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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sobre a proibição de venda de determinados produtos nos hipermercados

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Pergunto-me, em que é que a medida contribui, de forma positiva, para todos aqueles que foram obrigados a fechar portas?

Proibir a venda de determinados produtos, nas grandes superfíciesm impede-as de ganhar, quando outros também não ganham.

 

Mas em que é que, efectivamente, essa medida ajuda, nestes dias de confinamento, o pequeno comércio que tem que estar encerrado?

O que um perde, não é dado ao outro. O que um deixa de ganhar, não compensa o outro. Os rendimentos daqueles que estão fechados, não aumentam com esta proibição. O lucro que uns deixam de ter, não se transformam em compensação financeira para os restantes.

O que acontece, na prática, é que, quando voltar a estar tudo aberto, ainda assim, as grandes superfícies vão continuar a vender mais.

Quando for permitido comprar, ainda assim, as pessoas vão continuar a preferir as grandes superfícies.

 

Sabemos que existe uma grande concorrência desleal, que não é de agora.

Mas, se existe, é porque foi permitida. É porque foi autorizada. 

Pelos mesmos que, agora, por conta de medidas duvidosas, querem fazer boa figura e mostrar que não vão permitir tal concorrência, na situação em que nos encontramos.

Depois...

Depois já pode voltar tudo ao normal. Porque vão voltar a fechar os olhos e continuar a autorizar tudo.

E se, em vez de estar a descartar as culpas dessa concorrência desleal, apoiassem mais aqueles que obrigaram a encerrar, com base em critérios muito discutíveis, que beneficiam uns, e prejudicam outros, sem qualquer sentido?

 

Problemas com o fornecimento do gás

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Há por aqui uma loja na qual se pode comprar, para além de electrodomésticos e artigos para a casa, gás engarrafado. E entregam em casa.

Evita-nos ter que andar com garrafas "às costas", de casa para o carro, e a reboque, deste para os hipermercados.

Podemos encomendar por telefone, eles entregam, e depois pagamos. Ou podemos ir à loja, pagar, e depois levam a casa.

 

Na segunda-feira fui à loja, à hora do almoço. 

Disseram-me que não garantiam a entrega para aquela tarde. Sem stress. Podia ficar para o dia seguinte, que é o que fazem quando já não podem no próprio dia.

Não entregaram naquele dia. Voltei a pôr a bilha dentro de casa. Na terça, pus na rua. Ao final do dia, não tinha a nova.

 

Ontem de manhã, liguei para saber o que se passava.

Segundo me informaram, não tinham indicação de que tivessem ficado entregas pendentes, mas iam ver a situação e, ainda nesse dia, resolveriam o problema.

Quatro da tarde, e ainda nada. Voltei a ligar. Disseram que ainda era cedo, mas para estar descansada, que seria entregue.

Dali a pouco, ligam-me da loja.

Queriam saber se eu estava em casa porque o distribuidor queria falar comigo. 

Respondi-lhe que não. Mas que a garrafa estava na rua, podiam ir lá.

Ah e tal, é que ele diz que deixou lá o gás na 2ª feira

"Deve ter deixado tanto como da outra vez, que também dizia que o tinha feito e não tinha deixado nada. Se tivesse lá deixado, tinha levado a vazia, certo? Ou era algum ladrão que ia lá buscá-la, deixando uma vazia em troca?"

Pediu desculpa, e disse que ia ver com o distribuidor. Que provavelmente ele teria ido fazer entregas nessa rua, e estava a fazer confusão.

 

Às 18h, já lá estava a garrafa cheia.

Ora, se eles tivessem razão, iam lá deixar outra?

Já é a segunda vez que me fazem isso. Não entregarem e, depois, dizerem que lá foram.

Estão a passar-me um atestado de estupidez, só pode!

Já parecem os funcionários dos CTT, quando deixam aviso a dizer que não estava ninguém em casa, e nem sequer bateram à porta, ou tocaram à campainha.

 

 

Há chás que sabem a chá... e outros a água quente!

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Nestes dias de frio, bebo sempre, à noite, uma chávena de chá.

Comprei algumas embalagens, de ervas diferentes, e fui experimentando um cada dia.

São daquelas saquetas de infusão.

A maioria, a pouco mais me sabia que a água quente, pouco se notando o efeito e aroma das ervas que lhe deram o nome. O de lúcia lima ainda se notava o odor, mas pouco sabor. O de flor de laranjeira, muito amargo. O de chá verde e jasmim, escapa.

 

Mas, sem dúvida, aprecio muito mais os chás solúveis e o da imagem acima, dos últimos que comprei para experimentar, é daqueles que, quando se prova, sabe realmente a chá, tem um sabor intenso, e bom.

Até a minha filha, que não é jovem de beber chás, gostou deste.

É mais um a acescentar à lista dos preferidos e, no próximo fim de semana, vou ver se descubro outras variedades também solúveis, para experimentar porque os outros, é para esquecer.

 

 

 

Sinto-me como a Fiona e o Shrek quando se vestiram de reis!

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Uma das melhores formas de combater o frio é vestir várias camadas de roupa.

E eu levo essa medida muito a sério!

Assim, nos últimos dias, tenho-me equipado com 3 camisolas, e 3 casacos, para sair à rua e ir trabalhar. 

E foi o que fiz hoje.

 

O problema, foi quando quis prender o cabelo, e os meus braços não conseguiam mexer-se o suficiente para conseguir agarrar o cabelo lá atrás!

