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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Duas vitórias alcançadas hoje

 

Ou talvez não...

 

Foram hoje aprovados dois diplomas que fazem história.

 

Um deles diz respeito à aprovação das barrigas de aluguer.

Logo no início da criação deste blog, escrevi sobre este tema neste post, nomeadamente, no que respeita à questão sentimental e psicológica.

 

A partir de hoje, todas as mulheres que não tenham útero, ou sofram de doenças que as impeçam de levar até ao fim uma gravidez com sucesso, vão poder recorrer a barrigas de aluguer, sempre de forma gratuita.

Se concordo com esta legalização? Sim, sem dúvida. 

Apesar de haver outras alternativas, é legítimo que uma mulher ou casal queiram um filho do seu sangue, e optem por recorrer a uma barriga de aluguer.

Outra questão diferente é se haverão por aí muitas mulheres dispostas a alugar a sua barriga como mero gesto de solidariedade, amizade ou amor, e de forma gratuita. Como é que funcionará a selecção dessas mulheres? Haverá um banco de barrigas de aluguer?

Na minha opinião, mesmo com a aprovação deste diploma, o negócio que gira em torno das barrigas de aluguer irá continuar a existir, até porque grande parte dos que recorrem a essa via não o fazem por impossibilidade da mulher em engravidar ou levar adiante a gravidez, mas por outros motivos mais fúteis e menos válidos, como não querer sofrer os sintomas e as alterações corporais próprias da gravidez, querer ser pai ou mãe solteiro, com um filho de pai ou mãe incógnitos, e outros.

E esse tipo de serviço, muitas mulheres só estarão dispostas a satisfazer mediante uma compensação. 

 

 

 

O outro diploma diz respeito às técnicas de Procriação Medicamente Assistida (PMA), nomeadamente bancos de óvulos e de esperma, que passam a estar acessíveis a todas as mulheres sem exceção (mesmo que sejam solteiras ou lésbicas) enquanto que, até agora, só era permitido o recurso às mesmas a casais ou uniões de facto heterossexuais.

 

Resta aguardar, e deixar que o tempo mostre se, de facto, estas duas vitórias o foram verdadeiramente.

Para muitas mulheres que vêem nestas medidas uma forma legal e única de concretizarem o sonho de ser mãe que, de outra forma, nunca conseguiriam, tenho a certeza que já o foi!

À Conversa com Urban Tales

foto urban promo.jpg

 

Os Urban Tales nasceram pela mão de Marcos César em 2005, mas foi em 2007 que se tornou mais conhecida, com o primeiro álbum “Diary of a No”, distribuído mundialmente pela internacional Burning Star Records tornando, desta forma, igualmente notória a sua importância.

O segundo álbum, editado em 2011, foi considerado pela imprensa nacional como um dos álbuns metal rock mais importantes do ano.

 

 

 capa urban tales.jpg

 

Este ano, os Urban Tales estão de volta, e já pode ser ouvido nas plataformas digitais o novo single “The name of Love”.

São eles os meus convidados de hoje, a quem desde já agradeço por terem aceitado este convite!

 

 

 

 

 

Quem são os Urban Tales?

Os Urban Tales são um projecto musical que criei com o intuito de fazer a música que gosto. Logo os Urban Tales são uma pessoa que se faz rodear de outros músicos sempre que for necessário.

 

Como caracterizam o vosso estilo musical?

Houve uma mudança no nosso som. Se antes eramos rotulados de Rock/Metal/Gotico, hoje a sonoridade centra-se num rock/acústico, pelo menos é assim que vejo.

 

Quais são as vossas principais referências a nível musical?

Tenho bastantes influências quer a nivel nacional, quer internacional. Continuo a ouvir Anathema, Damien Rice, Pink Floyd, Counting Crows, David Fonseca, Pedro Abrunhosa, enfim são muitos...

 

Foi em 2011 que lançaram o vosso segundo álbum tendo, desde então, feito uma pausa que terminou este ano, com o vosso regresso. O que vos levou a este interregno de cinco anos?

A procura de uma nova identidade. Não querer estar "acorrentado" a estilos e poder fazer o que se quiser com a música. Já nos antigos trabalhos fazia isso, mas agora não há o peso de ter que meter distorção ou algo  com uma toada mais forte. Se a música pede calma, então posso seguir esse caminho.

 

O novo álbum que aí vem vai seguir a mesma linha dos seus antecessores, ou pretende mostrar um novo rumo no som da banda?

Um rumo completamente diferente dos anteriores. Mais dentro do rock/Acustico.

 

“The Name of Love” é o primeiro single a ser extraído do novo trabalho, e apresentado ao público. Que feedback têm recebido relativamente a este tema?

Bastante bom. A música também servia como uma "preparação" para o que ai vem. Foi a maneira de se dizer "Mudá-mos estejam prepararados". E surpreendentemente a resposta ao single, até agora, tem sido favorável.

 

Já têm alguma data prevista para o lançamento do vosso terceiro álbum?

Não, vou levar as coisas com calma. Quando achar que devo lançar o resto lançarei. Para já é disfrutar deste novo single e de tudo o que ele está a conseguir.

 

Onde pode o público ouvir os Urban Tales ao longo de 2016?

Para já ainda é cedo, visto que só lançámos um single passados 5 anos, mas quem sabe mediante os convites. Não há pressas para tal...

 

Muito obrigada!

 

Saibam mais em:

https://www.facebook.com/UrbanTalesOfficial/

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 

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