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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Boas vozes...mas ainda não temos A Voz!

Mais uma noite de Provas Cegas no The Voice Portugal, e continuamos sem ter alguém que se destaque.

 

 

A Inês foi uma boa surpresa, mas parece que agora este estilo virou moda aqui no The Voice, principalmente na cortina, e começo a ficar farta.

 

 

A Isis cativou com o seu estilo próprio e diferente do habitual. Não percebo porque só a Aurea virou a cadeira.

 

 

A Sofia e o seu contrabaixo, proporcionaram um belo momento, também ele diferente. Vamos ver do que ela é capaz daqui em diante.

 

 

A Natacha estava doente e, talvez por isso, não conseguiu dar o seu melhor. Eu gostei muito do timbre dela, da escolha da música, e da junção destes dois elementos. 

 

 

O David Gomes conseguiu transmitir emoção, sentimentos, e adorei ouvi-lo cantar. Mas quero ouvi-lo noutros registos.

 

 

O que dizer da Maria Bradshaw? Quando a Deolinda cantou este tema tão bem ou melhor que o original, é difícil gostarmos de ouvi-lo noutras pessoas, ainda que tenham dado o seu cunho pessoal. Que tem talento, não há dúvidas. Ficou em 4º lugar quando participou no Ídolos, depois de uma eliminação e resgate do júri pelo caminho. Eu não aprecio o estilo. E não acredito que chegue muito longe neste programa. Pode ser que me engane.

 

Não gostei de ouvir:

O Sérgio - acho que apesar de a mensagem ser bonita, a escolha da música não foi a melhor e não me parece que ele vá longe. Não gostei de o ouvir e não percebo como é que teve tantas cadeiras viradas.

A Sara - e não é por ser fado, porque já lá foi muito boa gente cantar fado, e cantou melhor que ela.

 

A Repetente:

A Laura Vargas já é nossa conhecida da edição passada. Na altura, ficou na equipa do Anselmo, e foi preterida na batalha com a Filipa Azevedo. Este ano, regressou, virou mais cadeiras e voltou a escolher o Anselmo (apesar de um comentário que se ouviu de alguém a dizer para ela não escolher quem não acreditou nela). Na minha opinião, e espero estar enganada, palpita-me que lhe vai acontecer o mesmo. Percebe-se que ela canta com o coração, e transmite isso para o público, mas não me parece que ela tenha talento que seja suficiente para avançar e chegar longe no programa.

 

Curiosidades:

Em duas semanas, é o segundo concorrente de Mafra que vai ao programa. E que eu não conheço. E que quando vou procurar mais informação, encontro em todos os sítios menos em Mafra!

 

O facto de a Marisa conhecer vários concorrentes pelos mais variados motivos: porque foi vizinho, porque foi patrão, porque foi colega, porque já cantou com ela, e por aí fora!

 

É suposto os jurados não saberem quem vai actuar e lhes aparecer pela frente. No entanto, algumas perguntas que fazem dão a entender que são propositadas para aquele concorrente em específico, o que leva a crer que já sabem ou têm uma ideia de quem são. Ou então é tudo uma grande coincidência, como por exemplo, no meio de 5 ou 6 concorrentes, perguntar justamente aquele que já participou num concurso, se já alguma vez participou em algo do género.

 

Pontos positivos:

A diversidade de estilos musicais que estão a levar ao programa nesta edição.

As cenas dos bastidores.

 

Pontos negativos:

Queridos jurados, mudem o disco porque já ninguém aguenta ouvir o mesmo disco riscado: "ah e tal, gostei muito de te ouvir", "ah e tal, não tenho nada a apontar", "ah e tal, foi por um bocadinho assim", "ah e tal, estou arrependido". É que uma vez ou duas ainda se compreende. Mas constantemente, é demais. E ninguém acredita. É preferível dizerem, ainda que suscitem comentários menos bons, a pura verdade: "não me convenceste", "este tipo de música não é o meu estilo", "prefiro outro tipo de talentos da minha equipa".

 

 

Imagens The Voice Portugal

O final de Coração d'Ouro

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Desde que anunciaram a telenovela Coração D'Ouro que a mesma me captou a atenção e foi prendendo a cada episódio que passava. Já sabemos como são, de uma forma geral as novelas - um começo empolgante, vários meses a empatar, e um final a despachar nos últimos dias. Com isso já contava. Mas não com este final (foi mesmo o final, certo?) que conseguiu, em pouco mais de meia hora, deitar por terra meses e meses de trabalho!

Esta última semana foi um completo descalabro, em que dei por mim a pensar: devo ter perdido algumas cenas, porque isto parece que levou aqui uns cortes pelo meio, e que eu perdi alguma coisa pelo caminho, que faça a ligação.

Ainda assim, aguardava avidamente o desfecho deste excelente telenovela. E foi para esquecer! Acho que não me lembro de um final tão mal conseguido.

 

 

Relativamente a personagens secundárias, mas que tiveram relevância para a história, gostava de ter visto mais:

 

Maria Helena - a traficante perigosa que acaba presa, traída pelo próprio filho. Merecia um julgamento e uma condenação semelhante àquela a que o seu ex-marido foi condenado. Ou então conseguir safar-se, sair e retomar o negócio.

