Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Get Even, na Netflix

maxresdefault-1.jpg

 

O que une quatro adolescentes que, à partida, não são amigas, nem aparentam ter qualquer afinidade entre elas?

Uma causa comum: acabar com as injustiças num mundo e, particularmente, numa escola, onde estas são a realidade, e a norma.

O grupo é então baptizado de DGM (Don’t Get Mad), já que o lema é “we don’t get mad, we get even”, ou seja, “nós não ficamos irritadas, nós vingamo-nos”.

 

E é isso que vão fazer, a todos aqueles que, de alguma forma, foram injustos, ou agiram de forma maldosa ou vergonhosa. Só que, logo no início, as coisas complicam-se, um adolescente e colega de escola morre, e o grupo é o principal suspeito.

 

Esta é uma série que foi buscar ideias a Control Z, Elite e até PLL, mas muito inferior a qualquer uma delas.

Valem os episódios curtos, de cerca de 25 minutos cada um, e um total de 10 episódios, que se acompanham bem mas que, em nenhum momento, nos tiram o fôlego, criam muito suspense, ou nos deixam boquiabertos com o final.

 

Esquecendo a parte do crime e da vingança, há outros conteúdos que se podem destacar e que, apesar de não muito aprofundados, contribuem com alguns pontos para a série.

 

Bree

É a minha personagem favorita. Filha de pais ausentes, com uma mãe que a abandonou e ao marido, e um pai que passa mais tempo a trabalhar do que em casa Bree tenta, à sua maneira, chamar a atenção do pai para a falta que a sua presença e o seu apoio fazem na sua vida.

Infelizmente, o pai parece não perceber o que está a acontecer, limitando-se a livrar a filha de problemas, e deixar-lhe dinheiro em cima da bancada, sem conseguir ter uma única conversa com ela.

Até porque, dada a ausência e falta de orientação, o pai não tem qualquer moral para condenar o que quer que seja e, a cada “pedido de socorro” atirado pela filha, ele ignora e cala-se.

 

Kitty

Kitty acha que tem que ser boa em tudo.

Mas veio para uma escola em que ser-se bom não significa conquistar aquilo que é merecido.

Outros valores (ou falta deles) falam mais alto.

Por receio que os pais fiquem decepcionados consigo, ao não ter sido escolhida para capitã da equipa de futebol, Kitty mente-lhes, até criar uma situação em que acabará por se tornar ela capitã.

Por culpa, após ter deixado a sua amiga numa noite de festa sozinha com um rapaz, por querer, ela própria, sair com outro, Kitty vai fazer de tudo para se vingar de quem fez mal à sua amiga.

Por necessidade de conseguir uma bolsa de estudos, Kitty quase não vive, dedicada que está aos estudos e aos treinos, mas o seu objectivo está cada vez longe de se concretizar.

 

Olívia

Olívia é a adolescente de classe média, que perdeu o pai há uns anos e vive com a mãe, que trabalha para poder pagar as contas e dar uma vida decente à filha.

As propinas da escola que frequenta são pagas pela avó, mas quem a transformou aos poucos na menina bonita e rica, foi Amber.

Ambas têm namorados. E ambas têm problemas com os quais não conseguem lidar.

Amber acha que o dinheiro compra tudo, até a amizade e o amor, e que quem vier a pertencer ao seu círculo restrito tem que ser como ela.

Olívia vai demorar a perceber que Amber é uma pessoa mesquinha, fútil, maldosa, e que não quer isso para si.

E é assim que se vai aproximando de Bree, Kitty e Margot.

 

Margot

É a nerd do grupo, com dificuldades em socializar e fazer amizades.

Prefere isolar-se no seu espaço até porque, das poucas vezes em que ousou achar que poderia ser diferente, acabou por ser traída e gozada.

Mas, a determinado momento, alguém lhe vai dar a força necessária para lutar contra os seus medos, e contra quem a quer rebaixar.

E o amor vai mesmo bater-lhe à porta.

 

 

Porque é que a diferença incomoda tanta gente?

passarinhos-azuis.jpg

 

A diferença não tira o lugar. Não substitui. Não ameaça.

Apenas complementa os espaços ainda não ocupados.

Aprendemos mais com as diferenças, do que com as semelhanças.

Ser diferente não significa, necessariamente, ser melhor, ou pior. Ser superior, ou inferior. É, apenas, ser diferente.

E ser diferente torna tudo mais completo, mais diversificado, mais dinâmico.

O problema da diferença, é cada um ter metido na cabeça que é uma espécie única e que, qualquer outra, terá que se assemelhar a si, ou não haverá lugar para ela no mundo.

