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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A missão de um verdadeiro líder

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Nem toda a gente tem perfil para liderar, e eu confesso já aqui que devo ser uma dessas pessoas. Ou então é, simplesmente, pouca vontade de "pegar no touro pelos cornos", como se costuma dizer, e pouca vontade de assumir responsabilidades que me trarão, provavelmente, mais dores de cabeça que alegrias!

Mas admiro quem tem essa coragem e toma as rédeas, sem medos, de alma e coração. Não aquelas pessoas que correm a ocupar a cadeira que ainda mal acabaram de deixar livre, como se estivessem há muito a aguardar por isso, mas aquelas que lá chegaram naturalmente, por vocação ou por escolha de todos os envolvidos. No entanto, nenhum líder o é, se estiver sozinho, se não tiver quem liderar. E é aqui que as coisas se complicam.

Porque um líder deve estar lá para apoiar a sua equipa, para ajudar no que for preciso, para mostrar a sua disponibilidade, para incentivar os seus colaboradores a fazer mais e melhor, para alertar para o que está errado e tentar resolver. Um líder orienta, entusiasma, torna o trabalho interessante, ajuda, acompanha, moraliza, e é o primeiro a puxar por todos os seus colaboradores. Há um espírito de cooperação. Um líder sabe transmitir a sua mensagem sem agressividade, sem se tornar autoritário, sem exigir. Tenta tomar sempre as decisões mais acertadas, que os restantes membros respeitam e acatam. 

Mas é muito fácil desviar deste caminho, e agir de uma forma mais ríspida, que só vai afastar os membros da equipa, fazê-los trabalhar de má vontade, ou querer afastar-se do projecto que, em vez de prazeiroso, se torna irritante. É muito fácil começar a mandar, em vez de orientar. É muito fácil achar que somos os donos da razão e que só da forma como dizemos e queremos é que as coisas andam para a frente. 

Há que haver respeito, cedências, tolerância e cumprimento das orientações tanto por parte de quem está na liderança, como pela restante equipa. E, principalmente, muita comunicação entre as partes. É meio caminho andado para o sucesso de um projecto, e para a satisfação de todos os envolvidos.

 

 

 

 

 

Reencontro com o passado, de Nora Roberts

 

Sinopse
"Ninguém pode fugir para sempre. Filha de uma mãe controladora e possessiva, Elizabeth deixa-se levar pelas loucuras de uma noite, bebendo e permitindo que um estranho sedutor, com sotaque russo, a leve até uma casa isolada. O que aconteceu a seguir mudou a sua vida para sempre. Doze anos mais tarde, a mulher conhecida como Abigail Lowery vive nos subúrbios de uma pequena cidade. Programadora informática, desenha sistemas de segurança e complementa a sua própria segurança com um cão feroz e algumas armas de fogo. É reservada e nada revela da sua vida. Mas essa reserva apenas intriga Brooks Gleason, o chefe de polícia. A lucidez e opiniões frias e sem romantismo da jovem deixam-no fascinado… e um pouco frustrado. Ele suspeita que Abigail esteja a esconder-se de alguém, e as táticas de defesa dela ocultam uma história que urge ser revelada."
 
 
Elizabeth não era bem uma filha, mas um projecto. Nunca teve pai, apenas um dador meticulosamente escolhido por aquela que é sua mãe. Embora não se possa propriamente apelidar esta mulher de mãe, mas antes de criadora.
Durante 16 anos, Elizabeth viveu de acordo com as regras desta mulher, seguindo as decisões dela sem reclamar. Estudos, roupa, alimentação, tudo na vida de Elizabeth era programado ao mais ínfimo pormenor.
Mas isso estava prestes a mudar.
Como qualquer adolescente a quem lhe sejam feitas demasiadas imposições sem qualquer hipótese de argumentar, sem ninguém que realmente a oiça ou compreenda, ou pense naquilo que ela própria gostaria, a revolta e a transgressão das regras é o caminho para a liberdade.
No fim de semana em que a mãe se ausenta, Elizabeth transforma-se em Liz, e vive experiências que todas as adolescentes normais vivem, como ir às compras, divertir-se com as amigas, falar de rapazes, e até ir a uma discoteca, fazendo-se passar por mais velha.
O que ela estava longe de imaginar, era que essa rebeldia lhe ia custar muito caro. A sinopse já antevê que algo aconteceu a Liz naquela casa isolada.
De facto, ela e a recém amiga Julie bebem demais na discoteca e vão com um dos rapazes que lá conheceram para uma casa no lago, já que o outro ficou retido a tratar de alguns assuntos pendentes.
E se já estão a adivinhar o que poderá ter acontecido, aviso-vos que não foi isso que estarão a pensar.
Na verdade, Liz escapa por um triz, de ser assassinada pela máfia russa e, a partir desse momento, vai andar em fuga constante e lutar pela sua sobrevivência, ficando entregue a si própria quando os policiais que a protegiam são, também eles, assassinados. 
Será que, 12 anos depois, ela continua a ser um alvo a abater? Será que, apesar da sua nova vida e identidade, poderá vir a ser reconhecida e correr perigo de vida?
Poderá Brooks, o chefe da polícia, ajudá-la?
 
Terão que descobrir quando lerem esta empolgante história que, a mim, me cativou logo na primeira página! Livros assim, dão gosto ler!
 
 
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