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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

À Conversa com Diogo Garcia

 

Há cerca de um ano atrás, assistíamos à vitória de Diogo Garcia, da equipa da mentora Daniela Mercury, no programa The Voice Kids. O programa passou, e acabámos por deixar de acompanhar este jovem talento.

No outro dia, a minha filha estava a ver televisão e, no intervalo da série, passa um videoclip. Ouvi por acaso, e chamou-me a atenção, porque a música é bonita, entra bem no ouvido e o cantor tem uma boa voz. Perguntei-lhe quem era. Diogo Garcia, respondeu-me ela!

Mas quem é o Diogo Garcia? Só mais tarde, ao pesquisar, percebi que era aquele mesmo Diogo que tinha vencido o programa!

No entanto, o percurso do Diogo na música não começou no The Voice Kids. A trabalhar o seu talento desde os oito anos, já anteriormente, tinha vencido o festival Funchal a Cantar e o Festival da Canção Infantil da Madeira.

 

 

 

 

Após a vitória no The Voice Kids, entrou em estúdio para gravar o seu disco de estreia, "O Que Eu Sou", cujo primeiro single se chama “Sinto-me Livre Contigo”.

 

 

 

Agora com 16 anos, e depois de algumas actuações neste verão, bem como uma passagem pelo festival NOS Summer Opening, Diogo Garcia apresenta o seu trabalho em nome próprio, do qual muito se orgulha!

É ele o nosso convidado de hoje da rubrica “À Conversa com…”:

 

 

Diogo, para além de vencer, como é óbvio, qual era o teu principal objectivo quando concorreste ao programa The Voice Kids?

A vitória, na minha opinião, é algo que só deve ser pensado quando um concorrente está muito próximo dela. É óbvio que todos os concorrentes sonham com ela, mas em programas como o The Voice Kids, os concorrentes têm que estar preparados para o bom, e para o mau, porque há a parte em que o júri deixa de ter qualquer influência na passagem à fase seguinte, e quem decide é o público. A vitória passou a ser um objetivo na final. Nas outras fases, o principal objetivo era passar com sucesso, e aprender o máximo sobre música com os nossos mentores, pois é isso o mais importante dos programas musicais. 

 

Como foi essa experiência? O que de melhor guardas desse tempo?

Sem dúvida que foi das experiências com que eu mais aprendi. As pessoas lá em casa, até podem ver um dos lados, que é rivalidade entre concorrentes, mas não há espaço para isso. Os laços que fazemos uns com os outros são enormes, e ajudamo-nos uns aos outros! Sem dúvida que o que guardo melhor desse tempo é a amizade feita com todos os concorrentes.

 

A Daniela Mercury foi uma boa mentora?

A Daniela é uma pessoa cinco estrelas, com um coração enorme, grande talento, e é sem dúvida a melhor mentora que poderia ter! Orgulho-me sempre da escolha que fiz, pois vejo que foi a mais acertada. Ainda hoje falamos por telemóvel e mesmo fora do programa, a Daniela não esquece o seu cargo e ensina-me muito!

 

Notas alguma diferença entre o Diogo de há um ano atrás, e o actual Diogo?

Não, não há diferença. Há um ano era um Diogo que estava a correr atrás de um dos seus maiores sonhos. Este ano, após um dos sonhos ter-se concretizado, este é um Diogo que deseja evoluir no panorama nacional, fazer com que a sua música chegue a mais casas e a mais pessoas. E espero que seja sempre este Diogo, que lute sempre para evoluir mais. 

 

As pessoas ainda te conhecem como o Diogo que venceu aquele programa, ou apenas como Diogo Garcia, que lançou agora o seu primeiro álbum?

Penso que enquanto alguém ainda se lembrar de mim, será sempre do programa. Os programas dão muita visibilidade, e é muito fácil sermos esquecidos pelo povo, pois mais programas do mesmo género, estão sempre a acontecer. Reconhecem-me como o Diogo que venceu o The Voice Kids, mas já me vão reconhecendo por ter um álbum a vender no país inteiro.

 

Por falar em primeiro álbum, o teu intitula-se “O Que Eu Sou”. O que é ou quem é, afinal, o Diogo Garcia?

O Diogo é um menino que, como muitos outros, deseja ser cantor profissional, mas que, em diferença de muitos outros, vive numa ilha, o que torna a situação muito mais complicada. Sou um menino que apenas quer levar o nome da minha ilha mais alto no panorama musical, que a Madeira seja conhecida por ter grandes cantores. O Diogo apenas tenta orgulhar quem o apoia, e lutar por algo na vida.

