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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

The Lion Guard - a banda sonora

 

O verão está aí, e esta banda sonora convida a celebrá-lo com ritmos bem quentes e animados, a transportar-nos para umas férias na savana, ou para um desafiante safari em terras africanas!  

 

Exemplo disso são os temas "A Beautiful Day (Ni Siku Nzuri)", "Zuka Zama", "Here Comes The Lion Guard" ou ainda "We're The Same (Sisi Ni Sawa), que nos fazem querer dançar e sorrir.

Destaco ainda a música "My Own Way", e um tema mais calminho "It Is Time".

A banda sonora termina em grande, com o magnífico "Call Of The Guard -The Lion Guard Chorus".

 

Todas as músicas, à excepção de "The Call of The Guard", foram escritas e produzidas por Beau Black, para esta continuação de uma das histórias mais famosas dos estúdios Disney, com o Rei Leão a contar a vida de uma nova personagem - Kion - filho de Simba e Nala.

 

O canal Disney Junior lançou, primeiramente, o filme, intitulado "A Guarda do Leão: O Regresso do Rugido".

Seguiu-se, depois, a série "A Guarda do Leão". 

A animação tem Kion como o líder da “guarda de leões”, que tem como tarefa preservar a selva o reino dos leões, formando para isso aquela que será a nova Guarda do Leão das terras do reino. 

 

 

Masterchef Júnior - A saída do Pedro Jorge

 

Depois da eliminação de ontem do programa Masterchef Júnior, é certo que muitos portugueses perderam todo o interesse em continuar a ver este concurso. Saíu aquele que dava vida e alegria ao programa - o Pedro Jorge.

As redes sociais inundaram-se de comentários a manifestar a sua tristeza, desapontamento, discordância com a forma de atribuição de pontos utilizada, e com a forma como esta eliminação terá sido manipulada.

A verdade é que este é um programa de culinária, e são os dotes culinários que estão a ser avaliados. Nesse sentido, não só a eliminação do Pedro Jorge, mas a de muitos outros colegas, terá sido injusta.

Permanecem no programa concorrentes que têm tido prestações menos bem conseguidas, e são eliminados concorrentes que até têm potencial, mas acabam por ser "traídos" por uma única prestação que corre mal.

Ontem, foi a vez do Pedro Jorge ser eliminado. Este miúdo era, de facto, muito divertido e as cenas dele faziam-nos rir a todos. Nesse aspecto, o programa perde. Mas, sejamos realistas, ao longo de todo o programa, houve concorrentes que se mostraram mais fortes e com mais capacidades. E, apesar de sempre ter tentado superar os desafios, percebemos que não é muito versátil. Dá um jeito, os pratos saem-lhe, mas estão longe de ser os melhores.

Também é verdade que ficaram concorrentes que ainda mostraram menos qualidades, e que seriam uma eliminação menos injusta. Mas neste tipo de programas nem sempre a justiça está presente.

E já agora, o Pedro Jorge não foi o único a ser eliminado. A Carolina também foi, e também não terá sido merecida esta eliminação.

Além disso, como pudemos ver, na próxima semana eles estarão de volta, para uma última oportunidade. É esperar para ver o que acontece.

 

 

 

Do programa de ontem destaco o "casalinho" - Kiko/ Leonor! Ficam tão queridos juntos :)

Considerei uma estupidez manterem a Leonor ali naquela sala, cheia de medo, e não terem ido todos para a cozinha. Não fez sentido nenhum a miúda estar ali o tempo todo de cabeça baixa ou olhos tapados, só porque o cenário era mais bonito para o que eles queriam.

 

 

 

E o momento hilariante em que o Manuel Luís Goucha leva um banho de natas, e se transforma num fantasma de branco!

 

Neste momento, como potenciais vencedores do programa, assinalaria: 

o João Mata

o Tomás

o António

 

Já agora, para além de fazer bater mais forte os corações das meninas, e deixá-las a suspirar, pergunto-me o que foi lá mesmo fazer o Lourenço Ortigão?

 

 

Imagens http://www.tvi.iol.pt/masterchef/

 

 

À Conversa com o grupo de teatro A Tribo

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Definem-se como um grupo de teatro comunitário que pretende, através do teatro, “promover o desenvolvimento da comunidade através da Arte, estimulando o envolvimento das pessoas nas actividades artísticas levadas a cabo”, e “transformar realidades”, tornando mais activo e dinâmico o panorama cultural do concelho de Mafra.

Este projeto de Teatro e Comunidade conta com o envolvimento de todas as pessoas da comunidade que queiram passar pela experiência de fazer teatro.

 

 

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Intitulam-se “A Tribo”, e estão hoje aqui na rubrica “À Conversa com” para nos falar um pouco mais sobre este colectivo e o seu trabalho, pela voz da fundadora, Daniela Simões!

 

 

 

 

Como é que nasceu A Tribo?

A TRIBO nasceu de um impulso, de uma vontade. Foi um projeto que criei um mês após iniciar, em 2013, o meu mestrado em Teatro e Comunidade e passou a ser nesse instante a minha maior história de amor.

 

Que elementos fazem, atualmente, parte desta Tribo?

Do grupo central de teatro comunitário d’ A TRIBO fazem parte 12 elementos, todos eles pessoas da comunidade que gostam de teatro. Alguns destes elementos já participaram nos outros projetos anteriores. Todos eles são moradores do concelho de Mafra à expeção de um que mora no concelho vizinho de Torres Vedras, e que não desiste de fazer, desde o início do projeto, teatro comunitário com A TRIBO. Temos também à nossa volta muita gente que sonha connosco e que nos ajuda a crescer e a manter este trabalho vivo.