Senti-me como a Fiona, naquele dia em que lhe vestiram tanta roupa, para parecer uma rainha, que parecia um espantalho, sem se conseguir mexer nem aproximar do Shrek.

Parecia que nem tinha força nos braços, enfiada num "colete de forças".

 

Depois, junta-se um cachecol bem quente, e volumoso, que às tantas me faz doer o pescoço.

E uma máscara que, ainda no outro dia, com todo este equipamento, estava tão perto dos olhos que fiquei na dúvida se o arame da máscara não seria, na verdade, a armação dos óculos, que não tinha na cara!

 

Frio, a quanto obrigas...

Um fim de semana para esquecer

The Day I Closed a Ring Road & A Multi Storey Car Park - Laura's Lovely  Blog ♥

 

Começou logo bem, na sexta-feira à noite.

A ideia era aquecer antes de ir dormir

Roupa no aquecedor ou banho quente?

Banho quente. Que se tornou banho morno, quase frio.

Ainda saí da banheira para aumentar o esquentador, mas não resultou, e saí de lá com mais frio do que aquele que já tinha antes de entrar.

Com o marido, que entretanto chegou do trabalho, o mesmo.

Ou o gás estava congelado, ou a acabar.

 

Sábado, dia de compras do mês.

Acordei cedo. Apanhei fila no Lidl, tendo que esperar numa zona ventosa e fria, num dia já de si frio.

No Intermarché entrei sem problemas. Mas muita gente, e muitos encontrões. Muitas filas que evitei, pegando em produtos embalados para ser mais rápido.

O stress de sempre a tirar compras do carrinho, arrumar nos sacos, voltar a pôr no carrinho.

Uma dor de cabeça, do tempo que andei com a máscara, e da confusão.

 

Andei à procura de um termoventilador lá dentro. Não vi.

Só depois das compras pagas, e com um carrinho cheio, percebi que estavam cá fora. 

Além de estar perto da hora de confinamento, não me apeteceu voltar às caixas.

 

Chamei um táxi.

Os de sempre não deviam estar a trabalhar. Mandaram um colega. 

Sempre que mandam um colega é mais caro.

Uma viagem que costuma custar 4,50 a 5 euros, ficou em 5,80 euros. Não sei se são preços de ano novo.

 

Depois de tudo despachado em casa, e ainda com do de cabeça, sentei-me na sala, com as duas gatas ao colo. Parecia uma mãe de gémeos. Nem televisão, nem livros, nada.

 

À noite, chega a minha filha. Diz que passou o dia cheia de tosse. 

Querem ver que somos duas covideiras?!

 

Domingo chega e a minha dor de cabeça não passa. Tenho o nariz ferido de tanto pingar com o frio, e limpar.

A filha já não tem tosse.

Poupei o dinheiro do termoventilador porque o meu pai tinha um em casa que não usa, e deu-me.

Pouco passava das 21h, e o pensamento era deitar cedo e dormir bem para ver se a dor de cabeça passava.

Estava a lavar a loiça. 

Tinha o termoventilador e outro aquecedor ligados. O quadro dispara.

Desligo os aparelhos e um dos disjuntores não liga, fazendo disparar o geral.

Não temos luz.

Os telemóveis estavam todos com a bateria no mínimo.

 

Liguei para a EDP. 

Tempo de espera superior a 5 minutos. Que se converteram em mais de uma hora à espera para atenderem a chamada.

A minha filha enviou mensagem ao meu marido. Ele tentou ligar. Atenderam-lhe logo. Disseram-lhe que já falavam comigo. Nunca ligaram.

Entretanto, ao fim de mais de uma hora de nervos, a ver a bateria a descarregar, e a ouvir milhentas vezes a mesma mensagem, lá me atenderam. Voltei a fazer o que já tinha feito, sem sucesso.

Disseram que iam enviar uma equipa num prazo de até 4 horas.

Contas feitas, por volta das 2.30 da manhã.

 

No tempo livre, acabei por perceber que era a tomada do quarto da minha filha que tinha queimado, juntamente com a extensão.

Andei a desarredar móveis, para que os homens conseguissem passar.

A fazer o possível sem luz. A tentar poupar a pouca percentagem de bateria que restava. A tentar não adormecer, com a minha filha e as duas bichanas na cama, na escuridão, com várias mantas por cima.

 

3 da manhã, e ainda ninguém tinha aparecido.

Envio sms ao marido para ele tentar saber se ainda iam, ou se estava acordada em vão.

Disseram-lhe para me avisar para esperar até às 4.

Entretanto lá me ligam. Dizem que estão ao portão.

Vou até à rua. Não me dizem nada. Só os vejo de volta dos contadores que estão na rua, que até nem são meus!

Lá lhes digo que o meu contador está dentro de casa.

Um deles entra. Olha para o contador como eu, que sou leiga e não faço a mínima ideia de para que servem aqueles disjuntores e ligações. Ele diz que temos corrente nas tomadas. Ligo o frigorífico, e confirmo.

Mas não há luz.

Volto a mencionar-lhe a questão da tomada, que já tinha dito ao início. Lá se resolve a ir ver. 

E pronto, tomada fora, fios isolados e fez-se luz!

Agora é chamar o electricista, para tratar da tomada.

 

Nisto, deitei-me às 4 da manhã, para acordar às 06.20.

Mas não é que a dor de cabeça passou!