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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Masterchef Júnior - Este miúdo é o máximo!

 

"Você está nervoso?" - perguntou Pedro Jorge ao chef Miguel.

"Eu não, e tu? - responde o chef Miguel.

"Eu também não!"

 

 

Este miúdo pode até não ganhar o programa, mas parece-me que já terá conquistado os portugueses pela sua forma de ser e estar! O que eu me ri com as suas saídas e o seu à vontade!

 

Foi a primeira vez que vi o programa, por insistência da minha filha, até porque um dos colegas dela participou no mesmo.

 

Gostei de ver. Diverti-me com alguns dos concorrentes, fiquei parva com a técnica que têm e por falarem de termos que desconhecia completamente, e que prova que são melhores cozinheiros que muitos adultos (eu incluída).

Só me questiono se algumas destas crianças estarão psicologicamente preparadas para este tipo de competição, pela forma como vivem esta experiência, e encaram a eliminação.

Independentemente do que acontecer, têm mais é que continuar a cozinhar, não por obrigação e sob pressão, mas por prazer, a aperfeiçoarem as suas técnicas, e quem sabe um dia não chegam a chef, mesmo que nunca tenham ganho qualquer concurso televisivo!

 

Força mini masterchefs!

 

Imagens www.tvi.iol.pt/ 

 

San Andreas - o filme

 

Se há filme capaz de captar toda a minha atenção é um que esteja relacionado com qualquer catástrofe natural. Vulcões, tsunamis, tornados, terramotos e afins, são argumento mais que suficiente para eu gostar de um filme, e San Andreas não fugiu à regra. 

Desde que vi a apresentação do filme que estava na minha lista de filmes a ver. Era para alugar, mas como passou na tv, optámos por gravar.

Ontem, cheia de vontade de me sentar no sofá e ver um bom filme, foi o dia!

 

 

 

O filme começa logo cheio de acção, com Ray, um bombeiro e piloto do Departamento de Resgate e Segurança de Los Angeles, numa operação de salvamento de uma jovem que, após um abalo sísmico, foi atirada para um precipício, do qual estás prestes a cair.

Logo em seguida, a acção passa para a barragem Hoover, localizada entre os estados de Nevada e Arizona, nos EUA, no rio Colorado, que é completamente destruída pelo sismo que ocorre no momento em que dois cientistas testam um módulo, que permite prever terramotos com antecedência.

E, enquanto na barragem um dos cientistas perde a vida, após salvar uma criança da morte certa, a ex-mulher de Ray tenta salvar-se do prédio onde se encontra, e que está a ruir.

 

 

 

Por outro lado, e com base neste avanço conseguido pelos cientistas, Lawrence percebe que este sismo foi apenas o início da catástrofe, e que irão haver novos sismos, com intensidade ainda maior, e que São Francisco será a zona mais crítica. A culpa é da falha de San Andreas, uma falha geológica que se prolonga por cerca de 1290 km através da Califórnia, que marca o limite de encontro entre duas placas tectónicas - a Placa do Pacífico e a Placa Norte-Americana, e famosa por produzir grandes e devastadores sismos.

E é por isso que, numa emissão em directo, avisa a população do que aí vem, e aconselha a todos a fugirem para bem longe, ou protegerem-se da melhor forma que puderem.

 

 

 

Ray consegue salvar Emma e, juntos, após receberem um pedido de ajuda da sua filha que está, precisamente, em São Francisco, decidem partir para lá e tentar resgatá-la. Mas o cenário devastador que encontrarão pelo caminho não lhes vai facilitar a vida.

 

 

 

 

 

Em São Francisco, Blake, Ben e Ollie tentam escapar como podem da destruição que os rodeia, e chegar ao ponto mais alto que conseguirem, agora que está em iminência um tsunami, na sequência do sismo.

 

 

 

 

E Ray poderá mesmo não chegar a tempo, e perder, pela segunda vez, uma filha. É que já no passadoele tinha sido incapaz de salvar a outra filha do casal, de morrer afogada. Agora, tudo pode voltar a repetir-se...

 

 

Um filme cheio de acção, do início ao fim, que nos faz suster a respiração e temer o que ainda virá por aí. Com alguns clichés, é certo, mas nada que me incomode minimamente. 

Muitas críticas negativas têm sido feitas a este filme. Eu não sou especialista em avaliação de filmes e, como se costuma dizer, gostos não se discutem.

Para mim, é um grande filme, gostei, e via outra vez!

No fim-de-semana fomos conhecer o "Zé"

No passado sábado fomos assistir à peça "Zé - Desventuras de um Homem Mediano" e gostámos muito!

Destaco o actor Gonçalo Lello, no papel de Zé, e as actrizes Rita Figueiredo e Patrícia Adão Marques, pelas excelentes interpretações.

A peça está muito bem conseguida, mostrando uma situação cada vez mais frequente no nosso país, na actualidade - um homem que, de um momento para o outro, se vê desempregado e sem saber o que fazer à sua vida, que parece piorar de dia para dia.

Uma realidade que afecta tantos portugueses, e que pode um dia calhar à nossa porta, sempre num sentido crítico e com humor, mas passando, ainda assim, a mensagem.

No final, de facto, ficamos com mais dúvidas que certezas.

"Há sempre alguém que pode estar pior do que nós" - pode ser, e esse pode ser um bom motivo para sentir que ainda somos alguém, que ainda podemos ajudar alguém, que nem tudo está perdido e não tem que ser o fim.

Mas será que um gesto de bondade para com alguém que de nós precisa, ou uma acção podem, de facto, mudar-nos a sorte?

Por vezes sim, por vezes não. Se não tentarmos, nunca saberemos. Mas nem sempre existem finais felizes.

Qual terá sido o destino do Zé?! Ficará por conta da nossa imaginação!

 

 

Fiquei admirada por não podermos tirar fotografias. Afinal já assistimos a outras peças, de outros grupos de teatro, e nunca se opuseram. Não sei se será para não levantarmos a ponta do véu a quem ainda não assistiu à peça, ou por outro motivo qualquer. Ou se será um direito exclusivo para a imprensa, já que, após a estreia, apareceram fotografias tiradas por um jornal local. Ou se era uma questão de pedir uma prévia autorização, mas não estou a imaginar dezenas de pessoas a fazê-lo.

 

 

 

Também tive pena de, no final da peça, os actores e o encenador não terem vindo até cá fora falar com o público que os aplaudiu de pé, para os podermos felicitar pessoalmente.

É certo que a maioria saiu logo que a peça terminou, mas havia ainda alguns espectadores no auditório. Eu, inclusive, perguntei se, no final, os actores viriam cá fora e foi-me dito que, se pedissemos, à partida não haveria problema. 

No final, um deles ficou de ir chamar os restantes. Mas um dos actores saiu cheio de pressa, o outro muito discretamente, e os restantes nem os vimos. 

A única pessoa com quem conseguimos falar foi com a actriz Patrícia Adão Marques, e foi a ela que transmitimos o nosso agrado por esta peça que nos fez passar um serão diferente e divertido.

 

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