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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A propósito da festa do Cristiano Ronaldo...

 

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...só tenho a dizer:  

 

Que fez muito bem em em seguir adiante com ela, se assim o entendeu!

Se os jogadores têm que esquecer a sua vida pessoal e colocar os problemas pessoais de lado, enquanto trabalham, por que raio não haveriam de deixar as questões do trabalho de lado, quando estão a viver a sua vida pessoal?

Se é certo que nem sempre se conseguem deixar os problemas pessoais de lado, também é verdade que os problemas do trabalho, muitas vezes nos acompanham.

Mas cancelar a festa de aniversário só fazia sentido se fosse uma decisão vinda do aniversariante, e consequência do seu estado de espírito, após a derrota. Nunca pelo possível descontentamento dos adeptos.

Adeptos esses que, apesar do desgosto, não vão deixar de viver a sua vida, de beber umas quantas cervejas com os amigos para afogar as mágoas, de se divertir só porque o seu clube do coração perdeu um jogo.

Alguns desses adeptos manifestaram-se junto ao centro de treinos do Real, exibindo uma faixa: "O vosso riso é a nossa vergonha". Pois eu diria que algumas das vossas atitudes, também são uma vergonha para o clube que tanto dizem gostar.



Os médicos no serviço público e no privado

O meu marido é da opinião de que os médicos, nas clínicas privadas, só se interessam pelo dinheiro e, com ele garantido, pecam no atendimento dos utentes, dando pouca importância aos seus problemas e mostrando pouco interesse, preocupação ou profissionalismo. Já os médicos do serviço público, que cada vez recebem menos, não exercem a sua profissão com vista ao lucro e, como tal, mostram-se mais atenciosos com quem os procura.

Eu, sou de opinião contrária! Considero que os médicos, assim como todos os que trabalham, sentindo-se injustiçados face à constante redução dos seus salários, tendem a sentir-se desmotivados para o exercício da sua profissão e, como tal, pouco querem saber dos utentes que a eles recorrem, e tão pouco estão preocupados com o que lhes possa acontecer, porque não são suficientemente pagos para isso. Por outro lado, um médico que cobra um preço que acha justo pelo seu serviço, está mais motivado e tem obrigação de justificar o valor cobrado, com um atendimento mais amável, atencioso e cuidado.

Claro que, havendo excepções, encontramos bons e maus profissionais em qualquer um dos serviços - público ou privado. Até porque os médicos realmente profissionais exercem a sua profissão por amor à mesma, porque se sentem bem a ajudar o próximo, a melhorar a vida de cada um dos seus pacientes ou, simplesmente, a ser um ouvinte atento ou dar uma palavra amiga de consolo ou incentivo, fazendo disso a sua prioridade, sem olhar aos escassos meios que possam haver ou ao dinheiro que poderão, ou não, receber.

E quanto à questão da atenção que é dada aos pacientes, por médicos e enfermeiros? Falava disso a Van

do blog http://nuagesdansmoncafe.blogs.sapo.pt após um comentário que fiz sobre o assunto.  

Quem será mais atencioso? Os médicos ou os enfermeiros? 

Temos tido alguma sorte com os médicos que nos têm calhado, mas parece-me que os enfermeiros saem a ganhar. 

No hospital D. Estefânea, por exemplo, posso falar bem dos enfermeiros e da segurança, mas os médicos são para esquecer. No hospital de Torres Vedras, na parte da pediatria e internamento, tanto médicos como enfermeiros foram 5 estrelas. Já na maternidade, nem uns nem outros me deixaram saudades.

Mas, de uma forma geral, os médicos estão lá para observar, passar receitas e exames e pouco mais. São os enfermeiros que mais cuidam, que mais acalmam, que mais conversam, que mais atenção nos dão, que estão sempre lá noite e dia para o que precisarmos.

 

 

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