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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Fraturado, de Karin Slaughter

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Abigail chega a casa e encontra a sua filha morta. Ao lado dela, um rapaz com a arma do crime na mão. Abigail foge, cai pelas escadas e, numa luta entre ambos, acaba por estrangular o rapaz, assassinando-o.

Mas, nem tudo é o que parece.

Afinal, a rapariga morta não era a filha de Abigail, mas sim a sua melhor amiga, Kayla. E o rapaz que tinha a faca na mão não era o assassino, mas sim uma vítima que estava a tentar salvar a filha de Abigail. Ou seja, Abigail matou um inocente!

Agora, Emma está desaparecida, levada pelo verdadeiro assassino, e sabe-se lá em que estado. No entanto, há uma dúvida que permanece - será Emma uma vítima, ou uma cúmplice?

Por outro lado, terá Kayla sido brutalmente assassinada por engano, ou propositadamente? Ninguém parece ter algo de bom a dizer desta rapariga que afirmam ser conflituosa, problemática e uma péssima influência para Emma desde que se tornou sua amiga.

E onde é que Adam, o rapaz assassinado pela mãe de Emma, encaixa em todo este cenário? 

As peças vão aos poucos encaixando, mas uma dúvida persistirá até ao final, mesmo depois de se descobrirem os autores de tudo. Onde, e como, está Emma?

Restará apenas rezar, e viver um dia de cada vez?

Um livro cheio de suspense, mesmo como eu gosto, que começa logo com acção na primeira página e continua até ao fim! Um excelente sucessor de Tríptico!

 

 

Proibir ou não o álcool a menores de 18 anos

 

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"Não é proibindo que se mudam hábitos, principalmente entre os adolescentes, que, já se sabe, têm ainda uma maior vontade de transgredir se o fruto for proibido", afirmou ao Expresso Luís Menezes, a propósito da proposta de revisãoda lei do álcool.

Afirmação com a qual não concordo, de todo.

Se pensássemos sempre assim, não valeria a pena fazer leis nem impôr regras, porque todos iriam ter uma maior vontade de as quebrar, de as transgredir, e seria pura perda de tempo para quem as criasse!

Agora, se todos irão seguir à risca esta proibição, é outra conversa. É óbvio que os adolescentes que se virem privados da compra ou consumo de álcool por terem menos de 18 anos, e fizerem muita questão de o fazer, vão encontrar uma forma de contornar a situação.

Mas isso, já fazem agora!

Quantos adultos não pedem álcool em determinados locais, para ser consumido por menores? Pior, quantos adultos não dão a provar a menores, muitas vezes crianças pequenas, álcool? É aquela mentalidade de que "é só um bocadinho para provar, não faz mal a ninguém". Há pais que têm atitudes do género com os próprios filhos!

E pode ser aí que tudo começa. Do uso, ao abuso. E do abuso, à dependência. Ou talvez não. Não é por um jovem de 15 ou 16 anos beber uma cerveja ou duas que tem, necessariamente, de ficar viciado. Mas também não lhe faz falta beber álcool. E quanto mais cedo começar, pior.

Aqui na zona, todos os dias estão estudantes (sejam de cá ou provenientes de excursões) nas esplanadas a comer e a beber cerveja. O mesmo acontece nas festas.

E quem diz cerveja, ou vinho, diz todas as outras bebidas que se servem nos ditos locais. Há muitos adolescentes viciados em shots, por exemplo.

Com a proibição (que deve ser para todo o tipo de bebidas alcoólicas), pode não se erradicar o problema pela raiz mas, tenho a certeza, podem-se minimizar, para muitos jovens, os malefícios de um consumo precoce! 

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