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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sinceramente…

 

…gostava de ser uma daquelas pessoas para quem está sempre tudo bem, que não se deixa afectar facilmente por palavras e atitudes, preferindo antes ignorá-las, que está sempre alegre e bem disposta mesmo que a vida lhe pregue umas quantas partidas…A sério que gostava!

Mas se, por vezes, consigo mostrar esse lado, por outro sou, como se costuma dizer, uma mulher de “pelo na venta”!

E há momentos em que a paciência, a compreensão e a boa disposição hibernam. Nessa altura, ataco quem me ataca, respondo a quem me manda bocas, e digo tudo aquilo que realmente estou a sentir.

Se isso origina possíveis discussões? Sim, muitas vezes! Se as poderia ter evitado? Talvez.

Mas por que raio tenho eu que me preocupar, se as outras pessoas não pensam nisso?

Constatações

O problema está sempre lá, mas apenas uma vez por ano me lembro da gravidade dele, e da impotência que sinto por não haver soluções.

Ontem foi dia de consulta de oftalmologia da minha filha. Costumamos ir todos os anos, antes do início das aulas. E todos os anos, sou confrontada com a mesma realidade.

No olho direito, a médica põe uma lente fraquinha. O que ela vê? Tudo preto. A médica põe uma lente mais forte. Tudo preto. A médica experimenta uma terceira, com muitas dioptrias. Tudo preto. Resultado: está comprovado que nesse olho não há nada a fazer.

Resta cuidar do que está bom e vê praticamente a 100%.

Após consultar vários especialistas, todos dizem o mesmo. Nem mesmo a operação lhe vai conseguir devolver uma visão de qualidade, quanto muito poderá ser útil em termos estéticos, endireitando o olho.

Mas enfim, provavelmente há coisas muito piores, e o que vale é que até à próxima consulta, já com óculos novos e na nossa rotina diária, praticamente nos esquecemos disso.

Respeitinho é bom...

…e todos nós gostamos!

Mas, para sermos respeitados, devemos também respeitar. E cabe aos mais velhos dar o exemplo.

No outro dia assisti a uma situação completamente insólita. Estávamos nós (eu e o meu marido) na secretaria do Parque Desportivo, à espera da nossa vez, tal como as outras pessoas, quando chega um senhor aí para os seus 70 / 80 anos. Tirou a sua senha e esperou.

Quando finalmente chegou a nossa vez, o dito senhor dirigiu-se ao balcão para fazer uma pergunta à funcionária. Não dissemos nada. A funcionária disse-lhe que ele podia fazer o que queria na próxima semana, mas se queria mais informação esperava um bocadinho e já o atendia.

Então o senhor começou a falar mal, a insultar, a ser mal-educado mesmo. Ao início pensei que fosse para a funcionária. O meu marido não gostou da atitude do homem e disse-lhe que ele não tinha o direito de falar assim com as pessoas. Só depois percebi que o homem estava a reclamar, mas connosco! Nós é que éramos incompetentes, não deixámos “passar um coxo à frente”.

E não é que o velho já vinha lançado a levantar a bengala! Felizmente, o meu marido teve o bom senso de não lhe tocar, embora merecesse, para não perder a razão. Afinal, é um velho coxo.

Quando se cruzou connosco à saída, voltou a provocar e chamar nomes. E já dentro da carrinha, a ir embora, voltou à carga. É mesmo provocador e maldoso.

Segundo o que depois nos disseram, o velho é mesmo assim! E quem já o conhece, sabe que o melhor a fazer é ignorar. Mas qualquer dia mete-se com alguém que não está para aí virado, e pode não ter a mesma sorte.

Talvez se fosse mais respeitador, os outros o respeitassem mais. Assim, não o merece!

Nickelodeon

 

Agora que temos Zon lá em casa, a televisão é cada vez mais por conta da minha filha, que ficou rendida, principalmente, ao Disney Channel e ao Nickelodeon.

E eu, que vou apanhando de passagem alguns dos programas que por lá passam, dou por mim a constatar que, afinal, não é só nos canais portugueses que repetem programas.

No Nickelodeon, por exemplo, a programação é feita, quase exclusivamente, por meia dúzia de programas, que se vão alternando entre si, ao longo da toda a emissão.

 

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