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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

The Corrs - mais uma banda fantástica!

 

Hoje trago-vos mais uma das minhas bandas preferidas, os The Corrs!

Uma banda irlandesa de pop rock e folk rock formada por 4 irmãos da família Corr - Sharon, Andrea, Caroline e Jim, nascidos em Dundalk, e filhos dos músicos Gerry e Jean Corr. 

Com Andrea como vocalista e a tocar flauta irlandesa, Sharon como segunda voz e a tocar violino, Caroline como segunda voz e a tocar bateria, piano e bodhrán (instrumento de percussão irlandês), e Jim como segunda voz, e a tocar piano, guitarra e acordeão, os The Corrs tornaram-se mais conhecidos nos finais dos anos 90, e já ultrapassaram os 60 milhões de álbuns vendidos pelo mundo!

 

 

Talvez as músicas mais conhecida dos The Corrs sejam Only When I Sleep ou What Can I Do, ambas do álbum Talk on Corners, de 1997.

Mas destaco algumas das minhas preferidas - umas que fizeram mais sucesso, e outras mais desconhecidas:

 

Intimacy - adoro esta música! Do álbum Talk on Corners, de 1997.

Breathless - do álbum In Blue, de 2000.

Runaway - do álbum Forgiven, Not Forgotten, de 1995.

No Good For Me - do álbum Talk on Corners, de 1997.

At Your Side - do álbum The Corrs Unplugged, de 1999.

One Night - do álbum In Blue, de 2000.

Irresistible - do álbum In Blue, de 2000.

Radio - do álbum The Corrs Unplugged, de 1999.

Queen of Hollywood - do álbum Talk on Corners, de 1997.

Hopelessly Addicted - do álbum Talk on Corners, de 1997.

 

Pior que desiludir os outros, é desiludir-mo-nos a nós próprios

 

No passado domingo, um dos concorrentes do Ídolos, que foi eliminado, desabafava que se sentia mal porque toda a gente na sua terra o apoiava e esperava muito dele, e ele tinha desiludido todas essas pessoas que nele acreditavam.

A meu ver, pior que desiludirmos os outros, é desiludir-mo-nos a nós próprios. Com isso, sim, devemo-nos preocupar e ficar tristes. Por sabermos que podíamos ter feito melhor, dado o nosso melhor, e não o fizemos.

Também temos que ser, nós próprios, a primeira pessoa a nos perdoar por não o termos feito. Os outros, ou estão realmente do nosso lado e nos apoiam, independentemente do que tenha acontecido ou, simplesmente, não nos interessam, nem aquilo que possam pensar!

Sabemos o nosso valor, sabemos aquilo de que somos capazes, sabemos os nossos limites e as nossas limitações. Só temos que aceitar e viver bem com isso. Se nos esforçámos menos do que devíamos, se não mostrámos o que valíamos, vamos lutar para fazê-lo da próxima vez.

A força de vontade e a determinação são, sem dúvida, a chave para ultrapassar cada etapa e cada prova da nossa vida. Nem sempre podemos contar com a sorte. Por vezes, as coisas não correm como esperávamos. Correm mesmo muito mal. E se isso se deveu, de alguma forma, a nós mesmos, devemo-nos responsabilizar. E sentir tristes. Mas não devemos baixar os braços. Devemos, sim, tirar daí uma lição e tentar melhorar daí em diante.

Não com arrogãncia e egocentrismo, mas com atitude, optimismo e confiança! 

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