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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

MÃE, AMO-TE!

Assim, do nada, às 8.30h de uma manhã de domingo em que a minha filha está com o pai, recebo esta mensagem dela:

"MÃE AMO-TE E ADORO-TE EU TENHO SORTE EM TER UMA MÃE COMO TU, E DEVIA VALORIZÁ-LO. OBRIGADA!"

Quando, à noite, lhe perguntei sobre a mensagem, disse-me que era mesmo da sua autoria e que, quando acordou, estava a pensar em como eu era muito querida e amiga dela, e por isso me enviou a mensagem.

A surpreender-me, mais uma vez, a minha filhota! E a deixar-me babada!

 

A Árvore de Natal - Parte I

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 Já tínhamos a árvore de Natal montada há vários dias, mas ainda despida.

 

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Numa loja chinesa, encontrei uns enfeites baratos e comprei.

 

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Ficou mais composta! Não sei por quanto tempo, já que a nossa gata gostou muito dos sininhos e, quando dei por isso, já andava a "jogar à bola" com um!

Agora falta só colocar as luzes e a neve. Um dia destes...

Sobre o livro Infância Roubada

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Nem sei muito bem como descrever este livro.

Imaginem uma manta de retalhos, em que se pegou um pedacinho de um, um pedacinho de outro, um outro pedaço de outro, e por aí fora...O resultado final pode ser bonito. Mas essa junção pode, por outro lado, simplesmente, não resultar.

E foi esse o caso, neste livro. 

A autora quis falar sobre a infância perdida de um menino de 7 anos, Adam, vítima de violência por parte do pai e que acaba por ver a mãe assassinada, o pai preso, e ter que ir para um orfanato.

Sobre a violência infantil, e infância roubada, prefiro a forma como Danielle Steel o mostrou, no seu livro "Um Longo Caminho para Casa".

A autora quis também falar sobre violência doméstica, tanto com a mãe de Adam, como com a anterior mulher, mas deixa muito a desejar. Para isso, prefiro "Um Refúgio para a Vida", do Nicholas Sparks.

E ainda pretendeu mostrar como funcionam as famílias de acolhimento, a inserção destes jovens nas mesmas e a adaptação. E para isso, prefiro ler "O Menino que Ninguém Amava". Embora aqui haja uma abordagem da forma como alguns membros da família podem rejeitar uma criança estranha, ficar com ciúmes e, até, cometer actos condenáveis.

A personagem Edward Carter, o vilão que assassina a mãe de Adam e tenta matar depois a primeira mulher, bem como o que lhe acontece durante toda a história, não convence.

A personagem Anne, primeira mulher de Edward, tem um papel importante mas, a determinado ponto da história, abandona-se essa abordagem e nunca se chega a saber mais dela. Parece ter sido introduzida só para levar às personagens que vão ser fundamentais no final.

Já para não falar de uma avó maldosa, mulher do patrão de Adam, que arquitecta um plano para se ver livre do rapaz, porque não quer que ele e a neta fiquem juntos. Um romance também ele pouco convincente e, a meu ver, desnecessário.

A única coisa que apreciei neste livro, foi a amizade incondicional de Phil e Adam, qual avô e neto, do início ao fim! Foram as duas únicas personagens coerentes e sólidas que salvaram o livro de ser um autêntico fiasco.

 

 

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