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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Croissants integrais?!

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O meu marido comprou uma embalagem destes croissants, e deu-me a provar um!

É certo que costumo comprar croissants brioche, que são mais doces, e nada têm a ver com estes. Por isso, ele achou que eu não fosse gostar muito desta novidade.

Mas até não é mau!

Na verdade, embora, sem dúvida, os outros sejam melhores, este que comi hoje ao pequeno almoço, juntamente com um chá verde, soube mesmo bem para desenjoar. E não é que uma pessoa fica saciada com ele?

 

À Conversa com os The CodFish Band

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Formada por Luis Miguel, Miguel Ros Rio, Nuno Escabelado e Pedro Kystos, os The Codfish Band intitulam-se uma “banda 100% portuguesa” que se caracteriza pela fusão de um símbolo da gastronomia portuguesa, com o clássico aperto de mão.

 

 

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“Devil’s Tongue” é o primeiro álbum da banda, que se traduz em “Rock, Rock pesado, sujo, Rock que sabe a rock”, e estará disponível em formato digital amanhã.

 

 

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Para nos falar um pouco mais sobre a banda tenho hoje aqui na rubrica “À Conversa com…” os The Codfish Band”, a quem desde já agradeço.

 

 

 

 

 

Quem são os The Codfish Band?

Os Codfish são uma banda de Cascais, terra onde o rock continua a ter um papel importantíssimo. Na voz e guitarra temos o Luis Miguel Afonso, na outra guitarra está o Miguel Ros Rio, o Nuno Escabelado no baixo e na bateria e produção está o Pedro Kystos. Como estava a dizer, ainda sofremos a influencia da catedral do Rock, o antigo e desaparecido “Dramático”.

 

Como é que surgiu a vossa banda?

A banda surgiu com o intuito de gravar umas músicas antigas em cd para oferecer no Natal à família. Esta foi a ideia inicial, claro, mal sabíamos que estávamos a acordar algo adormecido dentro de nós. Dai para a frente foi queimar etapas, nada de concertos, poucos ensaios e bora lá para estúdio gravar um cd de rock.

 

Os The Codfish são uma banda de rock. É mais fácil compor rock em inglês do que em português?

Não é uma questão de ser mais fácil, quando tentas fazer um determinado tipo de rock, daquele que sabe a rock, tem que ser em Inglês, é como fazer fado em Inglês em vez de Português, fazer fazes, mas não é a mesma coisa…

 

Quais são as vossas principais referências musicais?

É muito subjectivo, somos quatro indivíduos com gostos musicais muito ecleticos.

Mas resumindo, se cada um de nós tivesse que escolher uma banda seria, tipo, Miguel-Ac/Dc, Luís-Joy Divison, Nuno-Black Sabath, Pedro- Pantera.

E se os quatro só pudessem escolher uma, seria Led Zeppelin!

 

Como vêem, actualmente, o panorama musical português a nível de rock, relativamente a anos/ décadas anteriores?

Acho que em Portugal nunca existiram tantas bandas de rock e com tanta qualidade como agora, é engraçado que quanto mais dizem que o rock já não vende, mais bandas de rock aparecem.

 

E em termos de público, existe mais público a apreciar rock hoje, ou essa preferência tem vindo a ser distribuída por novos estilos musicais?

Achamos que existe mais público a apreciar rock, o problema é que grande parte desse público está na faixa etária dos quarentas e muitos, são doidos por rock mas o corpo já não aguenta muitos concertos ao longo do ano. Se analisarmos bem, concertos com mais de 60.000 pessoas em Portugal só bandas rock e, desses 60.000, 50.000 são os chamados “cotas”.

 

“Devil’s Tongue” é o vosso primeiro álbum. Como o caracterizam?

“Devil’s Tongue” é o nosso melhor álbum. É um cd de puro Rock, Rock pesado, sujo, Rock que sabe a rock.

 

Se vos dessem a escolher, qual seria o palco que mais gostariam de pisar neste verão de 2016?

Concentração de Faro.

 

Vamos poder contar com actuações ao vivo dos The Codfish Band ao longo dos próximos meses?

Sim, claro que sim. Estamos a preparar a nossa primeira tour, em breve sairão as primeiras datas.

 

Muito obrigada!

 

Saibam mais em https://pt-pt.facebook.com/the.codfish.band

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

 

 

Já conhecem o Infinite Book?

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Costumo passar algumas horas no quarto da minha filha, sentada à secretária, ora a escrever os artigos para o blog e revistas, ora a fazer pesquisas, ou a passar exercícios para a minha filha fazer, ou a ajudá-la nos trabalhos de casa.

Muitas vezes, preciso de um pedaço de papel para anotar qualquer coisa, e tenho que andar à procura, ou tirar do bloco da cozinha, ou utilizar as folhas da impressora, que depois tenho que cortar em pedaços mais pequenos para aproveitar o que não utilizei.

O que é certo é que, quando preciso de ter algo onde possa escrever ou rascunhar, nunca tenho à mão. Por outro lado, utilizando uma folha para isto, outra para aquilo, mais um pedaço para outra coisa, acabo por gastar mais papel e, por vezes, esses pedaços perdem-se.

No outro dia, perguntaram-me se já conhecia o Infinite Book.

Nunca tinha ouvido falar, mas resolvi experimentar!

 

O que é o Infinite Book?

É um caderno, cujas folhas funcionam como um quadro branco, que se pode apagar sempre que se quiser, oferecendo a experiência de escrita de um quadro branco, mas que pode ser levado para todo o lado. Todas as suas páginas são reutilizáveis, e o caderno transportado para onde quisermos. 

 

Existem os seguintes modelos:

  • A6 - cor preta
  • A5 - cores preta, azul, verde e rosa
  • A4 - preto, sendo que este é pautado ou liso

Vantagens:

  • É ecológico - pode-se utilizar as mesmas folhas várias vezes, apagar e voltar a usar, evitando desperdício de papel
  • É útil para quem não dispensa um caderno para fazer rascunhos, listas, desenhos, apontamentos e muito mais 
  • Portabilidade - fácil de levar para qualquer lugar e de forma prática, atendendo ao seu peso e tamanho
  • Resistência - as folhas brancas têm uma grande resistência ao tempo, mesmo depois de constantemente apagadas e reutilizadas

 

Eu mandei vir em tamanho A5, rosa, liso. Veio acompanhado de um marcador próprio para se escrever no mesmo, que tem uma borracha própria na extremidade.

É recomendado que se apague o que escrevermos ao fim de uma semana, para manter a boa qualidade das folhas.

Depois de escrevermos, devemos esperar no mínimo 8 segundos, antes de apagar.

Ao apagar com a borracha do marcador, é possível que fiquem manchas na folha, mas estas podem ser eliminadas com um pano húmido, lenço de papel ou utilizando um kit de limpeza próprio, que se compra à parte.

 

 

 

O Infinite Book tem dado imenso jeito! Está lá na secretária da minha filha, e estamos constantemente a utilizá-lo!

 

E por aí, já conheciam?

 

 

Mais informações sobre o InfiniteBook - aqui

 

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