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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A avaliação final foi lançada, e desapareceu logo a seguir!

Notas inflacionadas ou fraudes na avaliação? | Escola Portuguesa

 

Ontem acedi ao Inovar, pela manhã, para ver se já tinham sido lançadas as notas do 3.º período.

Para minha surpresa, lá estavam elas.

Bem como a avaliação global dos três períodos e a menção de que "transita" para o ano seguinte.

Enviei foto para a minha filha, e imprimi, para ela guardar.

 

À hora de almoço, as mesmas desapareceram.

Até agora, está tudo novamente em branco.

Quem não conseguiu ver de manhã, terá que esperar. E vamos lá ver se os poucos que viram não vão ter surpresas.

Terá sido erro da plataforma?

Ou um lançamento antecipado que não era suposto acontecer?

Efeitos secundários das medidas de contingência conta a Covid-19

Atasi Bengkak Kaki Semasa Mengandung | Najlaa Baby Skincare

 

Pernas inchadas, varizes e cansaço, para quem tem que estar à espera para ser atendido em qualquer lado.

Antigamente, íamos a um qualquer serviço, tirávamos a senha e aguardávamos comodamente sentados, no interior, a nossa vez.

Isso acabou.

 

Agora, esperamos de pé, em fila, na rua, que quam está a ser atendido saia, para entrarmos nós, ou que alguma alminha se lembre de nós chamar.

Passo pelo centro de saúde, a caminho do trabalho, e vejo os utentes cá fora, à espera.

Nas Conservatórias, CTT e outros serviços públicos, o mesmo. Não há condições para deixar as pessoas entrar e sentar.

Mas também não há hipótese de a pessoa sair da fila e ir sentar-se em qualquer lado, enquanto espera, para não perder a vez. 

 

Enquanto isso, os próprios serviços tornam-se mais demorados, o que nos faz esperar ainda mais tempo.

E desesperar.

Quem paga são as nossas pernas.

Podemos não ser contagiados pela Covid-19, mas sofremos no corpo todos os efeitos secundários que as medidas contra ela provocam.

Se não fosse humana gostaria de ser...

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A Ana de Deus desafiou-me para escolher um animal que gostasse de ser, se não fosse humana - desafio-se-nao-fosse-humana.

Penso que, para quem me conhece, a resposta é óbvia: um gato!

 

Se não fosse humana, gostaria de ser um gato. Europeu comum.

Pela elegância. Já viram a forma como caminham?!

Pela beleza. 

Pela independência. Os gatos são autónomos e independentes, e tentam desenrascar-se sem pedir ajuda a terceiros.

Pela sabedoria. Quem me dera ter uma parte da sua inteligência.

Pela agilidade. Já viram como correm e saltam, e caem sempre (ou quase) de pé? E os seus reflexos?

Pela simplicidade. Os gatos não precisam de muito para se entreter e ser felizes.

Pelo misticismo.

Pelo que dão, e como se dão a quem com eles convive, sem esperar nada em troca.

 

De Junho para Julho, nada mudou

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Terminou Junho. Chegou Julho.

Mas, por aqui, os dias continuam iguais.

Casa/ trabalho, e trabalho/casa.

Inverno de manhã, com direito a nevoeiro e chuviscos. Primavera a meio do dia, com o sol a brilhar por entre as nuvens. Outono ao final do dia, com o vento a fazer-nos chegar depressa a casa, e aconchegarmo-nos com uma manta e uma bebida quente.

Até o verão tem receio de marcar presença.

E fazia-nos tanta falta, para aquecer a alma e o coração, que já começa a congelar, depois de quase meio ano de tempestade. 

Para nos dar esperança. Ânimo. E força.

Antes que chegue, de novo, o outono, e nos pareça que foi um ano mutilado, incompleto, um ano que não se aproveitou, um ano que queremos apagar da memória, ainda que fique, para sempre, na História.