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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A culpa é da máquina!

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Não satisfeita com o golpe no dedo, agora lesiono o joelho.

A minha máquina de secar é de exaustão e, por isso mesmo, tenho que a ter perto da janela, para que o vapor saia pelo tubo, para a rua. Ora, como o tubo está muito curto, o espaço entre a máquina e a janela é mínimo.

Mas eu esqueci-me desse pormenor quando tive que passar pela máquina para ir à dispensa e, quando dei por isso, ao levantar a perna para passar por cima do tubo, já tinha dado uma valente joelhada no bico do tampo desta.

Na altura doeu-me, mas continuei na minha vidinha. Só à noite é que vi que, para além de uma nódoa bem negra, também tinha feito ferida!

 

 

As casas Ronald McDonald

 

“Naquela noite, ninguém poderia imaginar o que estaria para acontecer. Era só mais uma consulta, após a da semana anterior, para saber ao certo o que se passava com a sua filha, cujos sintomas, ao invés de melhorar, agravaram. A médica examinou-a, e disse para a mãe “pois, é o que eu suspeitava, vai cá ficar internada”.

Foi uma semana, dividida entre casa e hospital, a almoçar e jantar no refeitório, e a dormir naquele desconfortável sofá azul, da sala onde a menina estava internada. Felizmente, apesar de invulgar, a doença não era grave, e a menina acabou por ter alta uma semana depois.”

 

Agora, imaginem casos mais complicados, crianças com doenças graves ou prolongadas, que têm que se deslocar constantemente a hospitais, que muitas vezes ficam longe das suas casas, para receberem tratamentos, ou que se encontram hospitalizadas. Podem ali permanecer dias, meses e até anos.

Imaginem o impacto que uma situação dessas pode causar na vida familiar dessas crianças, e o estado psicológico dos familiares que passam a “viver” no hospital, a observar todo o tipo de situações que ali decorrem, muitas vezes dormindo em cadeiras, mal se alimentando, só para ficarem perto dos filhos.

Nem sempre esses pais têm condições financeiras que lhes permitam suportar os custos de um alojamento que, muitas vezes, se localiza longe do hospital.

Foi com o intuito de ajudar estas pessoas que surgiu o conceito de “casa longe de casa”.

Existem actualmente algumas instituições que o aplicam e criaram instalações para esse fim, tanto em Portugal como no resto do mundo. Uma dessas instituições é a Fundação Infantil Ronald McDonald.

Para saberem mais sobre estas casas, leiam o artigo completo na edição deste mês da BLOGAZINE (págs. 6 e 7).

 

 

A falta que me faz o polegar!

 

É o que dá ir lavar loiça antes da 7 da manhã, ainda meio a dormir!

Estava eu a lavar a loiça, pego na faca e, logo por azar, pelo lado da lâmina que corta. Quando dei por isso, já o corte estava feito, e o dedo a sangrar. Depois, foi desinfectar, pôr um penso, e fazer o resto do serviço a evitar tocar no dedo e molhá-lo.

Pode parecer incrível, porque é apenas um dedo, mas nem imaginam a falta que faz a utilização deste dedo nas tarefas mais básicas.

 

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