 

“Até Onde Voas Quando Fechas Os Olhos?” foi a vossa primeira criação. Como é que o público reagiu à vossa estreia?

De uma forma surpreendente! De forma geral penso que superamos bastante as expectativas do público. Depois dos espetáculos proporcionamos sempre uma conversa pedagógica entre o público e o grupo, e nesses momentos ouvimos os testemunhos da plateia que revelaram a emoção e a felicidade que o espetáculo lhes despertou. Muitas pessoas tomaram contacto pela primeira vez com esta forma pedagógica e estética de teatro. Enchemos as duas salas do concelho onde atuámos, foi uma experiência muito bonita. Com as palavras de força do público percebi que o caminho teria de ser forçosamente em frente!

 

Seguiram-se “Corpo-Recipiente”, em 2015, e “Vão Viver Juntos? Um Dia”, em Maio deste ano. Que mensagem tentaram transmitir em cada uma destas peças?

O “Corpo-Recipiente” e o “Vão viver juntos? Um dia.” foram dois espetáculos criados com propósitos totalmente distintos.

O “Corpo-Recipiente” foi a segunda criação de teatro e comunidade d’ A TRIBO. Um espetáculo que pretendia que as pessoas olhassem para o corpo como uma caixa onde se guardam todas as histórias e acontecimentos que passam ao longo dos anos das suas vidas, dando especial importância às coisas que as fazem sentir vivas e livres, sendo que cada um é um corpo único, e que o mais importante não é o que está por fora, mas sim aquilo que nos preenche o “recipiente”.

O “Vão viver juntos? Um dia.” foi uma performance criada a pensar na rotina e na não-vida que muitos casais vivem hoje em dia, numa esperança de se encontrarem e entenderem. Quisemos que as pessoas percebessem a importância do diálogo, do toque, do amor.

Mas cada pessoa tem o seu universo e é com esse universo que lê e sente os espetáculos, por isso não gosto muito de fechar a leitura do foi visto ou do que será visto em cena, para não condicionar a leitura de cada espectador.

 

Este ano decidiram também apostar numa peça infantil “Coisas de Criança”, que estreou a 29 de Maio. Como é que surgiu esta ideia?

Esta era uma ideia que já estava em carteira e decidimos dar-lhe forma em 2016. Achámos que era importante e interessante criar um espetáculo para a infância mas com a pedagogia do teatro comunitário: usámos as memórias de infância dos intérpretes e fizemos algumas perguntas sobre esta temática a uma criança de nove anos. Os intérpretes eram pessoas da comunidade, com vontade de fazer teatro, e algumas crianças, durante o espetáculo foram chamadas a participar.

 

 

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Também a 28 do passado mês, ocorreu a antestreia de “A Festa”, no Teatro da Trindade, estando em cena também durante o mês de Junho. É difícil apresentar três criações diferentes em tão curto espaço de tempo?

É exigente, requer principalmente um grande rigor no que toca à organização. É preciso coordenar horários, organizar as equipas, os materiais e gerir o cansaço que se vai acumulando. Mas difícil não é, tem é que se querer muito.

  

Que feedback têm recebido por parte do público que assiste às vossas criações?

É sempre muito positivo. A mais valia do teatro comunitário é que as pessoas revêem-se nas histórias e isso torna o público mais perto das criações, sentem afinidade com o que se passa em palco. Emocionam-se, divertem-se e ao mesmo tempo questionam-se. É para isso que serve o teatro.

 

De que forma é que A Tribo tem envolvido as pessoas e a comunidade nas diversas actividades artísticas que têm levado a cabo?

O primeiro envolvimento das pessoas da comunidade começa precisamente na criação dos espetáculos. As pessoas que fazem parte d’ A FESTA, neste caso vão dos 17 aos 48 anos, são pessoas da comunidade que se juntaram para, através do teatro, crescer em grupo e criar um espetáculo com o contributo de todos, escrito por todos. Este é o primeiro passo do envolvimento: as pessoas passam de espectadoras a intervenientes no processo de criação. O segundo é quando todo este processo de meses é devolvido a uma comunidade, essa já mais alargada, onde se apresenta o espetáculo final, resultado dos meses de trabalho do grupo. Pretende-se também com isto que se criem hábitos de culturais, vontade de ver teatro nas pessoas, queremos despertar consciências para os temas que são apresentados em palco.

 

Que apoios mais necessita, atualmente, “A Tribo”, para que o projeto possa crescer e chegar a mais pessoas?

Precisamos de um espaço onde possamos desenvolver de forma permanente as atividades que já temos a acontecer, e as novas que temos pensadas. Precisamos de financiamento que nos ajude a impulsionar os projetos que temos parados. Só assim conseguiremos dar corpo a esses projetos que envolvem naturalmente o teatro e a comunidade, que são a nossa maior paixão, mas também as outras artes, como é objetivo desta Associação. Precisamos também do reconhecimento da importância deste trabalho pedagógico, cultural e artístico por parte da gestão autárquica para a população do concelho de Mafra.

 

 

Muito obrigada, Daniela!

 

Podem ficar a par de tudo aqui:

https://www.facebook.com/atriboteatro/

http://colectivoatribo.pt/

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