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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Coisas que me irritam

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Pais que só sabem criticar os seus filhos, como se não houvesse qualidade nenhuma a elogiar, e para quem os filhos fazem tudo mal.

 

Pais que passam a vida a elogiar os filhos por tudo e por nada, como se fossem melhores que os filhos dos outros, numa atitude clara de superioridade, como se se tratassem de filhos exemplares e perfeitos.

 

Pais que preferem elogiar e falar bem dos filhos dos outros, em detrimento dos seus próprios filhos, como se só os filhos dos outros tivessem qualidades dignas de destacar, ao contrário dos seus. 

À Conversa com os Caelum

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Nascida no Barreiro, em 2012, e actualmente formada por Pedro Correia, Diogo Costa, Zé Ganchinho e Diogo Lopes, a banda convidada de hoje já pisou palcos como o Nos Alive, HardClub ou Rock no Rio Sado.

Depois de um primeiro EP – “New World EP”, lançado em 2012, chegou agora o álbum “Enigma”, gravado e editado pela Sony Music Portugal, como prémio por ter sido a banda vencedora da edição de 2014 do EDP Live Bands.

 

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A apresentação deste trabalho ocorreu em Fevereiro, no espaço Popular de Alvalade, e tem como single de apresentação o tema “O Jogo”.

São os Caelum - os meus convidados de hoje, a quem desde já agradeço a disponibilidade para participar nesta rúbrica.

 

 

 

 

Para quem não vos conhece, quem são os Caelum?

CE – Os Caelum são uma banda de Space Rock, Pop/Rock do Barreiro, vencedora da primeira edição do concurso EDP Live Bands. Como dito anteriormente, ENIGMA é o mais recente trabalho da banda, sendo que “O Jogo”, o primeiro single deste álbum, já roda nas rádios nacionais.

Os Caelum são o culminar do trabalho, esforço e ideias de quatro músicos que, neste primeiro álbum ENIGMA, pretendem levar o ouvinte numa viagem, com canções em português e inglês. Fruto de um intenso e apaixonante trabalho, o novo disco, mais maduro e com vista a um público mais vasto, entoa melodias épicas e encorpadas, mostrando uma faceta emocional com assuntos que versam acerca de viagens interiores, relações humanas e a saudade, um tema tão português.

 

Quais são as vossas principais referências a nível musical?

CE - Cada um de nós é marcado individualmente pelos seus artistas favoritos e é inevitável que isso transpareça no resultado final. No entanto, é fácil distinguir à priori algumas bandas de influência comum, como Angels and Airwaves, U2, Linkin Park, 30 Seconds to Mars ou os icónicos Pink Floyd. Todas estas e muitas outras foram relevantes para o nosso amadurecimento como grupo compositor.

 

Em 2014, os Caelum venceram a edição desse mesmo ano do EDP Live Bands. Consideram que essa vitória foi, de certa forma, o impulso que precisavam para seguir em frente e apresentarem-nos, agora, o novo álbum?

CE - Para os Caelum, a vitória do EDP Live Bands foi um prémio pelo esforço e dedicação desde sempre manifestado pela banda. Mais do que isso, foram várias portas que se abriram, desde a possibilidade de poder atuar num dos grandes palcos do NOS Alive à gravação e edição do nosso primeiro disco pela Sony Music Portugal. Não foram boleias, porque muito tivemos de percorrer por nós próprios mesmo depois deste triunfo, mas foram oportunidades que decidimos agarrar com muita força e fazê-las valer a pena. Tem estado a valer.

 

Como foi a experiência de actuar em palcos como o Nos Alive?

CE – Na nossa opinião é tudo o que um músico pode querer. Especialmente se o músico for como nós, sedentos de palcos! É lá que nos sentimos melhor, em contato com os que nos apoiam e admiram o nosso trabalho e onde tudo pode acontecer. Cada concerto é diferente do anterior e achamos que é isso que ainda o torna mais empolgante, a surpresa do que está para vir. Atuar em palcos e festivais de renome mundial como o NOS Alive são sonhos de criança tornados realidade.

