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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Desire - Years & Years e Tove Lo

 

Os Years & Years têm um novo videoclip da música Desire, com Tove Lo!

 

A versão de “Desire”, com Tove Lo, será lançada como a sétima música de trabalho do álbum de estreia do Years & Years - “Communion”.

No novo vídeo, o vocalista Olly Alexander celebra a sexualidade independente de gênero, numa espécie de grupo onde as expressões são livres de rótulos.

Olly chegou, inclusive, a comentar que há outras sexualidades e identidades que merecem brilhar em um vídeo pop.

 

É por cenas destas que eu não conduzo!

 

Sempre gostava de saber o que é que estas pessoas vêm para a estrada fazer, com um carro nas mãos, se não percebem minimamente do assunto.

Ainda hoje de manhã, quando ia para o trabalho, deparo-me com um carro completamente atravessado na estrada. Primeiro pensei que estivesse ali a fazer uma manobra qualquer maluca para inverter a direcção, já que aquele local é propício a enganos.

Mas não. Estava mesmo parado em plena via, sujeito a levar uma pancada de outros veículos que viessem naquela direcção.

Os primeiros carros surgiram, e o rapaz no mesmo sítio, nem um sinal, nem uma explicação, nada. Era um rapaz novo. Manteve-se dentro do carro, na boa, enquanto os outros, parvos, pararam à espera que ele andasse. Ao fim de uns segundos, e porque a via naquele sítio alarga, resolveram fazer o desvio, e seguir viagem.

Logo em seguida, vemos o carro da GNR passar. Até comentei com a minha filha que gostava de ser mosca, só para ver o que a polícia ia fazer!

Ao que parece, não fez nada. Talvez porque, nessa altura, já o meu pai, que estava ali à espera do autocarro, lhe foi dando umas dicas e explicando como havia de tirar ali o carro.

Segundo o que o meu pai percebeu, o carro devia ter pouca bateria. Mas o rapaz também era azelha, queria pôr o carro a andar com ele travado, e não fazia a mínima ideia de como sair daquela embrulhada.

Pergunto-me eu, o que anda esta gente que nem num carro sabe mexer, a conduzir na estrada? 

É por isso que eu me deixo estar quietinha, e deixo essa tarefa para quem sabe!

À Conversa com Manuela Mota Ribeiro

 

 

 

Manuela Mota Ribeiro nasceu em 1970, na cidade do Porto. Formou-se em Medicina, especializou-se em Medicina Física e de Reabilitação, foi diretora da Clínica Pedagógica da Universidade Fernando e assistente de Anatomia Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Depois de vários anos dedicados à atividade médica e ao ensino universitário, Manuela Mota Ribeiro dedica-se, actualmente, quase em exclusivo à escrita, num projeto familiar que plantou o Jardim das histórias.

 

 

 

Para além de vários livros infantis com uma vertente educativa, desde novembro que o Jardim das histórias tem um stand no Mar Shopping, com diversas actividades que podem envolver não só as crianças como também os pais.

 

 

 

Através das diversas histórias, que vivem nos livros, e que podem ser acompanhadas com as músicas do CD "Mil e Uma Cores", as crianças podem captar muitas mensagens importantes para a sua educação e saúde, principalmente, se identificarem determinados comportamentos do dia-a-dia ou criarem empatia com as personagens.

Para nos mostrar este belo jardim, e em representação de todos os "jardineiros" que o tornam possível, tenho hoje como convidada Manuela Mota Ribeiro, a quem desde já agradeço por ter aceitado o meu convite!

 

 

 

 

Como é que nasceu o Jardim das histórias? Quando é que começou a ser plantado?

Apesar de o nome “Jardim das histórias” só ter sido adotado no ano de 2014, eu considero que este Jardim começou a ser plantado no dia 1 de junho de 2006, no momento em que eu contei, pela primeira vez, a história “Jardim do Arco-Íris” às minhas filhas, Mariana e Diana.

Nessa altura, não imaginava que um mês depois estaria a escrever a minha primeira história infantil e a solicitar a ajuda da minha irmã Susana para fazer as ilustrações; da Sofia para fazer uma música; da Luísa para fazer a avaliação psicológica; da minha mãe para fazer a revisão dos textos; e do meu pai e do meu irmão!