No entanto, esquecem-se que a melhor forma de nos tornarmos semelhantes será respeitando, mutuamente, essas diferenças.

 

Quando vemos, nos outros, um reflexo de nós próprios

Reflexo no espelho.jpg

 

Mais depressa olhamos para os outros, do que para nós. E é tão mais fácil observar quem nos rodeia, do que direccionar a visão na nossa direcção, pela dificuldade de conseguirmos ver tudo, e de forma isenta.

 

Mas, se pensarmos bem, muitas vezes, aquilo que vemos e apontamos nos outros é, também, um reflexo de nós próprios.

 

Somos as pessoas que, em determinado momento, agem com o coração. E em outro, com a mente, com ponderação.

Somos as pessoas que preferem ver o lado bom das coisas, mas também somos aquelas que, algumas vezes, não conseguem esquecer o mau, e se revoltam.

Somos aquelas pessoas que, muitas vezes, guardam para si as suas opiniões, que preferem calar-se, ignorar provocações, mas também aquelas que, noutras ocasiões, dizem o que têm a dizer, e explodem.

Somos pessoas organizadas e metódicas mas, também, quando calha, menos perfeccionistas.

Somos pessoas de trabalho mas, como outras, também nos sabe bem o descanso, o não fazer nada.

Somos pessoas de causas que, muitas vezes, não precisam de causas para agir.

Somos pessoas calmas, mas até as mais calmas, em determinados momentos, podem exaltar-se.

Somos inseguros, vulneráveis, mas outras vezes confiantes e fortes.

Podemos parecer frios em algumas circunstâncias mas, noutras, oferecer aquele calor humano que conforta.

 

Somos um conjunto de "camadas", de diferentes pessoas numa só, com características mais vincadas e activas que outras e que, à partida, nos definem. 

Mas somos, não raras vezes, um reflexo daquilo que criticamos nos outros, mas que também poderá existir dentro de nós, ainda que adormecido, ou pouco visível.

 

 

As minhas melhores férias

Férias | Esclarecimentos – Associação Comercial do Distrito de Aveiro

 

Mais um desafio que a Ana nos lançou, desta vez sobre as melhores férias.

 

As minhas melhores férias?

São aquelas que ainda não tive!

Aos destinos que, um dia, sonho visitar.  

São aquelas que são mesmo férias, para passear, explorar, conhecer, descansar, aproveitar.

São aquelas em que não tenho que me preocupar com nada.

 

As minhas melhores férias?

Foram aquelas da minha infância, em que passava o mês de Agosto na praia, chovesse, fizesse sol ou trovejasse.

Em que vivi várias aventuras, sempre com o meu pai.

 

As minhas melhores férias, são todas aquelas que passo, todos os anos, em família.

Podemos não ter muito, nem ir longe.

Mas estamos juntos.

E somos felizes!

Visita ao Bacalhôa Buddha Eden

IMG_9836.JPG

 

Uma amiga tinha-me falado deste jardim há uns dias e, como tínhamos tempo livre este fim de semana, decidimos visitar.

Não fazia ideia de que era um jardim tão frequentado. Quando chegámos à entrada e vimos a fila enorme pensei que, quando finalmente chegasse a nossa vez, estava na hora de sair. Mas até andou depressa a fila, e deu para ver quase tudo.

 

O Jardim é enorme, pelo que é melhor ir preparado para andar, mas vamos encontrando quiosques e esplanadas lá dentro, muita relva e diversos espaços à sombra das árvores, para descansar.

Por cinco euros, é-nos aberta a porta para uma colecção de belas obras, a que ninguém fica indiferente, para além dos espaços naturais, com patos e peixes enormes, nenúfares e plantas. 

 

Das mais de 100 fotografias que tirámos, escolhi estas, para que possam ter uma pequena ideia daquilo que vos espera, se pretenderem visitá-lo.

 

117039285_3104352223013395_8562829026051881409_o.j

117038394_3104317319683552_4958328829716064017_o.j

116706769_3104347773013840_8684915840565473510_o.j

116773465_3104340453014572_1319948154495344469_o.j

116702269_3104340439681240_7681754146105279004_o.j

116713035_3104344413014176_4709109110477372259_o.j

117116399_3104333493015268_9075617451558418869_o.j

 

117104800_3104403459674938_1462220199292124399_o.j

116879436_345781076582913_4657378181019004563_n.jp

116796951_3104354343013183_7612720324854023859_o.j

117097117_3104371333011484_5425178144532114668_o.j

117169445_3104346456347305_1096691987931996633_o.j

116721638_3104338416348109_7030680276689434251_o.j