Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Leitura de 2013

A escolha é difícil! Foram muitos os livros que li este ano e que se encontram em pé de igualdade com este que escolhi. Mas, como já o tinha eleito como leitura de verão, aqui fica mais uma vez:

 

 

A história de duas irmãs, separadas com poucos meses de vida, estando uma destinada a uma vida de luxo na América, e outra a um destino bem sombrio...

Mas nada poderia fazer prever tudo o que viria a acontecer ao longo da história, como a vida das duas se cruzaria, os tormentos que ambas teriam que passar e superar, os fantasmas que teriam que enfrentar, o passado que teriam que desenterrar, as perdas que sofreriam ao longo de vários anos, até conseguirem unir-se e ser felizes.

Uma história de ricos e poderosos que tudo podem, de injustiças, de falsidade, de amizade e amor, de oportunidades de vida, de gestos que fazem a diferença, de ambição, de sadismo, de violência e redes de pedofilia e prostituição.

A melodia do amor

 

Acabei de ler este livro no domingo e gostei. Não o comprei, veio como oferta de um outro que tinha mandado vir, mas fiquei curiosa.  Conheço alguns dos livros mais recentes da autora e até me inspiram a comprar, mas nunca calhou.

No entanto, apesar de ser uma história bonita, pecou por ser tão demorada, e por envolver demasiada tragédia na vida da personagem Beth - o pai suicida-se, a mãe morre após o parto, a pequena Molly, sua meia-irmã, falece de pneumonia, a própria Beth sofre um aborto e perde o bebé, o irmão Sam morre durante a perigosa viagem à terra do ouro...até alguns conhecidos com quem conviveu perdem a vida.

Há poucos momentos de verdadeira felicidade nesta história. 

Valeu pela valentia, coragem e determinação de Beth, e pela lealdade e amor da personagem Frank, um rapaz que se apaixonou por Beth desde o primeiro dia em que a viu. Apesar de Beth só lhe poder oferecer amizade, foi ele que esteve sempre lá, que a apoiou, que se desenrascou e tomou as rédeas das suas aventuras pela América. Foi o único do grupo que não a abandonou, que sobreviveu, e a quem Beth recorreu quando não tinha mais ninguém.

Cinco anos mais tarde, Beth percebe então que o ama, e será com ele que "a Cigana" (nome pelo qual é conhecida por tocar de forma inigualável o seu violino), possivelmente, encontrará a felicidade...