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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A dualidade das pessoas

A dualidade da vida - e como lidar com ela | Akim Neto Psicólogo Clínico

 

Todas a têm, mas em algumas pessoas é mais pronunciada que noutras.

E não é fácil lidar com essa dualidade. Porque gostamos de um dos lados dela, mas irritamo-nos com o outro lado.

 

Por exemplo, uma mesma pessoa, pode ser aquela que, num momento, é a mais gentil, simpática, amiga de toda a gente e sempre disponível e, noutro momento, explode, torna-se violenta, agressiva.

Uma mesma pessoa, pode ser aquela que está sempre pronta a pagar tudo, a toda a gente mas, noutro momento, anda sempre a "cravar" os outros, porque nunca tem aquilo que precisa, nem dinheiro.

Uma mesma pessoa, pode ser aquela que adora gabar-se que tem, ou faz, isto e aquilo mas, noutro momento, se faz de coitadinha, que não tem oportunidades nem possibilidades para ter, ou fazer, aquilo que queria.

Uma mesma pessoa pode ser aquela que, num momento, não gosta de ser criticada nem chamada à atenção mas, noutro, é a primeira a fazê-lo com os outros.

 

Como lidar e conviver com duas personalidades, tão opostas, numa única pessoa?

 

Afterlife of The Party, na Netflix

About Netflix - Novidades na Netflix

 

Cassie é uma jovem popular que, num acidente doméstico, morre.

Precisamente na semana do seu aniversário.

Depois de uma discussão com a sua amiga de sempre, Lisa.

 

E agora?

Agora, Cassie encontra-se no plano intermédio onde a "anja" Val a recebe, e lhe explica como funcionam as coisas, depois da morte.

Cassie tem assuntos que ficaram pendentes, e é-lhe dada a oportunidade de voltar à Terra, resolver esses assuntos pendentes, remendar os erros cometidos e, quem sabe, depois dessa missão cumprida com sucesso, poderá subir para outro plano, onde coisas boas a aguardam.

 

A sua lista tem 3 nomes: a sua amiga Lisa, o seu pai Howie, e a sua mãe Sofia. E são-lhe dados 5 dias, para resolver tudo. Os nomes só desaparecerão da lista, quando ela atingir o objectivo.

Se falhar, espera-lhe a descida de plano. Se desistir, tudo o que fez até então é anulado, e ela desce.

Cassie não consegue ser vista por ninguém, a não ser pessoas com quem tenha uma relação forte e muito especial, e souber accionar a "chave" certa que permite essa visibilidade.

Enquanto isso, terá que encontrar coragem e motivação, e perceber, realmente, o que fez mal, para agir bem, recorrendo a outras formas de comunicação. 

 

Conseguirá ela fazer desaparecer os nomes da sua lista, dentro do tempo?

Será Cassie capaz de aprender, e mudar?

Sobre as nuvens...

Há-as de todos os tamanhos e feitios.

E de todas as cores.

Quando pensamos que já vimos todas, e que são todas iguais, elas encarregam-se de mostrar que conseguem sempre tornar-se diferentes, e surpreender.

Há as que parecem montinhos de algodão. E outras, que parecem montanhas.

As que formam uma espécie de campo de lapiás.

Há as "pinceladas".

E as que fazem lembrar os ossos do esqueleto humano!

Há as que nos levam a imaginar as mais diferentes formas.

As leves e suaves, que nos transmitem paz e tranquilidade. E as pesadas, que nos fazem temer o que trarão.

As imaculadas. E as que mais parecem espuma suja de lavar roupa.

Muitas vezes, correm rápido pelo céu. Outras, parecem ficar ali no mesmo sítio por horas.

Por vezes, disputam o céu umas com as outras.

Uma das vantagens de andar a pé, é poder observar tudo isto. Todas elas.

E ficar deslumbrada todos os dias!

 

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O "público-alvo"

(e os danos colaterais)

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"Público-alvo é um grupo de pessoas que compõem o perfil de consumidores para o qual um determinado negócio se destina."

 

É quase impossível não pensar neste termo, no dia a dia, uma vez que, cada vez mais, existem diversos "públicos-alvo", para diferentes produtos, tais como livros, e situações, como cursos, formações profissionais, e por aí fora.

Já o "público-alvo" propriamente dito, pode estar relacionado com a idade, com gostos pessoais, com categorias profissionais, com hobbies, e tantas outras características, que levam a que se chegue à conclusão que, lançando algo será, aquele grupo específico, o principal interessado.

 

Claro que isso não significa que os restantes não possam ter interesse nesse mesmo produto/ negócio.

Então, nesse caso, se o grupo escolhido é o "público-alvo", o que se poderá chamar aos restantes?

Eu atrever-me-ia a dizer que os restantes são os "danos colaterais"!

Aqueles a quem não era, inicialmente, dirigido mas, por uma falha do alvo, ou por poder a mais da "arma", acabaram por ser atingidos.

No bom sentido, claro!

 

 

Ir, ou não ir, ao cemitério?

Coisas da Colônia - Alma do outro mundo - Fato Novo

 

Até há pouco tempo, o familiar mais directo que tinha, no cemitério, era a minha tia.

No entanto, nunca lá fui visitar a campa dela. Não senti essa necessidade.

Também não é, propriamente, um local onde se queira ir passear. Embora conheça algumas pessoas que adoram lá ir, como se fossem a uma festa.

Não aquelas que vão porque têm lá os seus entes queridos, e querem cuidar do que é seu, ou sentem necessidade de ir por se sentirem mais próximas. Essas, respeito.

 

Entretanto, morreu a minha mãe.

E, agora, sou presença assídua por lá.

Há pessoas a quem faz confusão ir ao cemitério. Outras, que se sentem mal.

Há as que ficam tristes.

As que querem manter as aparências. As que vão por obrigação.

E as que, talvez, queiram ir para ter o seu momento a sós com a pessoa falecida. Ainda que, por aqui, dada a proximidade das campas e a quantidade delas, seja quase impossível haver essa "privacidade".

 

Eu, confesso, costumo lá ir ao fim de semana.

Primeiro, porque fica relativamente perto de onde vivo (a escassos metros), e não me custa nada. Se fosse mais longe, não iria de propósito com tanta frequência.

Depois, porque até tem estado bom tempo, e faz-se bem o percurso.

E, por último, porque, querendo ou não, é a campa da minha mãe. 

É óbvio que ela não vê, nem sente nada, e para ela, estar uma campa arranjada e com flores, ou só terra e abandonada, é igual. Devemos cuidar das pessoas, enquanto estão vivas.

E cuidámos.

Agora, continuamos a marcar a nossa presença.

Dá-me prazer enfeitar a campa dela, com flores, da mesma forma que ela gostava de flores, em vida.

 

É uma viagem rápida.

Comprei umas plantas com flor, que se dão bem no exterior, e é só lá ir colocar água nos vasos. Assim, duram mais tempo, e não há necessidade de andar sempre a comprar. E depois, quando calha, levo umas flores para pôr na jarra.

Não é uma obrigação. É um gosto.

Vou quando posso. 

Há quem, para evitar tudo isso, tempo e gastos, opte por flores artificiais. Faz o mesmo efeito. Serve o propósito, mas... Considero isso um pouco impessoal. 

 

E é isto.

Não vou lá para "falar" com ela, que isso faço em qualquer lugar.

E não me sinto mal porque, por estranho que pareça, não me vem à mente a imagem dela, ali, debaixo da terra, enterrada.

Simplesmente vou, coloco água, ajeito as flores, e saio.

 

 

E por aí, têm o "hábito" de ir ao cemitério?