 

Do que nos falam as vossas músicas?

CE - Na nossa humilde opinião, achamos que o “ENIGMA” é um álbum muito completo e diversificado, agradando a quem gosta de música alegre, menos alegre, comercial, menos comercial, baladas, a quem sempre gostou da nossa veia rockeira ou até mesmo instrumental e é, acima de tudo, uma estreia: contém músicas em português e inglês. Neste álbum podem encontrar temas como saudade (de quando, felizmente para nós, estivemos em tour neste verão passado e ficámos dias ou semanas sem ver os entes queridos), dor de quem perde alguém, amizade e desilusão, paixão ou sonhos e realizações pessoais. Outras são apenas histórias fictícias a que quisemos dar vida e torná-las em canções.

 

“Enigma” é composto por temas em português e em inglês. O que vos levou a optar por essa dualidade?

CE – O Pedro (vocalista) confessa que sempre lhe foi mais fácil escrever em inglês. Aliás, este álbum é para ele uma estreia e realização pessoal, sendo que, como letrista principal, foi a primeira vez que se aventurou na sua língua nativa. Não veio como uma necessidade, mas sim como um desafio. Desde o nosso primeiro EP que nos perguntavam porque é que só escrevíamos em inglês, já que somos portugueses e temos uma língua extraordinariamente rica. Respondíamos sempre que não havia nenhuma razão em específico e que não o negaríamos fazer num futuro próximo: acabou por ser no “ENIGMA”, o nosso primeiro álbum. Inclusive o nome do álbum foi cuidadosamente escolhido para que fosse lido e compreendido de maneira igual nas duas línguas.

 

 

 

 

Como caracterizam o vosso estilo musical?

CE – Nenhuma banda se pode rotular por apenas um género musical. As obras de um artista são sempre fruto de diversos fatores e amplamente influenciadas por fases específicas da vida deste. No entanto, gostamos de nos auto aclamar uma banda de “Space Rock”, por comparação e associação às bandas que nos influenciam e já referidas anteriormente. Este género apareceu associado instrumentalmente ao uso de sintetizadores e à exploração de efeitos na guitarra, como delays e reverbs. A música de grandes bandas e referências para o nosso trabalho, como Pink Foyd, Angels and Airwaves ou 30 Seconds to Mars, pode também ser designada como tal. Assim, desde o início que nos pareceu óbvio vestir este termo devido ao nosso fascínio pelo épico, ao nosso interesse em explorar lírica e musicalmente temáticas como “Espaço” e “Universo” e ao intuito de conduzir o ouvinte a uma sonoridade de ambientes cheios e grandiosos.

 

Que feedback têm recebido por parte do público, relativamente a este novo álbum e, nomeadamente, ao tema “O Jogo”, cujo videoclip já passa há muito na TV?

CE – Tem sido muito bom. Tem sido rotina quase diária recebermos mensagens de amigos ou até de desconhecidos a felicitarem-nos por nos terem visto na TV ou ouvido nas rádios e isso deixa-nos sempre de coração cheio. Na nossa opinião, a música já não se consegue dissociar da imagem, sendo esta um dos ingredientes mais importantes num artista. Portanto, ter a possibilidade de mostrar o nosso trabalho através destes meios audiovisuais é uma grande mais-valia para nós.

 

Quais são os vossos planos para o futuro?

CE – Fazer a nossa música chegar ao maior número de pessoas possível e de uma forma positiva, agradando-as, é um deles! Não há nada melhor do que ver que o nosso trabalho tem um propósito e é válido para alguém. Felizmente existe em nós, como grupo, um espírito de união, força e amizade muito grande. Isso, aliado a muito trabalho e dedicação, já é por si uma pequena grande vitória. Tudo o resto virá por acréscimo.

 

Muito obrigada!

 

Podem saber mais em https://www.facebook.com/CaelumPT/

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