 

Todas as histórias do vosso Jardim promovem a saúde e a educação das crianças. Considera que os livros são uma boa forma de educar as crianças?

Sem dúvida. Através das histórias que vivem nos livros, as crianças podem captar muitas mensagens importantes para a sua educação e saúde. Quando identificam determinados comportamentos do dia-a-dia, quando se identificam ou criam empatia com determinada personagem, é mais fácil chegar a elas e fazê-las compreender aquilo que pretendemos. Além disso, estamos a incentivar a leitura, que, por si só, já traz imensos benefícios para as crianças. E não posso deixar de referir que dentro dos nossos livros existem, geralmente, espaços informativos dirigidos aos adultos que acompanham o crescimento das crianças.

 

A Manuela tem vindo a participar em sessões educativas sobre as suas histórias em diversas escolas do país. Como tem sido essa experiência?

Tem sido uma experiência muito gratificante! Gosto muito de estar com as crianças, de lhes contar histórias, de partilhar com elas experiências da minha vida, coisas que eu aprendi, incentivando-as a melhorar tudo o que estiver ao seu alcance, de modo a sentirem-se felizes e bem integradas na sociedade.

 

Para acompanhar as histórias, nada melhor que a música. “Mil e uma cores” é o CD que reúne as músicas de cada uma das histórias. Quem é que dá voz a essas músicas? E quem as escreveu?

Sim, a música enriquece muito as histórias e ajuda a consolidar as mensagens que pretendemos passar, além de estimular outras valências importantes, como, por exemplo, o ritmo.

Este CD tem 8 músicas. Esperamos, proximamente, lançar um novo CD com as músicas mais recentes, que já são bastantes.

Foi a minha mãe que escreveu as letras da maioria das canções. Eu escrevi a primeira e tenho ajudado nas restantes. A minha irmã Sofia também escreveu algumas e claro que participa em todas, pois é ela que compõe as nossas músicas. A Sofia é a voz principal e, depois, temos várias vozes a acompanhar cada canção: por exemplo, na música “O poder de uma boa ação”, cantamos as quatro irmãs e as minhas duas filhas. Na última  – “Quero ser como a avó”  – cantam as minhas sobrinhas, a minha filha mais nova e dois meninos que também já participaram nos nossos videoclipes.

 

Em novembro, estrearam o vosso Stand no Mar Shopping. O que podem encontrar as crianças ao visitar o Stand? Que atividades desenvolvem nesse espaço?

No stand do Mar Shopping, as crianças encontram os nossos 15 livros e o CD “Mil e uma cores”, os bonecos que costumo usar nas sessões de apresentação e os CD de música jazz da minha irmã Sofia. Encontram, ainda, 4 mesas, que não são mais do que flores do Jardim do Arco-Íris! Podem sentar-se nas pétalas e fazer um desenho ou uma atividade que esteja disponível, ou simplesmente ler um livro. Ao sábado de tarde, entre as 17 e as 18h, decorrem atividades específicas, habitualmente relacionadas com as temáticas das nossas histórias, nas quais os pais e as crianças se podem inscrever através do email jardimdashistorias@gmail.com.

 

Existe algum livro que seja mais procurado pelas crianças ou, de uma forma geral, gostam de todos?

O livro que mais atrai as crianças é o “Kiko, o dentinho de leite”, mas, geralmente, quando uma determinada história é trabalhada na escola, as crianças gostam muito e fazem questão de mostrar a sua satisfação.

 

A Manuela é formada em Medicina e dedicou-se, por vários anos, à atividade médica e ao ensino universitário. Ainda exerce essas atividades ou dedica-se, em exclusivo, à escrita?

Deixei a bata branca em novembro de 2009 e a Faculdade de Medicina do Porto – onde dava aulas de Anatomia Clínica – no ano de 2010. Atualmente, dedico-me em exclusivo a este projeto, sim.

 

Em 2016, irão nascer novas "flores" no Jardim das histórias? Que projetos tem em mente para este ano que aí vem?

Sim, todos os anos nascem novas “flores”! Ainda não lhe posso dizer quais serão, pois geralmente só a partir de junho é que nós selecionamos os temas a editar. São várias as sementes que podemos usar!...

 

Muito obrigada, Manuela!

 

Saibam mais em:

www.jardimdashistorias.com/

https://www.facebook.com/jardimdashistorias

 

 

 

 

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