 

A maioria dos teus temas é de natureza romântica. Consideras-te um rapaz romântico?

Digamos que sim. Os temos não foram escritos por mim, mas relatam partes da minha pessoa, daí o álbum ter aquele nome. Qualquer pessoa pode identificar-se com alguma música, porque falam de coisas do dia-a-dia. Há muitos apaixonados por Portugal, e qualquer um apaixonado pode identificar-se com qualquer música

 

Este teu primeiro trabalho foi feito para um público mais adolescente, ou mais abrangente?

Foi feito para um público mais adolescente, mas também é feito para público abrangente. O público-alvo é as pessoas da minha idade. Mas sem dúvida que não me esqueci do resto do público.

 

O teu single de estreia “Sinto-me livre contigo” já faz grande sucesso e chama a atenção sempre que o videoclip passa na TV. Estavas à espera, ou foi algo inesperado? Que feedback tens tido de quem já ouviu as músicas deste álbum?

Não estava à espera que fosse assim tão bem visualizado. Foi inesperado, sem dúvida, pois não estava à espera de uma subida a nível de visualizações tão rápida. As pessoas gostam da música, e gostam do álbum. Existe sempre quem diz mal, mas o mundo é assim. Há que crescer com críticas construtivas, é ignorar quem nos quer ver desistir.

 

Quais são os teus objectivos a nível musical?

Para já o principal objetivo é fazer o álbum chegar a mais pessoas. Depois disso logo veremos. Vou sempre subindo asa degrau devagarinho, para não haverem erros ou quedas bruscas. O melhor é trabalhar no presente para ter algo garantido no futuro.

 

Onde vamos poder ouvir-te em 2016? Já tens algumas actuações agendadas?

Ainda não há nada agendado, mas penso que com o tempo, os concertos vão chegar.

 

Diogo, muito obrigada por teres aceitado este convite, e muito sucesso na tua carreira!

 

Podem acompanhar todas os novidades sobre o Diogo em:

https://www.facebook.com/Diogo-Garcia-736791943049131/?fref=ts

 

Imagens media.rtp.pt e Diogo-Garcia

Chegou a Blogazine de Março!

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Dedicada às mulheres e ao Dia Internacional da Mulher que este mês se celebra, mas também a todos os homens, com destaque para o Dia do Pai, e ainda tudo o que os mais jovens gostam de ler e precisam de saber:

 

Viagens

Violência no namoro

Os maiores inimigos das mulheres

Zumba

Mulheres bem sucedidas

 

e muito mais, na vossa Blogazine de Março! 

 

 

À Conversa com o Grupo de Teatro TEMA

 

O Grupo TEMA tem a sua origem na associação Elemento Periférico, fundada a 25 de Novembro de 2014, da qual fazem parte Lourenço Henriques (actor e dramaturgo), Carlos d'Almeida Ribeiro (actor e encenador), Patrícia Adão Marques (actriz), Rui Santos (actor), Sofia Nicholson (actriz), Marta Andrino (actriz), Júlia Belard (actriz), João Pedro Silva (fotógrafo e designer gráfico) e Bernardo Torres Henriques (produtor).

Este grupo foi criado com o objectivo de desenvolver uma companhia profissional de teatro, em Mafra, bem como apresentar regularmente produções teatrais, em Mafra e noutros pontos do país, e ainda oferecer acções de formação, ou iniciação teatral, dirigidas, sobretudo, aos jovens do concelho.

Com as suas produções o Grupo TEMA espera chegar a um público abrangente, através de uma programação diversificada que contempla comédia, drama e teatro para a infância.

O Grupo conta com o apoio de várias entidades do concelho, com destaque para a Câmara Municipal de Mafra, mas os recursos são ainda reduzidos. Vale a enorme vontade com que os seus elementos têm vindo a trabalhar, o que tem permitido que o sonho se materialize, e que o Grupo TEMA continue a criar teatro em, e para, Mafra.

Em Outubro, pudemos assistir à peça “Antes e Depois”, com texto e encenação de Lourenço Henriques, e actuações de Rui Luís Brás e Sofia Nicholson.

 

Logo em seguida, o primeiro espectáculo de teatro para a infância - Escola de Heróis.

