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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O nosso recorde de 2015

 

Este ano tínhamos como meta ultrapassar o recorde do ano passado de toques de raquetes de praia. E foi alcançada! O problema é que agora, duvido que mais alguma vez consigamos ultrapassar a nova marca, ou sequer repeti-la: depois dos 535 toques de 3ª feira, chegámos aos 653 toques ontem à tarde.

E, da minha parte, uma valente dor no braço!

Ser mãe de meninas

 

Começa a ser cada vez mais complicado à medida que elas vão crescendo e se tornando pequenas mulheres!

Eu que o diga!

Ainda ontem fomos os três a uma festa popular aqui da zona. Como gostamos os três de dançar, costumamos dançar à vez, ou seja, eu danço uma música com o meu marido, outra com a minha filha, e assim sucessivamente.

Mas acabo por nunca estar descontraída porque os meus olhos estão sempre postos na minha filha. É certo que não podemos estar sempre a pensar no pior, mas basta uma distracção para o pior acontecer. Nunca nos afastamos mais que uns metros dela, mas mesmo assim, é preferível estar sempre com atenção.

Ontem, por exemplo, numa dessas músicas que estava a dançar com o meu marido, a minha filha sentou-se no banco, à espera da sua vez. Quando olho para lá, vejo um rapaz com um aspecto não muito recomendável, a fumar, sentado ao lado dela. Disse logo ao meu marido - "fica de olho nela", e fomos imediatamente dançar para o lado onde ela estava. 

Já depois de termos saído da festa, o meu marido disse-me que o tal rapaz já tinha feito sinal a outro e apontado para a minha filha. O que isso quereria significar, não sei nem quero saber. 

 

Detesto areia fininha!

 

Se há coisa que detesto é ir a uma praia onde a areia é tão fininha que parece pó. Pior ainda, quando se junta o vento a mandar essa areia para cima de nós, fazendo-nos parecer croquetes cheios de pão ralado e prontos a fritar!

E o raio da areia fica tão entranhada que, mesmo depois do banho, e da roupa lavada, ainda tenho a sensação que a areia lá continua.

 

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