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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Viagem ao Pólo Norte

 

Primeiro dia de férias:

Acordámos cedo, e com chuva. E aí fomos nós a caminho de Torres Vedras, para marcar uma consulta que não podia ser marcada por telefone!

Mas não nos importámos muito, afinal, uma ida a Torres Vedras é sinónimo de visita obrigatória ao McDonald's! E que bem que nos soube :)

À tarde, primeira sessão de cinema na qual ficámos a perceber porque é que os bilhetes foram gratuitos. A exibição foi mesmo em DVD o qual, por sinal, estava em más condições, tendo bloqueado duas vezes. E começou logo mal, com o funcionário a esquecer-se de mudar o idioma para português, o que implicou um novo recomeço. A tela, reduziu para metade e a qualidade de imagem deixou muito (mesmo muito) a desejar. Até fazia doer a vista, tal era o esforço que tínhamos que fazer. 

Mas lá conseguimos chegar ao Pólo Norte no Polar Express e o balanço desta aventura foi positivo!

A partir de hoje estou em modo...

 

Uma semana para dedicar a assuntos pendentes, à família e, em especial, à minha filha!

Com idas ao cinema para ver o Arthur Christmas e Polar Express - gratuitamente - aqui em Mafra, um passeio até Torres Vedras, um almoço no McDonalds e um almoço de Natal em família!

Espero ter tempo também para descansar e dormir, que bem preciso!

 

Hoje em dia, "tudo se compra e tudo se vende"...

 

...incluindo seres humanos.

 

Já antes tinha escrito um texto sobre este tema aqui, mas nunca será demais falar sobre uma realidade que parece aumentar a cada dia e que acontece, por vezes, mesmo "debaixo do nosso nariz".

A reportagem que a SIC transmitiu, na passada 2ª feira, mostra bem o que sofrem aqueles que, de um momento para o outro, se vêem enredados nesta teia sem saber como dela sair.

A pobreza, a miséria e a esperança de encontrar melhores condições de vida são os principais impulsionadores para que alguém caia na rede.

Tal como se diz na reportagem, hoje em dia "tudo se compra e tudo se vende". E o tráfico de seres humanos é um dos maiores negócios ilícitos da actualidade. Até mesmo, em Portugal! De facto, parece que o nosso país não só está na rota como intermediário entre o país de origem e o de destino, como também actua esses dois papéis - emissor e receptor. A procura faz a oferta.

A escravatura foi, há muito, abolida. Mas não extinta. Apenas sofreu uma metamorfose. Hoje não são os negros que são escravos. Qualquer um se pode tornar. Difícil será sair. Muitas vezes sem alternativas, sem documentos, com medo do que lhes possa acontecer ou à família, e quando, depois de tentarem como podem, pedir ajuda, são ignorados, acabam por "aceitar" a situação.

No livro do Jeff Abbott, O Último Minuto, faz-se uma abordagem sobre o tráfico de mulheres para a prostituição. Nesse caso, uma mulher era levada. Para se ver livre a sua família teria que, em troca, enviar 2 ou 3 outras mulheres como moeda de troca. Mesmo que essas mulheres fossem amigas, vizinhas, conhecidas. É a lei da sobrevivência, e não olha a meios para atingir os fins. É também assim no mundo real.

Outras vezes, pedem dinheiro para pagamento da dívida que, alegam os traficantes, as vítimas contraíram para com eles. Como não o têm, as vítimas vêem-se obrigadas a trabalhar para estas pessoas como forma de pagamento, sem direito a nada.

E se por acaso tentam denunciar e têm o azar de serem descobertas, são eliminadas.

É triste, mas é a verdade nua e crua da realidade do século XXI - o ser humano reduzido à condição de mercadoria... 

 

 

 

 

 

Não deixes para amanhã...

...o que podes fazer hoje!

 

Há uma semana que andava a "namorar" a boneca Anna do filme da Disney - Frozen - O Reino do Gelo, que havia no hipermercado onde costumo fazer as compras. Mas a minha filha preferia a Elsa.

Como eu ainda consigo ser mais criança que ela, decidi comprar uma para mim e a outra para ela! E, com essa resolução tomada, dirigi-me ao dito hipermercado no dia seguinte. Para meu azar, não havia nem uma :( 

Havia Barbies, Nancys, Winx, Monster High, Bratz, Merida, e não sei quantas outras, aos montes. Mas aquelas três bonecas do Frozen, que lá estavam no dia anterior, desapareceram!

Agora é esperar que um dia destes voltem a aparecer por lá, porque nas outras grandes superfícies em que procurei aqui em Mafra, já me avisaram que não costumam ter novidades, e muito menos, da Disney. 

Para a próxima já sei que, se quiser alguma coisa, é levar na hora, em vez de deixar para depois!