermos vai servir para alguma coisa, ou sequer ser tido em conta?

Para quê opinar, se isso pode trazer mais dissabores do que resultados práticos? 

 

Assim, na maior parte das vezes, é preferível mantermo-nos calados, e guardar a nossa opinião para nós mesmos. Cada um sabe de si. E nós temos é que nos preocupar connosco e com a nossa vida. Os outros que se preocupem com a deles.

 

No entanto, por muito que tente manter esta postura, quando dou por mim, lá está mais uma opinião a sair sem ter sido convidada a tal.

É que, perante determinadas situações, é difícil controlar aquilo que pensamos, e evitar que saia cá para fora aquilo que achamos que não está correcto. Mas, depois, lá me apercebo de que é tempo perdido, e energia gasta desnecessariamente, e calo-me.

Para tempos depois voltar a distrair-me, e soltar mais uma opinião! É mais forte que eu!

 

E por aí, também são mais de opinar, ou de calar?

 

 

Tenham atenção ao comprar medicamentos na farmácia

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Sempre que forem a uma farmácia comprar medicamentos com receita médica, sendo esta em papel, tenham atenção ao valor que lá vem indicado, do valor máximo que os mesmos custarão.

Já não é a primeira vez que acontecem situações em que, se estivermos distraídos, acabamos por pagar mais do que devíamos.

Quase aconteceu isso ao meu marido, no outro dia, quando foi comprar um antibiótico. A funcionária foi buscar, registou e disse que custava quase 8 euros. Achei estranho, e mencionei que na receita dizia que custava no máximo cerca de 3 euros.

 

"Ah e tal, mas isso é se for genérico. Prefere levar antes o genérico?"

 

Claro que ele preferiu! Mesmo assim, não tinham o genérico mais barato, e teve que levar um de 4 euros. Mas poupou alguma coisa.

Já antes, numa outra situação, aconteceu o mesmo comigo. Queixei-me, mas aí disseram-me que não tinham nenhum dos mais baratos.

 

"Ah e tal, a receita refere esse valor, mas nem sempre as farmácias têm esses medicamentos."

 

E se uma pessoa está sem tempo, com pressa, e é a única farmácia mais à mão, tem que se sujeitar.

Mas, podendo, mais vale procurar em várias farmácias e, acima de tudo, estar atento ao valor que vem na receita, para que não nos tentem enganar ou fazer pagar mais, sem necessidade.

 

 

 

Como planeio as minhas compras de Natal

 

Está a chegar aquela época do ano em que, por norma, gastamos mais dinheiro que o habitual.

A culpa é do Natal, que nos contagia com generosidade, alegria, e muita vontade de celebrar com festas caseiras, e presentes para a família e amigos.

Por isso, sempre que o mês de Novembro se aproxima, o meu pensamento é - este ano vou ter que cortar em algumas coisas, gastar menos e oferecer presentes só a meia dúzia de pessoas mais chegadas. Puro engano!

Mais de metade da família faz anos antes ou depois do Natal, o que significa festas e presentes a duplicar (ou então um único mas com um valor maior).

Como sou organizada, e não gosto de surpresas, sigo sempre o mesmo método todos os anos:

 

1 - O primeiro passo é, então, estipular uma parte do subsídio de natal que poderei gastar, tentar dividi-la da melhor forma possível, e tentar poupar ainda no que puder!

2 - O segundo passo, é fazer uma lista das pessoas a quem tenciono oferecer presentes, e de coisas/ produtos onde irei gastar (pastelaria/ cabeleireira/ restaurante).

3 - Em seguida, estipulo um valor para cada uma dessas pessoas/ coisas.

4 - Relativamente aos presentes, costumo colocar à frente algumas ideias de presentes. À família mais chegada, por vezes pergunto o que faz falta.

5 - O quinto passo é ir às compras! Algumas coisas, compro com antecedência. Outras, mais perto da data.

 

E pronto! Tenho 50% de possibilidades de seguir o meu plano à risca e, com sorte, ainda poupar uns trocos daqui e dali, com promoções que venha a usufruir, ou despesas que irão sair menos dispendiosas, e 50% de hipóteses de, a determinada altura, me dar aquela vontade incontrolável de comprar isto e aquilo, e aperceber-me que não cumpri nada daquilo que tinha planeado, e que o orçamento terá que ser revisto!

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