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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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A total desorganização nas actividades escolares

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Fui avisada dois dias antes, pela minha filha, que o professor de educação física (não querendo obrigar ninguém, mas já obrigando) os tinha convidado a participar no Dia do Atletismo, com a realização de diversas provas no Parque Desportivo Municipal.

Ontem levou o papel de justificação de faltas às aulas devido à participação nas actividades desportivas, para eu assinar, onde apenas mencionava que todos os alunos deveriam estar junto ao ginásio às 08.30h (o que nos obrigou a levantar de madrugada), e que deveriam ir devidamente equipados e fornecidos de água, lanche da manhã e da tarde, já que algumas actividades seriam realizadas no período da manhã, e outras no período da tarde. E que seriam acompanhados pelos professores da disciplina. Mais nada.

Hoje, à hora da saída, o portão de acesso directo do Parque para a escola, estava encerrado, e não se encontrava nenhum funcionário para abrir. Só haviam três opções: ou aguardavam por tempo indefinido que alguém lhes abrisse o portão, ou saltavam a cerca, ou saíam pela entrada principal do Parque, o que implicava uma volta de quase vinte minutos a mais, em plena estrada principal.

Foi o que fez a minha filha. O professor ainda tinha ficado a coordenar actividades. Ninguém à saída do Parque lhe perguntou nada ou pôs qualquer objecção. Estava entregue a si mesma, se eu não a fosse buscar. Uma das colegas, que optou por saltar a cerca, acabou por magoar o joelho. Quem é que se responsabiliza?

Depois, ninguém sabia a que horas recomeçavam as actividades. Liguei para a escola, só me disseram que já estavam funcionários no portão e que podiam entrar pela escola para ir ao recinto. E a minha filha, inscrita nas actividades da tarde, não sabia se ia ou não para lá, porque uma das colegas não queria participar, e sem ela, as restantes não faziam a prova. 

Acabou por almoçar a correr, foi para o portão, esperou e nenhuma colega apareceu. Nem o professor. Acabou por saber que, como a outra colega se tinha magoado, não iriam fazer a prova. Como tal, teriam aulas normais.

Resultado: teve que voltar a casa para ir buscar a mochila e, mais uma vez, ir para a escola. Ora, isto conseguiu-se porque, felizmente, até moramos relativamente perto, os avós ajudaram, e teve um autocarro que, por acaso, passou à hora certa pela escola, e passa perto da nossa casa retornando, no seu trajecto, à escola.

Mas se assim não fosse, como é que ela fazia? É inadmissível esta total falta de organização deste tipo de actividades escolares. Custava muito estabelecer os horários, os locais de encontro na entrada e na saída, e definir quem ia ou não participar, sem estas constantes dúvidas? Sem que alunos, e pais, andassem por ali à toa?

Se não têm capacidades para organizar seja o que for, mais vale estarem quietos!

Como se sente uma mãe...

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...ao ver a sua filha ser raptada à sua frente (a menina brincava num parque infantil com as amigas e a mãe vigiava-a da janela do apartamento), sem poder fazer nada para o impedir, e descobrir, ao fim de pouco mais de hora e meia, que a mesma foi violada e assassinada?

Até me arrepio, só de pensar.

Digam o que quiserem, chamem-me mãe galinha, exagerada, hiper protectora e o que mais se lembrarem, mas eu prefiro exagerar na segurança, do que receber uma notícia como esta.

O dia de uma criança sem internet

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As crianças (e muitos adultos também) estão cada vez mais dependentes das novas tecnologias, sobretudo da internet!

Acordam já a pensar em ir ao PC, estão sempre à espera de um tempo livre para lá estarem e, com sorte, é a última coisa que fazem antes de irem para a cama!

E quando não é no PC, é no tablet, ou no telemóvel. Até mesmo nos intervalos de escassos 5 ou 10 minutos entre aulas.

Se lhes tirarmos a internet, ficam perdidas - "E, agora, o que é que fazemos?"

 

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A não ser que tenhamos um programa muito empolgante que as faça sair de casa, não é fácil distraí-las.

 

Fazer uma caminhada e aproveitar o bom tempo? Não, estão cansadas!  

Fazer uns desenhos bonitos para depois colorir? Ainda começam mas, ao fim de pouco tempo, queixam-se que já lhes dói a mão.

Ver um filme animado na televisão? Não há nada que gostem!

Jogar um dos vários jogos à disposição? Fartam-se ao fim de 10 ou 15 minutos!

 

Ficam aborrecidas, sem nada que lhes agrade, com que se entretenham. E acabam por chatear a cabeça aos pais. Porque aquilo que lhes apetece fazer, em alternativa, nem sempre agrada aos pais.

Mas, a partir do momento em que estão autorizadas a ir à internet, é vê-las entretidas horas a fio, ora a ver ou escrever em blogs, ora a ver vídeos que outras crianças e adolescentes gravam sobre tudo o que possamos imaginar (e até de coisas que nem imaginamos), ora a jogar, ou qualquer outra actividade que as cative!  

E o que é que os pais vão dizer se, muitas vezes, eles próprios passam o seu tempo livre da mesma maneira?!

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