O Grupo TEMA, aqui representado por Lourenço Henriques, é o convidado desta semana da rubrica “À Conversa com…”, a quem desde já agradeço por ter aceitado este convite.

 

 

 

TEMA é a junção de Teatro e Mafra. Porquê a escolha de Mafra para desenvolver uma companhia profissional de teatro?

Não nasci em Mafra, mas cresci em Mafra. É o sítio do mundo a que posso, com maior propriedade, chamar “a minha terra”.

 

Como é que nasceu este projecto?

De um sonho, como nascem todos os projectos. Passei o sonho para uma apresentação criteriosa e pedi para falar com o Presidente da Câmara, o Eng. Hélder Sousa Silva. Ele recebeu-me e abraçou o projecto de imediato. Direi que se eu sou o pai do Grupo TEMA, o sr. Presidente e a sra. Vereadora Célia Fernandes são a mãe.

 

O Grupo TEMA conta já com um leque de actores conhecidos. Para além destes, o grupo pretende formar novos actores para fazerem parte das peças que vierem a produzir?

Formar actores de raíz para o mercado de trabalho é uma tarefa que não cabe às companhias de teatro desempenhar. As companhias podem contribuir para a formação dos actores, mas não formam actores, no sentido escolástico da formação. O que temos feito é abrir a porta a actores que residam na região e que queiram juntar-se a nós. Não podemos prometer trabalho a toda a gente, mas já trabalhámos com alguns actores de cá. É verdade que levamos a cabo acções de formação, mas não nos arrogamos na ideia de que podemos ser uma escola. Damos às pessoas um vislumbre do que é esta coisa de representar. É diferente de formar actores.

 

Onde é que o Grupo TEMA está sediado? Onde decorrem os ensaios, a formação?

O espaço de trabalho da companhia é no antigo Jardim de Infância do Sobreiro, espaço que nos foi gentilmente cedido pela Câmara Municipal de Mafra.

 

Que tipo de oferta formativa têm neste momento?

Temos uma Oficina de Teatro, com aulas continuadas, onde temos alunos com idades compreendidas entre os 12 e os quase 50 anos. Qualquer pessoa pode experimentar a qualquer momento. Para além disso fazemos um workshop intensivo para a população juvenil no início das férias grandes. No Verão de 2015 tivemos 17 alunos. Não podemos ir além desse número. Não cabem no nosso espaço e não podemos, com honestidade, albergar mais gente. No próximo Verão vamos repetir a iniciativa, com algumas diferenças relativamente ao ano passado. Esperamos atingir o mesmo número de participantes.

 

As vossas peças têm tido uma boa aderência por parte do público? Qual tem sido o feedback que têm recebido?

O feedback, em termos qualitativos, tem sido muito bom. As pessoas querem ver e querem ver mais. Em termos quantitativos, queremos crescer em 2016, mas 2015 já foi bom. Ultrapassámos os 3000 espectadores, mais concretamente chegámos aos 3203 espectadores. No nosso segundo espectáculo, Antes/Depois, esgotámos quase todas as sessões. Foi muito positivo.

 

Que ajuda mais precisam para poder dar continuidade a este projecto e levá-lo cada vez mais longe?

Toda a ajuda é bem-vinda. Em 2016 faço votos de que mais privados (empresas) se disponibilizem para nos apoiar. Os apoios não se resumem a dinheiro, embora seja impossível produzir sem dinheiro. Seria importante podermos adquirir algum equipamento, nomeadamente de luz. Gostava que houvesse disponibilidade por parte do tecido empresarial e de outras entidades locais, além da Câmara, para nos ajudar nesse objectivo.

 

Depois do sucesso de “Antes e Depois” e de “Escola de Heróis”, têm algumas peças agendadas para 2016?

Temos, claro. O nosso objectivo é apresentar três produções anuais, duas para o público em geral e uma para o público infantil. 2016 não será diferente, a menos que algum evento imprevisto nos impeça de o conseguir.

 

Muito obrigada, Lourenço!

 

Uma notícia inesperada...mas boa!

 

Há pouco tempo publiquei aqui uma entrevista ao Grupo de Teatro Van Bach, por ocasião da estreia da peça "O Segredo do Diamante, em Mafra.

Um jornal do concelho teve acesso à mesma, através do blog, e enviou-me um email a perguntar se podia publicar a entrevista na sua próxima edição. 

Assim, vem na edição de hoje a minha primeira colaboração para este jornal local.

 

 

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