 

Tiago/ Raquel - o irmão justiceiro e a irmã problemática. Aqui, o Tiago levantou-me algumas questões. De que lhe serviu o sentido de justiça? De que lhe serviu aquele acordo com a polícia? Valeu a pena? É que a pessoa com quem ele mais se devia preocupar, acabou por pagar pelos seus actos de justiça. O que era realmente mais importante - ver a mãe presa, ou deixar a mãe com a vida dela e preocupar-se com a irmã, que era a maior vítima naquela família? É certo que ele fez o que fez para poder tirar a irmã da clínica. Mas, no final, a mãe foi presa, ele teve que desaparecer, e a irmã, sozinha, viu o seu estado piorar e teve que voltar para a clínica, sem ninguém que olhasse por ela.

 

Laura - a jornalista que sofria de E.L.A. Gostava de ter visto esta doença mais aprofundada e, quem sabe,uma Laura mais afectada pela doença agora no final. 

 

Helder - gostava mesmo que o Helder tivesse ficado com a Beatriz, por quem sempre foi apaixonado. Mas arranjaram outro par para ela, por isso, gostava de o ver encontrar uma nova musa ou até, quem sabe, a assentar.

 

 

E em relação às personagens principais:

Henrique/ Sofia - o Henrique morre às mãos da filha e pronto. Muito fraco. Preferia ter visto o Henrique morto pela Sofia, depois de descobrir mais uma traição, e esta a ficar com os milhões da Maria Helena, ao lado de um homem do seu nível. Esta morte do Henrique foi muito "sem sal".  

 

Teresa/ Benedita/ Duarte - gostava de ter visto as irmãs presentes no lançamento do novo vinho, e com maior destaque.

 

 

E no que ao último episódio, propriamente dito, diz respeito, que a história tivesse acabado com a Catarina a morrer, ainda se compreendia. Porque, no fundo, tudo acaba com a morte. É ali o fim. O fim de todas as maldades que ela cometeu. O fim de todos os ódios, ressentimentos, mágoas. Mas não!

Para além de perderem uma boa parte do episódio com cenas da Sandra e Ruben, e Vítor e Fernanda, com a vitória do Cedofeita e a celebração, não mostraram sequer uma única cena da Maria, que era uma das personagens chave da novela. Mostraram o Luís, numa conversa ao telemóvel, mas não foram capazes de fazer uma única cena com a Maria, nem que fosse a comentar a sentença da filha. 

E quando achamos que a telenovela está prestes a fazer um intervalo antes das cenas finais, numa cena em que a Beatriz e o Tiago se reencontram e se beijam, aparece a palavra "FIM"!

A sério?! De todas as personagens e cenas que podiam ter gravado, decidem acabá-la com a Beatriz e o Tiago? Que raio de final foi este? Enganaram-se no guião?

 

 

 

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Por último, o tão aguardado final da Catarina: uma mulher que passa uma novela inteira a cometer crimes e nunca é provado nada contra ela. De repente, mata o pai e dali a pouco já está a ser presa! Será que a justiça em Miami é ultra rápida, ou é em Portugal que está totalmente parada? Gostei da condenação à morte, mas queria ter visto algo menos rápido, e mais trabalhado. E, como já disse, gostaria que tivesse sido a cena antes do "FIM".

 

O público merecia melhor que isto. A própria telenovela merecia um final à altura.

Que desilusão, o final com que nos brindaram!

 

 

Imagens sic.sapo.pt

Verdade Escondida, de Mary Kubica

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Costuma-se dizer que "não há amor como o primeiro", e no caso da Mary Kubica e dos seus livros, esse ditado aplica-se. 

Continuo a preferir o primeiro "Não Digas Nada". No entanto, depois de "Vidas Roubadas" que não me surpreendeu muito, neste terceiro livro a autora conseguiu redimir-se e mostrar que é capaz de fazer melhor. Embora confesse que as primeiras páginas não entusiasmam muito, e dá vontade de ler na diagonal ou passar à frente, para ver se a história melhora.

E é isso que acontece!

Começamos, à semelhança da personagem Quinn, a tentar perceber quem é, na verdade, a amiga com quem esta dividia a casa em Chicago, e se seria possível estar a conviver com uma assassina.

Mas é difícil desvendar o mistério e confirmar a verdade com Esther desaparecida sem deixar rasto. E as únicas pistas que têm parecem indicar que Quinn será a próxima vítima de Esther.

Enquanto isso, perto de Chicago, Alex encontra no café onde trabalha uma estranha rapariga, por quem se irá sentir atraído, mas sobre quem nada sabe. E a verdade pode não ser a que ele esperaria.

Temos ainda uma mulher que há anos não sai de casa, devido ao pânico, mas acabará por ter que enfrentar aquilo que sempre temeu, arriscando-se a pagar com a própria vida.

O que têm em comum todas estas personagens? É o que irão descobrir ao ler este livro!

Illuminate, de Shawn Mendes

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O segundo álbum de estúdio do canadense Shawn Mendes já está à venda, tendo chegado ao mercado a 23 de Setembro, e promete fazer tanto sucesso como o seu antecessor “Handwritten”.

Disponível em três formatos diferentes - Special Box Edition, Deluxe Edition e CD Álbum, este segundo trabalho de Shawn Mendes conta com influências de John Mayer e uma maior presença de guitarras.

Para quem gosta do género, não podem perder este novo álbum!

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