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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A melhor, a pior e a mais injusta das batalhas!

Estou a referir-me, claro, às batalhas do The Voice Portugal!

 

A melhor batalha

Pedro, Vanessa e Alex - estiveram os três muito bem, com o Alex em vantagem mas com uma atitude muito egocêntrica, o Pedro a dar luta, e a Vanessa a não se deixar apagar no meio deles. 

 

A pior batalha

Entre estes dois, venha o diabo e escolha! Estragaram completamente a música do Agir, cada um à sua maneira, o que foi mau de se ver, e um atentado aos ouvidos. 

 

A mais injusta

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Injusta, porque dificilmente alguém conseguiria bater a Deolinda, independentemente de quem travasse a batalha com ela. Já era uma batalha ganha, ainda antes de entrar no ringue.

A Deolinda é, para mim, uma potencial vencedora do programa, uma das melhores vozes e intérpretes que lá estão. E de uma grande humildade!

Para ela, salvarem a Ana foi um peso que lhe tiraram de cima.  

 

 

Imagens The Voice Portugal | RTP

Taken 3 não me desiludiu

 

Vi-o este fim de semana e, ao contrário do que tinha ouvido falar sobre o terceiro filme da saga, Taken 3 não me desiludiu.

É verdade que há uma parte da história que não é, propriamente, um seguimento do seu antecessor, mas tem bastante acção, algumas cenas que não estaríamos, certamente, à espera, e muita intriga.

Um inspector da polícia que persegue Bryan, não se percebe bem, se porque realmente acredita que ele é culpado (ou pelo menos, o único suspeito), ou porque está frustrado por ele estar sempre um passo à sua frente na busca pelo verdadeiro assassino.

Para completar o cenário, temos a filha de Bryan, Kim, grávida, e a correr o risco de ter o mesmo destino da sua mãe.

Mais uma vez, o amor e confiança entre pai e filha é evidenciado neste filme. Para quem já viu e gostou dos dois primeiros, eu aconselho a ver o final. Embora, com jeitinho, pudessemos ter um Taken 4, desta vez com o neto ou neta de Bryan como protagonista!

 

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