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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Que música era?

Existem tantas e tão inesperadas formas de se descobrirem músicas novas...

Uma delas é, sem dúvida, a rádio! É através dela que me mantenho a par das novidades musicais!

Mas também já me chegou a acontecer ouvir uma determinada música numa telenovela, num filme ou numa série de televisão. Claro que, depois, recorro à Internet para tentar descobrir o nome e o autor da música!

Lembro-me, por exemplo, do êxito "My Heart Will Go On", da Celine Dion, que ouvi a primeira vez no Top +. Foi a partir da música que me deu vontade de ver o filme.

Também me recordo de estar num hotel, em Silves, e estar a passar na Tv "Alejandro". Não descansei enquanto não descobri quem cantava!

Se me agradarem mesmo, compro os CD's! Foi o que aconteceu com o do Shayne Ward, que tive que encomendar na Art Music e esperar quase três meses que viesse de Londres, porque cá não havia!

Mas valeu a pena!

 

Conversa Telefónica - Parte 3

 

Ao preparar uma cobrança de dívida, a secretária telefona para o cliente a pedir os esclarecimentos necessários, nomeadamente, se a pessoa a quem se pretendia cobrar exercia alguma actividade, ou era consumidor final... (o cliente comercializa material genético de bovinos e bovinos vivos)

 

Secretária: Estou sim, boa tarde, Sr. X.

                  Estou a ligar porque preciso de saber se este Sr. Y é consumidor final, ou se tem alguma actividade.

 

Cliente: Boa tarde, d. M.

             Esse Sr. Y não é consumidor final, ele faz inseminação artificial aos clientes!

 

Resta saber se os ditos "clientes" são os touros, ou os seus proprietários!

 

Destino

Não é da sorte que o homem vive, mas das realidades que consegue criar…”

 

 

Há quem afirme que nascemos com o nosso destino traçado.

Há quem diga que, quanto mais tentamos fugir dele, mais nos aproximamos.

Há quem acredite que não é o destino que comanda as nossas acções, mas sim nós, que ditamos e fazemos o nosso destino!

E há quem pense que até podemos ter um destino traçado, mas que pode ser influenciado e até mudar a qualquer momento, conforme as atitudes e acções que tomarmos ao longo da vida, ou seja, um destino flexível, em que há interacção entre o desconhecido e o ser humano.

O destino pode ser utilizado como desculpa ou justificação para muitas coisas, mas não nos devemos resignar e aceitar este ou aquele acontecimento apenas porque “é o nosso destino”!

Não nos devemos acomodar a uma determinada situação, e permanecer inertes, utilizando tão vago argumento.

Podemos ter a sorte de algumas coisas ou pessoas surgirem na nossa vida, de forma inesperada. Mas cabe, a todos nós, agir e lutar para que possamos conquistar todas as outras.

Eu acredito que até podemos ter a nossa história manuscrita em folhas de rascunho, mas também podemos alterar os acontecimentos, os factos, as personagens, reescrever, e fazer a nossa própria história!

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