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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Desfile da Primavera

"Chapéus há muitos!" - costuma-se dizer. E, hoje, vão ser mesmo muitos!

 

Realiza-se na escola o desfile da primavera, e todas as crianças levaram chapéus alusivos a esta estação. O dia não está a colaborar - apesar de não chover, está muito vento e frio. Vamos lá ver se os chapéus não voam!

 

A missão era fazer ou decorar um chapéu ou boné, que desse para usar na cabeça, tendo por tema a primavera.

Mas, se há coisa para a qual eu não tenho jeito, é para trabalhos manuais. O primeiro chapéu que começámos a fazer parecia mais um tacho. O tempo disponível também não é muito, por isso decidi improvisar. Aproveitei um chapéu que ela tinha, e decorei-o com flores feitas com musgami e uma fita. 

 

E o resultado foi este!

 

Chorar faz bem

 

Além do seu efeito libertador, e da sensação de tranquilidade que, tanto homens como mulheres sentem depois de chorar, chorar permite ao corpo expulsar, através das lágrimas, substâncias químicas que o organismo produz quando submetido a situações de stress.

Pode-se, então, considerar que chorar é benéfico, funcionando como mecanismo de defesa do corpo e dos próprios olhos, uma vez que as lágrimas formam uma película que os lubrifica e os protege contra agressões externas.

Por isso, quando sentir uma imensa vontade de chorar...chore!

Anda tudo doente

 

Ontem foi o primeiro dia de escola após as férias da Páscoa. Andou todo o dia bem mas, quando saiu da escola, a minha filha começou a queixar-se com dores de barriga. Até brinquei com ela que era alergia à escola! Mas depois de jantar, deitou-se na minha cama a ver televisão e acabou por adormecer. Quando a acordei, para ir para a sua cama, vi que ela estava com febre. 

Hoje de manhã, queixava-se de dores de cabeça, de ouvidos e barriga. Voltei a medicá-la para a febre e, já melhor, levei-a à escola. Vamos lá ver se não a tenho que ir buscar a meio do dia...

 

 

O meu marido, depois de ter ido ao médico há umas semanas, de lhe terem receitado paracetamol para as dores de garganta e ter melhorado, voltou ontem a queixar-se com dores, má disposição e cansaço. Hoje foi ao hospital logo de manhã e diagnosticaram-lhe amigdalite. Com febre, mal estar geral e febre, está de cama.

 

Eu tenho escapado...por enquanto!

A Bíblia

 

A curiosidade era muita, e foi satisfeita!

Primeiro, porque, apesar de não ser seguidora de nenhuma religião nem grande crente, gosto, de uma forma geral, de filmes e séries sobre o tema.

Segundo, porque parecia ser uma grande produção, a julgar pelo sucesso alcançado noutros países, e pelos comentários e críticas que tem recebido.

E, por último, porque tinha um actor português como protagonista.

Foram duas maratonas, nas tardes de sábado e domingo, e posso dizer que não foi maçador, entediante ou cansativo…Até a minha filha, que só tem 9 anos, não arredou pé do sofá até a série chegar ao fim.

Com uma bíblia para crianças ao lado (a minha primeira que o meu pai me ofereceu quando eu era pequenina), ela ia acompanhando as cenas da série, ao mesmo tempo que as ia comparando com as histórias que vêm no livro.

Devo confessar que algumas cenas são de tal violência que seria preferível as crianças não assistirem.

Como é óbvio, houve muitos acontecimentos que não foram narrados, sob pena de a série ter o dobro da duração, mas parece-me que o essencial está lá.

Quanto ao desempenho de Diogo Morgado como Jesus, penso que foi uma escolha acertada. Já muitos interpretaram a mesma personagem, em várias outras produções, mas nesta, só mesmo ele poderia interpretar este papel, que lhe assentou na perfeição.

Pesadelos

 

Se eu fosse um gato, pelo menos duas vidas já tinha gasto numa só noite!

Depois de um primeiro pesadelo, em que morri, voltei a ter outro, e voltei a morrer.

Já não é a primeira vez que sonho com a minha morte. E, automaticamente, sempre que isso acontece, os meus últimos pensamentos antes de morrer são: "Já não vou ver mais a Inês...". É uma sensação horrível. Felizmente, acordo, e percebo que tudo não passou de um sonho.

 

Mas, imaginando que isso pudesse vir realmente a acontecer, mais do que não poder ver mais a minha filha, a minha preocupação e apreensão seria com a vida que a esperaria daí em diante. 

Tem os avós aqui ao lado, com quem convive diariamente desde que nasceu, e eu ficaria muito mais descansada se ficasse com eles, que têm melhores condições para ficar criar e educar uma criança.

Mas ela tem um pai. Por morte da mãe, tem toda a lógica que ela fique com o pai. E, aí, a sua vida iria sofrer uma grande mudança.

Em primeiro lugar, porque o pai não tem as melhores condições financeiras para ter uma criança a seu cargo, quando nem a si próprio se consegue sustentar.

Alimentação saudável, não existiria! As porcarias que come nos dias que está com o pai passariam a ser a regra. 

Passaria a viver num ambiente em que o tabaco está constantemente presente, o que lhe iria a longo prazo prejudicar a saúde.

Apoio nos estudos, seria para esquecer. Alguma vez o pai dela se iria dar ao trabalho de pesquisar, tentar perceber a matéria, arranjar-lhe fichas  ou prepará-la para uma prova? De andar em cima dela, ver se tinha os trabalhos feitos e corrigi-los se fosse o caso, puxar por ela para ter boas notas? Não me parece...

A educação também não seria a melhor, nem o pai um bom exemplo a seguir.

Provavelmente, deixaria a filha aos fins de semana em casa dos avós para poder sair à noite e namorar, hoje com uma, amanhã com outra...

E nem quero imaginar mais nada porque todas estas suposições fazem-me perceber como faço falta à minha filha, e como é importante que me mantenha ao seu lado por muitos e longos anos! 

 

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