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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Vai uma voltinha?

 

 

"Quem já andou de avioneta, também anda de avião!"

"Quem já andou de avião, também anda de avioneta!"

 

Será?

 

Com as notícias que todos os dias nos chegam aos ouvidos, é difícil dizer o que é mais ou menos seguro, ou para que lado pendem as probabilidades de queda.

Além disso, acredito que sejam viagens totalmente diferentes e emoções que nada têm em comum, a não ser o facto de não estarmos com os pés assentes na terra.

Nunca andei de avião. De avioneta, já não sou estreante. A primeira vez que andei foi com o meu pai - tinha uns 10 anos e, para mim, foi uma festa!

Alguns anos mais tarde, voltei a repetir a experiência, e já tive uma perspectiva diferente da viagem. Para quem não é muito dado a adrenalina, andar da avioneta dá alguma.

A parte que eu mais gosto é quando estamos a levantar, e quando andamos por cima das nuvens branquinhas de algodão (claro que para isso temos que escolher um dia ideal, com as condições propícias).

O pior são as curvas! É que, nessa altura, começamos a ver o céu ao nosso lado, em vez de estar em cima, e o chão do outro lado, em vez de estar em baixo!

E confesso que, embora um passeio sobre a praia seja muito mais interessante, mete-me um pouco de medo quando estou lá em cima, a sobrevoar o mar.

No outro dia passei com o meu namorado pelo Aeroclube de Torres Vedras, mais conhecido por Aeródromo de Santa Cruz, só para ele ver as avionetas, e informarmo-nos sobre os percursos actuais e preços.

Sinto-me tentada a repetir mais uma vez a experiência. E o meu namorado, que no início não estava interessado, agora já pensa no assunto!

A verdade é que há sempre uma mistura, entre o receio de alguma coisa não correr bem e morrermos logo ali, e aquela vontade de viver uma experiência diferente.

A ver vamos...

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