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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Book Buddies

 

 

Em Birdsboro, no Estado norte-americano da Pensilvânia, um grupo de crianças em idade de alfabetização lê para gatos. A iniciativa chama-se "Book Buddies" e foi promovida pela Animal Rescue League of Berks County, um abrigo de animais. É uma espécie de "2 em 1": incentiva as crianças a ler, melhorando as suas capacidades de leitura, ao mesmo tempo que estas fazem companhia aos gatos, que foram abandonados.

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2014/02/13/criancas-e-gatos-num-clube-de-leitura

 

Uma bela iniciativa para ocupar os tempos livres das crianças de forma educativa e de, ao mesmo tempo, fazer algo de bom pelos animais abandonados! Ainda que eles não percebam o que lhes é lido, ou que adormeçam no colinho de alguma criança embalados pela leitura :)

Será que aqui em Portugal haverá algo do género?

Não é defeito, é mesmo feitio!

Sempre fui daquelas mães que anda sempre em cima da filha "Inês já fizeste os trabalhos?" ou "Inês, vai fazer os trabalhos!".

E ela quase sempre me responde o mesmo "Preciso da tua ajuda."

Sei que, muitas vezes, ela até sabe fazer os trabalhos, mas acho que criou esse ritual de esperar que eu chegue do trabalho e me sente com ela enquanto os faz. Se não fosse assim, ficavam muitas vezes por fazer.

Sou daquelas mães que corrige os trabalhos de casa.

Que, em época de fichas de avaliação, inventa exercícios ou imprime fichas para ela se preparar. Que insiste com ela para estudar (e que fica mais nervosa e sofre mais com os resultados que ela). Acredito que, se assim não fosse, as notas não seriam tão boas. Não por não saber, mas por não lhe apetecer.
Mas por vezes, em vez de ajudar, prejudicamos. E foi o que aconteceu connosco. Ao estudar para a ficha de Estudo do Meio, a minha filha teria que saber o nome dos países que fazem parte da União Europeia. Disse-lhe que quase de certeza a professora não iria querer que eles decorassem isso e que, provavelmente, não iria sair uma pergunta dessas. Bastava ela saber alguns. "E se sair?" - perguntou ela.

Resultado, foi por mim, e estudou mais a restante matéria. Mas, afinal, a professora quis que eles soubessem tudo. E ela não se esmerou porque eu "a convenci" de que não ia sair aquilo. A ficha correu mal. E eu sinto-me, em parte, culpada por isso.
Claro que ela devia saber que o trabalho dela é estudar, que devia ter métodos de estudo, autonomia suficiente para fazer os trabalhos ou estudar sem que tenham sempre que a lembrar. Devia saber que a matéria é para estudar toda mesmo que a mãe diga o contrário. Mas não é assim.
E quando tomamos a decisão de interferir (de forma positiva ou negativa) nos assuntos deles, passamos a ter a nossa quota-parte de responsabilidade, tanto no bom como no mau sentido.
Por vezes, apetecia-me não me envolver tanto, mas sei que não o conseguiria fazer.

Sou uma mãe galinha, e não é defeito, é mesmo feitio!

O problema das modernices

 

Foi criada uma nova nota de 5 euros, com novos elementos de segurança, lançada em Maio do ano passado.

Durante algum tempo (não se sabe quanto), tanto estas novas notas da segunda série, como as da primeira série, irão circular simultaneamente.

Gradualmente, as notas antigas serão retiradas de circulação.

De facto, nos dias que correm, já são raras as notas antigas que me vêm parar à mão.

Assim, no outro dia, fui ao meu banco depositar dinheiro - notas de 5 euros novas - numa das máquinas disponíveis (para não perder tempo ao balcão).

Introduzi as notas, foram rejeitadas. Repeti a operação, novamente rejeitadas. Tentei uma terceira vez, o mesmo resultado. Pensando que as notas tinham algum problema ou que, por serem de 5 euros, a máquina não recebia, segui o conselho que esta me deu logo da primeira vez. Diriji-me a uma funcionária para lhe perguntar se era só aquela máquina que não aceitava notas de 5 euros. Ao que ela me respondeu:

"Se forem notas novas de 5 euros nenhuma das máquinas aceita, só das antigas. Quer que lhe troque?"

 

 

Por acaso até tinha umas antigas na carteira, experimentei e aceitou logo à primeira! Mas se vão deixar de existir, e até já temos novas para as substituir, não faz sentido nenhum. É o problema de pôr em prática as modernices, sem estarem devidamente preparados para elas!

Agora imaginem quando isso acontecer com todas as outras notas...

 

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