Sobre o novo espectáculo do Circolandia
Para cumprir com a meta de um programa familiar, digno dos melhores momentos de 2015, pelo menos uma vez por mês, fomos este fim de semana ao circo. Até porque os próximos fins de semana vão ser dedicados ao estudo, com os últimos testes antes das férias da Páscoa à porta.
O escolhido foi o Circolandia, que já não vinha cá há algum tempo. Ir ao circo não é barato mas, à excepção do bar com as tradicionais pipocas, algodão doce e bebidas, das várias recordações que têm à venda para os mais pequenos (bandoletes, espadas, bandeiras, nariz de palhaço), e do passeio de pónei no intervalo (com oferta de uma foto), os bilhetes são a única fonte de rendimento para todos aqueles que fazem o espectáculo acontecer.
Como já assistimos a este circo várias vezes estávamos, ao mesmo tempo, a adivinhar como as actuações se iriam desenrolar, e a esperar ser surpreendidos.
Para já, deparámo-nos com uma nova tenda e cadeiras mais confortáveis nas bancadas.
O espectáculo começou com a já conhecida abertura da caracterização do palhaço, desde a maquilhagem ao vestuário. Mas as cenas iniciais do palhaço são diferentes, e bem conseguidas. A interação com o público também é diferente.
Houve malabarismo com pratos, com bolas, com massas e até com o fogo!
Os animais também estão presentes: as cabrinhas, que comem na mão das crianças, um lindo pónei, um burro, e um dromedário. O número das aves já não existe.
Houve ilusionismo (agora sem a colaboração do público), um super palhaço, umas aulinhas de karaté e muita música no final, com My Way, de Frank Sinatra.
O número do arco, com a Vivian também está diferente, mas continua muito bom. A Sónia, agora transformada em pirata, manteve o mesmo show com a espada e o punhal.
No entanto, o meu destaque vai, sem dúvida, para o número do trapézio! Foi a grande surpresa do espectáculo! Já fazia falta uma actuação deste género, que cativasse, que nos prendesse a respiração, que nos fizesse temer uma queda, sem qualquer protecção cá em baixo. Claro que tudo correu pelo melhor e o trapezista saiu de cena com uma enorme descontração, como se tivesse acabado de dar um mero passeio pela pista!
De qualquer forma, estão todos de parabéns! Com pouco mais de meia dúzia de pessoas, conseguiram fazer um espectáculo de mais de uma hora, com a "casa" praticamente cheia.
E quem estiver interessado e não tenha ido este fim de semana, ainda poderá fazê-lo no próximo.